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Cotidiano

Fluminense encerra jejum em clássicos ao bater o Vasco e conquista primeira vitória no Brasileirão

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Na abertura da terceira rodada do Campeonato Brasileiro, o Fluminense venceu o Vasco, por 2 a 1, em duelo disputado neste sábado no Maracanã.

O Fluminense dominou o primeiro tempo e abriu o placar com Ganso. No segundo tempo, o Tricolor das Laranjeiras ampliou com Martinelli. O Vasco diminuiu com Vegetti, mas não conseguiu uma reação.

Com o resultado, o Tricolor carioca conquistou sua primeira vitória no torneio nacional, chegou aos quatro pontos e pulou para a quarta posição. A equipe do técnico Fernando Diniz ainda acabou com o jejum em clássicos, que já durava mais de um ano. Já o Cruzmaltino seguiu com três pontos e ficou em 13º.

Na próxima rodada do Brasileirão, o Fluminense visita o Corinthians, no domingo (28), em São Paulo, às 16h (de Brasília). No dia anterior, sábado, o Vasco recebe o Criciúma, em São Januário, no mesmo horário.

O jogo

O clássico começou com as duas equipes em busca do ataque. O Vasco criou a primeira boa chance, aos dois minutos, quando David tocou para Matheus Carvalho, que chutou para boa defesa de Fábio.

Só que o Fluminense não se incomodou com o susto e respondeu com gol, aos nove minutos. Ganso aproveitou cruzamento de Marcelo e cabeceou para a rede.

Os cruzmaltinos sentiram o revés. Tanto que o Fluminense passou a dominar o clássico, mas pouco criou dificuldade para a zaga adversária.

Somente nos minutos finais, o Vasco conseguiu chegar ao ataque com qualidade. Píton e Vegetti finalizaram pela linha de fundo. Assim, o Fluminense manteve a vantagem até o intervalo.

No segundo tempo, o Fluminense quase ampliou com um minuto. Primeiro, Arias finalizou para defesa de Léo Jardim. Só que o Vasco teve grande oportunidade de empatar em seguida. Rayan entrou na área, mas chutou em cima de Fabio.

O clássico seguiu aberto e o Fluminense marcou o segundo aos sete minutos. Martinelli aproveitou passe na área e mandou para a rede.

Quando parecia que o Fluminense teria o controle do jogo, o Vasco chegou ao gol aos dez minutos. Vegetti aproveitou cruzamento e cabeceou para a rede.

O gol animou o Vasco, que passou a pressionar em busca do empate. Só que o Fluminense tentava aproveitar os espaços para contra-atacar. Com isso, o duelo ficou sendo disputado em ritmo acelerado. Os tricolores quase marcaram aos 25 minutos, em falta cobrada por Marquinhos que foi no travessão.

O Vasco chegou a balançar a rede, com Vegetti. No entanto, o gol foi anulado por impedimento do atacante. Depois, Vegetti e Maicon quase marcaram em cabeceios.

Na parte final, o clássico seguiu aberto, com as duas equipes em busca do ataque. No entanto, nem Fluminense nem Vasco foram competentes para marcar. Assim, os tricolores seguraram o resultado para sair de campo com a vitória.

FICHA TÉCNICA
FLUMINENSE 2 X 1 VASCO

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: Sábado, 20 de abril de 2024
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO-Fifa)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR-Fifa) e Leone Carvalho Rocha (GO)
VAR: Rodolpho Toski Marques (PR-VAR-Fifa)

Cartões amarelos: Felipe Melo, André, Lima e Ganso (Fluminense); Galdames, Vegetti, Hugo Moura, Zé Gabriel e Matheus Carvalho (Vasco)

GOLS
FLUMINENSE: Ganso, aos 9 minutos do primeiro tempo; Martinelli, aos 7 minutos do segundo tempo
VASCO: Vegetti, aos 10 minutos do segundo tempo

FLUMINENSE: Fábio; Samuel Xavier, Felipe Melo (Antonio Carlos), Manoel e Marcelo; André, Martinelli, Paulo Henrique Ganso (Lima) e John Arias; Marquinhos (Douglas Costa) e Germán Cano (John Kennedy)
Técnico: Fernando Diniz

VASCO: Léo Jardim; PH, Maicon, Léo e Lucas Piton; Mateus Carvalho (Hugo Moura), Sforza (Zé Gabriel) e Galdames (Erick Marcus); Rossi (Rayan), Vegetti e David (Clayton)
Técnico: Ramón Díaz

