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Gaeco e Polícia Militar cumprem sete mandados em operação contra extorsão de comerciantes em Rio Branco
Na operação, deflagrada nessa terça-feira (30), foram apreendidos veículos e mais de R$ 25 mil em espécie. Ao todo, foram cumpridos dois mandados de prisão e cinco de busca e apreensão.

Gaeco e Polícia Militar cumprem sete mandados em operação contra extorsão de comerciantes em Rio Branco — Foto: Arquivo/Gaeco
Por Iryá Rodrigues
O Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, e a Polícia Militar cumpriram sete mandados judiciais contra facção criminosa responsável pela extorsão de comerciantes na região central de Rio Branco. A operação foi deflagrada nessa terça-feira (30).
Entre os mandados cumpridos estão dois de prisão e cinco de busca e apreensão contra integrantes da associação criminosa. Além disso, foram apreendidos veículos e uma quantia de mais de R$ 25 mil em espécie. Segundo o Gaeco, a ação teve como objetivo o aprofundamento das investigações e a descoberta de outras pessoas envolvidas no mesmo tipo de delito.
As investigações que resultaram na operação tiveram início em janeiro deste ano. O MP-AC vinha recebendo denúncias da atuação dessas organizações criminosas, principalmente na região do centro da cidade e que, junto com a PM, fazia o monitoramento dos envolvidos.
Ainda conforme o Gaeco, os integrantes da facção criminosa extorquiam comerciantes que trabalhavam em locais como o camelódromo e Terminal Urbano. Com isso, os trabalhadores eram obrigados a pagar uma mensalidade aos criminosos, sob o pretexto de uma suposta “segurança”.

Na operação foram apreendidos veículos e mais de R$ 25 mil em espécie — Foto: Arquivo/Gaeco
As investigações que resultaram na operação tiveram início em janeiro deste ano. O MP-AC vinha recebendo denúncias da atuação dessas organizações criminosas, principalmente na região do centro da cidade e que, junto com a PM, fazia o monitoramento dos envolvidos.
Ainda conforme o Gaeco, os integrantes da facção criminosa extorquiam comerciantes que trabalhavam em locais como o camelódromo e Terminal Urbano. Com isso, os trabalhadores eram obrigados a pagar uma mensalidade aos criminosos, sob o pretexto de uma suposta “segurança”.
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Perseguição policial mobiliza PRF e assusta moradores em Rio Branco
Motociclista é detido após fugir de abordagem; ação terminou com confusão em bairro da capital
Uma perseguição policial movimentou a noite deste domingo (5) no bairro Calafate, em Rio Branco, e chamou a atenção de moradores da região. A ação envolveu agentes da Polícia Rodoviária Federal durante o acompanhamento de um motociclista em alta velocidade.
Imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que a viatura percorre ruas do bairro em perseguição ao condutor, que, segundo relatos, teria desobedecido a uma ordem de parada, dando início ao acompanhamento tático.
A ocorrência terminou na Rua Castanheira, no conjunto Portal da Amazônia, onde os agentes conseguiram realizar a abordagem. No local, houve um princípio de confusão envolvendo policiais e pessoas que seriam familiares do jovem abordado.
O motociclista foi detido e encaminhado à Delegacia de Flagrantes, onde prestou esclarecimentos.
As circunstâncias da fuga e os possíveis crimes cometidos ainda devem ser apurados pelas autoridades.
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Em Rondônia, Defesa Sanitária manda destruir 80 hectares de soja por plantio irregular
Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução Idaron
A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) determinou a destruição de cerca de 80 hectares de lavoura de soja no estado após constatar o plantio irregular em sucessão, prática proibida pela legislação fitossanitária. A medida foi executada na última semana de março passado, e segundo o órgão, teve caráter obrigatório diante do risco sanitário envolvido.
De acordo com a agência, o cultivo de soja sobre soja na mesma área e no mesmo ano agrícola representa uma infração grave. “Por favorecer a disseminação da ferrugem asiática, doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi”, estacou a Idaron em nota oficial divulgada na segunda-feira (30/03).
O órgão explicou que o plantio irregular mantém plantas hospedeiras ativas, funcionando como “ponte verde”, o que aumenta a propagação do fungo e compromete a sanidade das lavouras na região. A Idaron reforçou que o cumprimento do vazio sanitário e do calendário agrícola é obrigatório e fundamental para a proteção do setor.
A agência afirmou que seguirá atuando com rigor diante de irregularidades e destacou que a colaboração dos produtores é essencial para garantir a sustentabilidade da produção. Órgão alerta que descumprimento das normas pode levar à eliminação de lavouras e penalidades severas, além de comprometer a competitividade do agronegócio no estado.
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Mulher em situação de rua é esfaqueada três vezes por ciúmes no bairro Papoco, em Rio Branco
Beatriz Monteiro Lopes, 28 anos, foi atingida no peito, perna e cabeça; suspeita fugiu e não foi localizada
Uma tentativa de homicídio foi registrada na madrugada deste sábado (4) no bairro Dom Giocondo, conhecido como Papoco, em Rio Branco. A vítima, Beatriz Monteiro Lopes, de 28 anos, moradora em situação de rua, foi atacada a facadas por uma mulher motivada por ciúmes do companheiro.

Durante a ação, Beatriz foi atingida por três golpes, que acertaram o peito, a perna esquerda e a cabeça. Foto: captada
Segundo a Polícia, o crime ocorreu enquanto a vítima estava reunida com outras pessoas em via pública, fazendo uso de entorpecentes. Entre os presentes estava o companheiro da suspeita. Em determinado momento, a autora chegou armada com uma faca e partiu para o ataque.
Beatriz foi atingida por três golpes: no peito, na perna esquerda e na cabeça. Mesmo ferida, ela conseguiu se afastar e pedir ajuda nas proximidades do “Cristo do Zamir”, na rua Piauí, ainda na mesma região.
Populares acionaram o Samu, que enviou equipe de suporte avançado. Após os primeiros atendimentos, a vítima foi encaminhada ao pronto-socorro de Rio Branco, onde deu entrada com quadro clínico estável.
Policiais do 1º Batalhão realizaram buscas na área, mas a suspeita não foi localizada. A investigação inicial fica a cargo da Equipe de Pronto Emprego (EPE) da Polícia Civil, e o caso será posteriormente conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com a Polícia, o caso aconteceu enquanto a vítima estava reunida com outras pessoas em via pública, fazendo uso de entorpecentes. Foto: captada


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