Acre
Gás de cozinha está até 2,2 % mais caro na Capita do Acre
Aumento é consequência do preço da gasolina
agazeta.net
A partir desta terça-feira (10), os acrianos começam a pagar mais caro pelo gás de cozinha. Na maior distribuidora local, dependendo da botija, o reajuste chega a 2,2%. O aumento será repassado aos poucos para o consumidor final, no comércio de revenda.
Era só uma questão de tempo para o gás liquefeito de petróleo (GLP) mais conhecido como gás de cozinha, ficar mais caro. Segundo o gerente da base da Fogás em Rio Branco, os motivos do reajuste só podem ser informados pela assessoria de comunicação da empresa.
Contudo, o aumento nos preços não é segredo para ninguém. Na portaria, a botija de 13Kg, que ontem era revendida por R$ 50 nesta terça-feira, passou a ser comercializada por R$ 51.
Diretamente na portaria da Fogás, em Rio Branco, uma carga de 5 quilos passou de R$ 22,50 para R$ 23. Ou seja, um aumento de 2,2%. A carga de 8 quilos passou de R$ 34,50 para R$ 35: um aumento de 1,4%.
Segundo a assessoria de comunicação da Fogás, a alteração nos preços foi necessária devido ao reajuste nos combustíveis que encareceu os custos operacionais da empresa.
Em um ponto de revenda do Bairro da Paz, o botijão de 13Kg, o mais vendido no mercado local, será comercializado a R$ 53. A dona do estabelecimento vai cobrar o R$ 1 de aumento repassado pela distribuidora.
Mas, ainda é possível comprar gás de cozinha sem reajuste. Nos postos de combustíveis, por exemplo, nesta terça-feira, as tabelas de preço do produto estavam sem alteração.
Na Amazongás, empresa que atende cerca de 40% do mercado local, o botijão de 13Kg é revendido na portaria da empresa por R$ 45,05. Segundo o gerente, ainda não há previsão de reajuste para a distribuidora.
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Acre
Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia
Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.
De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.
No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.
O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.
Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.
O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.
A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.
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Acre
Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza
Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu
O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.
Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.










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