Acre
Fronteira do Acre sofre com comunicação ruim oferecida
A fronteira do Acre, onde está localizada as cidades de Brasiléia e Epitaciolândia, municípios que somam mais de 50 mil habitantes, vem sofrendo nos últimos meses no tocante à comunicação via celular e internet, que teimam em serem de péssima qualidade.
Em pleno século 20 e com globalização explicita em relação aos aparelhos celulares e ligação via rede (internet), o Estado do Acre especificamente, se pode dizer que está atrasado anos luz nesse assunto.
O pior, a empresa que monopoliza a comunicação via telefonia e internet, vem oferecendo um péssimo serviço sem que nenhum órgão fiscalize e penalize da mesma forma que faz com os clientes que atrase os pagamentos.
Na fronteira onde faz fronteira com a cidade de Cobija, (Bolívia), ainda se oferece telefonia via celular 2G e engana os clientes dizendo que é 4G. A internet é oferecida pacotes que não condiz com o que chega nas casas e empresas.
As quedas constantes nos lares, empresas em geral e até Fóruns, faz com que pessoas não possam receber um pagamento judicial por falta de internet e nos caixas eletrônicos dos bancos, causando o transtorno de terem de pagar com juros no dia seguinte.
A desculpa sempre fica com quedas na fibra ótica nos estados de Rondônia e Mato Grosso, ou, está em manutenção a qualquer hora do dia da semana. Mas, esses dias não descontados na fatura que chega no final do mês.
Para piorar, o Ministério Público do Estado, órgãos de defesa do consumidor, e políticos do Estado, pouco fazem para defender os clientes que sofrem em ter uma comunicação dentro sua casa ou empresa, restando apenas, pagar a fatura no final do mês.
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Acre
Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia
Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.
De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.
No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.
O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.
Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.
O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.
A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.
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Acre
Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza
Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu
O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.
De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.
O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.
Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.










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