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Força Nacional amplia atuação para garantir segurança em abrigos no RS

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A Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) expandiu as operações no Rio Grande do Sul para garantir a segurança dos abrigos que recebem os atingidos pelas enchentes. Por determinação do ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Ricardo Lewandowski, além de ações de resgate, agentes do efetivo prestarão apoio ao policiamento ostensivo no estado. O efetivo da corporação no local chegará a 300 até a próxima semana.

A Força Nacional está colaborando com o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul em operações de salvamento nas cidades de São Leopoldo e Canoas. Os agentes também oferecem apoio ao policiamento ostensivo em diversas localidades, como Porto Alegre e Nova Santa Rita.

De acordo com o MJSP, neste momento, as operações estão focadas no patrulhamento e salvamento embarcados, reconhecimento terrestre, apoio à Brigada Militar (Polícia Militar gaúcha) e ao Corpo de Bombeiros, e também incluem abordagens terrestres e aquáticas para resgate de pessoas e animais ilhados.

Além da Força Nacional, considerando a presença de Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Força Penal Federal (FPF), o MJSP encaminhou mais de mil servidores para atuação no Rio Grande do Sul.

Os agentes federais atuam nas áreas atingidas pelas enchentes com o suporte de cinco helicópteros, 21 embarcações de resgate e 18 botes de resgate. Também estão sendo utilizados na força-tarefa federal 11 jet skis e mais de 200 viaturas (entre viaturas comuns, viaturas-reboque, caminhonetes especiais, caminhões e ônibus).

Fonte: EBC GERAL

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Missão técnica do Idaf em Mato Grosso reforça ações de defesa sanitária vegetal no Acre

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A programação também incluiu visita a unidades de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos. No local, a equipe conheceu os procedimentos de logística reversa, armazenamento e destinação ambientalmente adequada desse material

O corpo técnico do Indea demonstrou, na prática, metodologias de amostragem, coleta de material vegetal e análise em campo. Foto: Cedida

Uma equipe do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), composta por engenheiros agrônomos das regionais de Cruzeiro do Sul, Brasiléia e Rio Branco, além de uma engenheira florestal, realizou, entre os dias 2 e 6 de março, uma visita técnica ao Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT), no estado de Mato Grosso, um dos maiores polos de produção de soja do Brasil. A programação ocorreu em Cuiabá e em municípios da região, com o objetivo de conhecer de perto as estratégias, programas e procedimentos adotados pelo estado, considerado referência nacional em defesa sanitária vegetal.

Durante a missão institucional, os técnicos acreanos acompanharam inspeções em lavouras de soja, onde foram apresentados aos procedimentos de monitoramento fitossanitário, identificação de pragas e as estratégias de fiscalização relacionadas ao cadastro de unidades de produção, ao vazio sanitário e ao controle da semeadura da soja.

O corpo técnico do Indea demonstrou, na prática, metodologias de amostragem, coleta de material vegetal e análise em campo, além de apresentar as estratégias de vigilância ativa utilizadas no estado para prevenir e controlar pragas de grande impacto econômico, como a ferrugem asiática da soja e a planta daninha amaranthus palmeri.

Idaf conhecem em Mato Grosso estratégias de monitoramento da soja. Foto: Cedida

Entre os principais temas abordados durante o intercâmbio técnico estiveram a fiscalização do vazio sanitário da soja, procedimentos de cadastro de plantio e acompanhamento das unidades de produção, rotinas de monitoramento e comunicação de focos de ferrugem asiática, protocolos de vigilância e controle do amaranthus palmeri, integração entre setores administrativos, regionais e equipes de campo, uso de ferramentas tecnológicas e sistemas de informação na gestão da defesa vegetal, monitoramento e identificação de pragas com uso de tecnologias e inteligência artificial.

“A capacitação realizada em Mato Grosso foi fundamental para conhecermos, na prática, a rotina de fiscalização voltada ao reconhecimento da ferrugem asiática da soja em campo e à coleta de amostras para análise. Essa experiência é essencial para a geração de dados que irão subsidiar o desenvolvimento de algoritmos de Inteligência Artificial. A proposta agora é iniciar a aplicação dessas práticas no Acre, contribuindo para a modernização da defesa agropecuária e para a construção de soluções de IA voltadas ao monitoramento fitossanitário”, explica Erica Mendonça, engenheira florestal e auditora fiscal do Idaf.

Iniciativa acompanha o crescimento da produção agrícola no Acre. Foto: Cedida

A programação também incluiu visita a unidades de recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos. No local, a equipe conheceu os procedimentos de logística reversa, armazenamento e destinação ambientalmente adequada desse material, etapa considerada essencial para a sustentabilidade da produção agrícola. A visita também permitiu conhecer experiências que dialogam com as ações já realizadas no Acre, por meio de campanhas de recebimento itinerante de embalagens vazias de agrotóxicos.

Segundo Ligiane Amorim, coordenadora do programa de sanidade das grandes culturas do Idaf, a experiência permitiu compreender, na prática, como Mato Grosso estrutura suas ações de fiscalização, monitoramento e gestão fitossanitária em grandes áreas de produção agrícola.

