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Força Nacional vai apoiar combate a incêndios e desmatamentos no Acre
Militares da Força Nacional vão apoiar o governo do Acre no combate a incêndios e desmatamentos na região. A medida do Ministério da Justiça e Segurança Pública foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (21). 

Segundo a portaria, os militares enviados pelo Governo Federal vão atuar por 90 dias nas ações de combate aos incêndios florestais e às queimadas, nas atividades em defesa do meio ambiente e nos serviços de preservação das pessoas e do patrimônio.
Dados do Imazon, o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, apontam redução de 35% no desmatamento no Acre, período entre agosto de 2022 e julho deste ano, quando comparado ao período anterior, entre 2021 e 2022. Mas mesmo assim, esse tipo de crime representou, no estado, 18% do total ocorrido na região da Amazônia Legal que contempla, além do Acre, os estados do Pará, Amazonas, Rondônia, Amapá, Mato Grosso, Roraima, Tocantins e uma parcela do estado do Maranhão.
No último dia 5 de julho, o governo acreano decretou situação de emergência ambiental até dezembro de 2023 como medida preventiva aos incêndios florestais no segundo semestre quando diminuem as chuvas no estado. O decreto se baseou em dados do Centro Integrado de Monitoramento Ambiental, que mapearam focos de queimada e alerta de desmatamento em dez municípios acreanos, que representam quase a metade das cidades do estado.
Edição: Paula Castro / Alessandra Esteves
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Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 41 milhões neste sábado

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
As seis dezenas do concurso 2.961 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 41 milhões.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
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Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
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Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.


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