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FPE do Acre pode ser 13% superior ao de 2014; valor pode chegar a R$ 2,2 bilhões

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Em 2014 as transferências do FPE cumpriram todo o cronograma previsto, levando o Palácio Rio Branco a trabalhar com cada centavo projetado por Brasília.

Fabio Pontes, da Agência ContilNet

Mesmo com perspectiva de uma economia lenta este ano e de crescimento quase zero do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, o Acre pode ter um ano novo melhor do que o anterior no tocante ao repasse de sua principal fonte de sobrevivência: o FPE (Fundo de Participação dos Estados). É o que mostra levantamento feito pela Contilnet junto ao sistema do governo federal. Em comparação com 2014, a transferência do fundo tende a ficar superior em 13%.

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Tião Viana, governador do Acre/Foto: Divulgação

Para o ano passado o governo Tião Viana trabalhou com uma perspectiva de receber R$ R$ 1,9 bilhão do FPE; agora o valor pode chegar a R$ 2,2 bilhões. Estas são apenas projeções realizadas ainda no primeiro semestre de 2014, quando estava em elaboração a Lei Orçamentária Anual (LOA), e não se trabalhava com a perspectiva de uma economia desaquecida para o ano novo.

O principal termômetro para se manter esta projeção é a arrecadação de tributos, sobretudo IPI (Impostos sobre Produtos Industrializados) e o Imposto de Renda, principais fontes para a composição do FPE. O fundo é hoje a principal sobrevivência do Acre, correspondente à metade do Orçamento estadual. Sua queda ou aumento influenciam diretamente na dinâmica do funcionamento do governo.

Em 2014 as transferências do FPE cumpriram todo o cronograma previsto, levando o Palácio Rio Branco a trabalhar com cada centavo projetado por Brasília. Mesmo com janeiro sendo um mês negativo para as prefeituras acreanas, com repasses menores do FPM (Fundo de Participação dos Municípios), a tendência é desta conta ficar no azul até dezembro. De 2014 para 2015 a transferência pode sair dos R$ 342 milhões para R$ 387 milhões.

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Médico retira prego do intestino de criança de 3 anos por colonoscopia no Hospital do Juruá

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Procedimento evitou cirurgia invasiva; menino havia ingerido o objeto há oito dias e passa bem

Um menino de 3 anos teve um prego retirado do intestino por meio de uma colonoscopia realizada na noite desta sexta-feira (16), no Hospital do Juruá, em Cruzeiro do Sul. O procedimento foi conduzido pelo médico Marlon Holanda e evitou a necessidade de uma cirurgia abdominal invasiva. A criança passa bem.

O menino, identificado como Erick, mora com a família em Ipixuna, no interior do Amazonas, e teria engolido o prego cerca de oito dias antes da retirada. Seis dias após o ocorrido, ele foi transferido para o Acre, onde passou a receber acompanhamento médico especializado.

Inicialmente atendido pelo pediatra Rondney Brito, o paciente também foi monitorado pelas equipes de endoscopia e cirurgia do hospital. Durante todo o período de internação e ao longo do procedimento, a criança permaneceu estável, comunicativa e se alimentando normalmente.

Após a retirada do objeto, o médico Marlon Holanda comentou o caso nas redes sociais. “Criança de 3 anos engoliu prego: retirada por colonoscopia. Menos uma laparotomia no mundo”, escreveu.

A laparotomia é um procedimento cirúrgico que exige a abertura da parede abdominal para acesso aos órgãos internos, sendo indicada em casos mais complexos. Diferentemente dela, a colonoscopia é considerada minimamente invasiva, reduzindo riscos, tempo de recuperação e possíveis complicações para o paciente.

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Riozinho do Rola apresenta leve recuo e indica estabilidade no nível do Rio Acre

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Afluente do Rio Acre caiu cerca de 6 centímetros nas últimas horas, segundo o SGB, enquanto o rio principal segue acima da cota de transbordamento em Rio Branco

O riozinho do Rola, principal afluente do Rio Acre antes da passagem pela área urbana de Rio Branco, apresentou uma leve tendência de recuo nas últimas horas. Dados do Serviço Geológico do Brasil (SGB) apontam que o nível do manancial caiu cerca de 6 centímetros entre a madrugada e o início da manhã deste sábado (17).

De acordo com o SGB, às 1h15 o nível do rio era de 11,26 metros, passando para 11,20 metros na aferição das 7h15. Apesar de pequenas oscilações pontuais, o cenário observado é de recuo lento e controlado, sem sinais de elevação repentina.

Os dados pluviométricos reforçam a estabilidade. Nas últimas 24 horas, o volume de chuvas acumulado na região monitorada foi de aproximadamente 0,2 milímetro, considerado baixo. Durante a madrugada deste sábado, as estações não registraram precipitações significativas, o que contribuiu para a manutenção do recuo.

Mesmo com o comportamento estável do riozinho do Rola, o Rio Acre segue em situação crítica na capital. Segundo boletim da Defesa Civil Municipal, divulgado na manhã deste sábado (17), o nível do rio atingiu 14,22 metros às 5h17, permanecendo acima da cota de transbordamento, que é de 14 metros.

Ainda conforme a Defesa Civil, nas últimas 24 horas foram registrados 2,40 milímetros de chuva em Rio Branco. A cota de alerta do Rio Acre é de 13,50 metros. As informações foram repassadas pelo coordenador municipal do órgão, tenente-coronel Cláudio Falcão.

Por ser o maior e mais importante afluente do Rio Acre antes de sua chegada à área urbana, o riozinho do Rola é considerado um indicador antecipado de possíveis alterações no nível do rio na capital. Historicamente, cheias ou elevações rápidas em sua bacia costumam refletir no Rio Acre algumas horas depois.

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Rio Acre atinge 14,26 metros e segue acima da cota de transbordamento

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Foto: Sérgio Vale

O nível do Rio Acre alcançou 14,26 metros na medição das 9h deste sábado, 17, mantendo-se acima da cota de transbordamento em Rio Branco, que é de 14,00 metros, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil Municipal.

De acordo com os dados oficiais, o rio apresentou elevação em relação à primeira medição do dia. Às 5h, o nível estava em 14,22 metros, indicando uma subida de 4 centímetros em poucas horas. A situação reforça o estado de atenção para áreas ribeirinhas da capital acreana.

Nas últimas 24 horas, o volume de chuva registrado foi de 2,40 milímetros, quantidade considerada baixa, mas que ainda contribui para a manutenção do nível elevado do manancial, somando-se ao volume de água proveniente das cabeceiras e de afluentes.

A cota de alerta, estabelecida em 13,50 metros, já havia sido ultrapassada anteriormente, e o cenário atual mantém a Defesa Civil em monitoramento permanente.

 

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