“A troca de experiências com estados que possuem programas consolidados fortalece significativamente o nosso trabalho e contribui para o aprimoramento das estratégias de vigilância, monitoramento e prevenção de pragas que podem impactar diretamente a produção agrícola. Esses momentos de aprendizado permitem conhecer na prática metodologias que já vêm apresentando bons resultados em outras regiões, além de possibilitar a adaptação dessas estratégias à realidade do nosso estado. Ao compartilhar conhecimentos, tecnologias e formas de atuação em campo, conseguimos fortalecer ainda mais o sistema de defesa agropecuária, tornando as ações mais eficientes, preventivas e alinhadas às necessidades dos produtores rurais”, destacou.

Programas estruturados contribui para o aprimoramento de protocolos técnicos de vigilância fitossanitária. Foto: Cedida

O fortalecimento da defesa agropecuária no Acre reforça a importância da cooperação entre os órgãos de defesa agropecuária do país que possuem programas estruturados na área. O Idaf tem buscado ampliar o intercâmbio técnico para aprimorar protocolos, fortalecer a vigilância fitossanitária e prevenir a entrada e disseminação de pragas de importância econômica. A ação também destacou a importância da parceria institucional, bem como a receptividade da equipe do Indea/MT durante toda a programação técnica.

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Waack questiona “missão divina” de Mendonça no STF em meio a avanço do caso Master e divide opiniões

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Jornalista contrasta convicções religiosas do ministro com exigência de imparcialidade na Corte; internautas resgatam profecia de 28 anos sobre trajetória do magistrado

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança. Foto: captada 

Uma análise feita pelo jornalista William Waack, durante a abertura do programa WW, na CNN Brasil, colocou sob holofotes a postura do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O comentário ocorreu em meio ao avanço da investigação que culminou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Fé e Justiça em debate

Waack questionou a associação frequente que Mendonça faz entre sua atuação na Corte e uma suposta “missão” recebida de Deus. Em artigo recente, o jornalista afirmou que o ministro, “homem de profunda convicção religiosa, teria imediatamente se recolhido em orações ao saber que fora sorteado como novo relator do caso Master”.

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança, dado o peso das denúncias envolvendo figuras de alto escalão do mercado financeiro e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os pontos levantados pelo jornalista na abertura do programa incluem:

  • A gravidade das provas que sustentam a Operação Compliance Zero.

  • O contraste entre as convicções religiosas do ministro e a exigência de imparcialidade no STF.

  • As críticas direcionadas à lentidão ou omissão da Procuradoria-Geral da República.

Atuação no caso Master

Especialistas apontam que Mendonça, ao assumir a relatoria do caso Master, tem demonstrado postura diferente da do relator anterior, ministro Dias Toffoli. Em decisões recentes, Mendonça restabeleceu a autonomia da Polícia Federal nas investigações e permitiu que o Congresso Nacional exerça seu poder investigativo, contrastando com medidas anteriores adotadas por Toffoli. O caso já gerou mais de trinta procedimentos na Polícia Federal.

Analistas jurídicos consideram que Mendonça, por não integrar grupos políticos específicos dentro do STF, pode aproveitar a oportunidade para mostrar protagonismo na condução do processo.

Profecias e trajetória pública

Após a repercussão da fala de Waack, internautas resgataram o relato de André Mendonça sobre uma profecia recebida há 28 anos, na qual sua trajetória seria marcada por um propósito maior no serviço ao país. O ministro já declarou publicamente, durante pregações, ser “um instrumento de Deus no Supremo”.

O uso dessa narrativa por parte do magistrado tem sido alvo de debates intensos, dividindo opiniões entre aqueles que veem coerência com seus princípios e críticos que apontam risco à laicidade do Judiciário.

A tensão entre a narrativa religiosa do ministro e a condução de casos de corrupção bilionária coloca o STF em uma posição de constante vigilância pelo debate público. Até o momento, o gabinete de Mendonça não se manifestou sobre as críticas feitas durante a transmissão.

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Corpo de "Sicário", o espião de Vorcaro, é liberado pelo IML de BH

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Material cedido ao Metrópoles
Sicário

O corpo de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, chegou ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IML), em Belo Horizonte, na tarde deste sábado (7/3). Ao Metrópoles, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que o cadáver foi liberado após exames para a família dar prosseguimento ao velório e ao sepultamento. Ele morreu nessa sexta-feira (6/3) após dois dias internado em um hospital da capital mineira.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, havia suspeita de morte cerebral. O óbito foi declarado às 18h55 após o encerramento do protocolo de morte encefálica, iniciado por volta das 10h15 do mesmo dia. A defesa disse que não há informação sobre o enterro de Sicário. 

A Polícia Federal relatou que Luiz Phillipi tentou suicídio na Superintendência Regional da PF depois de ser preso na terceira fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude no Banco Master.

Luiz Phillipi é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também preso na força-tarefa. A investigação aponta que o Sicário exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”. Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas.

O homem tem uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Ele também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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