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Acre

Gene Diniz destaca desafios na segurança pública do Acre: “Situação salarial dos policiais é preocupante”

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Em uma audiência pública realizada na manhã desta quinta-feira (24), na Assembleia Legislativa do Acre, o deputado Gene Diniz (Republicanos) trouxe à tona questões críticas relacionadas à segurança pública do estado, destacando principalmente os desafios enfrentados pelos policiais militares.

Durante seu pronunciamento, o parlamentar expressou preocupação com a remuneração dos policiais, apontando que “hoje, um soldado entra com R$ 5.500, mas há um novo auxílio que foi dado na gestão passada, onde o soldado ganha R$ 600 e os graduados, os sargentos, R$ 1.000. Isso representa um aumento significativo, porém, ao longo dos anos, há um achatamento salarial que precisa ser enfrentado”, disse.

Gene Diniz, que já atuou como policial militar, trouxe à tona sua experiência pessoal ao mencionar que “meus salários antes de sair da Polícia Militar, hoje na reserva, eram R$ 6.388,00, tirando o auxílio, ficava R$ 5.389,00. Isso com 21 anos de polícia. Imagina aí o que aumentou do salário da Polícia Militar em 22 anos. Praticamente nada”, afirmou.

O deputado ressaltou ainda as dificuldades enfrentadas pelos policiais em relação às promoções, destacando que “aqueles lá de trás, vão passar 10 anos sem ter nenhuma recuperação. É algo que vem do governo para poder melhorar, e vai passar 10 anos com o mesmo curso, com a mesma reclamação, com a mesma remuneração”, complementou.

Além dos aspectos salariais, Gene Diniz também abordou a importância da segurança jurídica para os operadores de segurança pública. Ele citou exemplos de situações em que policiais foram questionados judicialmente por suas ações e ressaltou a necessidade de apoio e respaldo para os profissionais da área.

Ao concluir sua participação na audiência, o deputado destacou a importância de se investir na valorização dos profissionais da segurança pública, afirmando que “o Polícia Militar está trabalhando dobrado para manter a segurança do nosso Estado. É difícil a situação. Sei como é difícil trabalhar em um RP, porque trabalhei 16 anos em serviço operacional. Sei como funciona as RP ou o giro”, finalizou.

Texto: Mircléia Magalhães/Agência Aleac

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Acre

Rio Madeira atinge 16,67 metros e afeta quase 9 mil pessoas em Porto Velho

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Enchentes já inundam casas em Calama e Fortaleza do Abunã; Defesa Civil distribui ajuda e monitora risco de catástrofe moderada

O Rio Madeira atingiu 16,67 metros nesta sexta-feira (4), segundo o Serviço Geológico do Brasil (SGB), deixando 29 comunidades alagadas e afetando 8.984 pessoas em Porto Velho (RO). Em locais como Calama, Santa Bárbara e Fortaleza do Abunã, casas já estão completamente submersas, obrigando moradores a abrir caminhos alternativos pela mata para evitar isolamento.

A Defesa Civil municipal atua no fornecimento de cestas básicas, água potável e kits de higiene, enquanto a Agência Nacional de Águas (ANA) classifica o risco ambiental como moderado. Com previsão de mais chuvas até abril, outras 36 comunidades (32 mil pessoas) estão em alerta. A Defesa Civil avalia a realocação dos mais atingidos para áreas urbanas da capital.

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Acre

Mulher fica ferida após colisão entre moto e caminhão no Morada do Sol

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Vítima invadiu preferencial e teve suspeita de fraturas; motorista do caminhão deixou local antes da chegada do Samu

Um acidente entre uma motocicleta e um caminhão deixou uma mulher gravemente ferida no fim da tarde desta sexta-feira (4), no bairro Morada do Sol, em Rio Branco. Segundo testemunhas, a condutora da moto Honda, de placa OXP3720, invadiu a preferencial ao sair da rua Melão, colidindo com o caminhão de placa NOO9G60, que trafegava pela rua Marte.

A vítima sofreu suspeitas de fratura no pé e no braço esquerdo e foi socorrida inicialmente por populares. O motorista do caminhão abandonou o local, deixando o veículo no ponto do acidente. A ambulância 04 do Samu realizou o resgate e encaminhou a mulher para uma unidade de saúde. As circunstâncias do acidente serão apuradas pela polícia.

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Acre

Médica brasileira é encontrada morta com sinais de violência em Santa Cruz de La Sierra; companheiro é principal suspeito

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Jenife Silva, 37 anos, natural do Amapá, estava no país para colar grau em medicina quando foi assassinada; corpo apresenta marcas de agressão e caso é investigado como feminicídio

Jenife Silva precisou retornar à Bolívia para buscar o diploma e colar grau. Jenife deixou dois filhos, um menino e uma menina. Foto: cedida 

A comunidade brasileira na Bolívia está em choque com o brutal assassinato de Jenife Silva, 37 anos, natural de Santana (AP), cujo corpo foi encontrado na quarta-feira (2) em um apartamento na Zona Norte de Santa Cruz. A vítima, que havia concluído o curso de medicina e retornado à Bolívia para colar grau e buscar seu diploma, apresentava múltiplos sinais de violência, conforme atestado pelas autoridades locais.

As autoridades policiais de Santa Cruz de La Sierra alegaram que o corpo apresentava inúmeros sinais de violência, provocados por outra pessoa. O promotor Daniel Ortuño afirmou a imprensa que o corpo foi encaminhado ao necrotério judicial para autópsia – onde foi realizada e detectada as circunstâncias da morte, a causa da morte, onde sustentou as lesões, o MPB, ainda sustenta a causa da morte por asfixia mecânica (estrangulamento), e o laudo apresentado também confirmou estupro e esfaqueamento.

O principal suspeito é o companheiro da vítima, que não teve os dados revelados, foi preso na quinta-feira (3) pela Força Especial de Combate à Violência (Felcv). Ele responderá por feminicídio e aguardará julgamento.

Detalhes do crime:
  • O principal suspeito é o companheiro da vítima, cuja identidade não foi revelada
  • O corpo foi encaminhado ao necrotério judicial para autópsia forense
  • O promotor Daniel Ortuño coordena as investigações para determinar a causa e o mecanismo da morte
História da vítima:

Jenife, mãe de dois filhos (um menino e uma menina), já residia no Amapá, mas precisou voltar à Bolívia para concluir sua formatura em medicina. Amigos relatam que ela estava animada com a perspectiva de exercer a profissão no Brasil.

Repercussão internacional:
  • O Consulado Brasileiro em Santa Cruz foi acionado para prestar assistência ao caso
  • A Polícia Civil do Amapá acompanha as investigações à distância
  • Organizações de defesa dos direitos das mulheres na Bolívia já se manifestaram sobre o caso
Dados alarmantes:

Este é o 78º caso de feminicídio registrado na Bolívia em 2024/2025, segundo dados oficiais. O país possui uma das maiores taxas de violência contra mulheres na América do Sul, com uma média de um feminicídio altíssima.

Próximos passos:

A família da vítima no Brasil aguarda a liberação do corpo para repatriamento. Enquanto isso, as autoridades bolivianas trabalham para consolidar as provas contra o principal suspeito, que já tem histórico de violência doméstica, segundo fontes próximas à investigação.

Parentes criaram uma vaquinha online para custear os gastos com o traslado do corpo e apoio aos filhos órfãos. A comunidade médica do Amapá já se mobiliza para prestar assistência à família.

O caso reacende o debate sobre a proteção de mulheres em relações abusivas e a necessidade de mecanismos internacionais de proteção para cidadãos vivendo em outros países da América do Sul.

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