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Cotidiano

Acre tem segundo maior preço do milho do país, com saca a R$ 93,60

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Estado só ficou atrás de Pernambuco, segundo dados da Conab; valor pago ao produtor local foi 59% superior ao preço mínimo federal

No recorte por quilo, o Acre também se destacou: o valor médio de R$ 1,51/kg foi o terceiro maior do país, superado apenas pelo Rio de Janeiro (R$ 1,56/kg) e Pernambuco (R$ 1,52/kg). Foto: captada 

O Acre registrou um dos maiores preços pagos ao produtor de milho no Brasil entre os dias 2 e 6 de fevereiro de 2026, com a saca de 60 quilos atingindo a média de R$ 93,60. O valor coloca o estado na segunda posição nacional, atrás apenas de Pernambuco (R$ 95,00), e bem acima de produtores tradicionais como Mato Grosso, onde a saca foi comercializada a R$ 46,71.

Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o preço recebido pelo agricultor acreano ficou R$ 55,32 acima do preço mínimo federal vigente no estado, que era de R$ 38,28 — uma diferença de 59,10%. No recorte por quilo, o Acre também se destacou: o valor médio de R$ 1,51/kg foi o terceiro maior do país, superado apenas pelo Rio de Janeiro (R$ 1,56/kg) e Pernambuco (R$ 1,52/kg).

A trajetória é de alta: na semana analisada, o preço médio no estado subiu 2,63% na comparação semanal, 4,00% no mensal e acumula crescimento de 8,33% no ano. O desempenho reflete um cenário de valorização expressiva frente a estados com maior volume de produção, como Mato Grosso (R$ 0,81/kg), Goiás (R$ 0,87/kg) e Paraná (R$ 0,92/kg).

Resumo do Desempenho do Acre
Indicador Valor no Acre Posição no Ranking Nacional Comparativo Nacional
Preço por saca (60kg) R$ 93,60 2º maior Atrás de Pernambuco (R$ 95,00)
Preço por quilograma R$ 1,51/kg 3º maior Atrás do RJ (R$ 1,56) e PE (R$ 1,52)
Prêmio sobre o Preço Mínimo +R$ 55,32 (acima de R$ 38,28) Maior diferença absoluta Diferença percentual: +144,6%
Variação Semanal +2,63% Tendência de alta recente
Variação Anual Acumulada +8,33% Trajetória consistente de valorização
Análise e Contexto
  1. Destaque Nacional: O Acre se consolidou como uma das regiões de maior valorização do milhono país, ocupando posições de topo tanto no preço por saca quanto por quilo.

  2. Prêmio de Mercado Expressivo: O dado mais significativo é o “prêmio” de R$ 55,32 sobre o preço mínimo federal (R$ 38,28). Isso indica uma forte pressão de demanda local ou regional, custos logísticos elevados para entrada de produto de outras regiões, ou uma combinação de ambos.

  3. Contraste Nacional Acentuado: A diferença para os grandes estados produtores é enorme:

    • Acre (R$ 1,51/kg) vs. Mato Grosso (R$ 0,81/kg)

    • Isso representa um preço 86% maior no Acre, ilustrando o impacto da distância dos centros produtores e do custo do frete (o chamado “frete embutido no preço”).

  4. Trajetória de Alta: Os dados de variação semanal, mensal e anual mostram um cenário de contínua valorização no estado, reforçando a dinâmica de mercado aquecido.

O Acre vive um cenário atípico e favorável para o produtor de milho, com preços excepcionalmente altos impulsionados por fatores logísticos e de mercado local, que o colocam em uma posição vantajosa, porém isolada, no panorama nacional da commodity.

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Governo do Acre recebe doação de mais de 12 mil litros de água para abastecer famílias afetadas pelas enchentes

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O governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), recebeu nesta segunda-feira, 9, a doação de 1.350 fardos de água mineral da empresa Solar Coca-Cola, na sede da pasta, em Rio Branco. A iniciativa contou com a articulação da Defesa Civil estadual e da Casa Civil.

A ação tem como finalidade suprir as necessidades básicas de famílias afetadas pelas cheias em municípios acreanos, como Rio Branco, Cruzeiro do Sul, Sena Madureira e Tarauacá, entre outros. Os donativos totalizam mais de 12 mil litros de água.

Mais de 12 mil litros de água serão destinados à população de cidades impactadas pelas recentes enchentes. Foto: Daniel Villamor/SEASDH

A vice-governadora e titular da SEASDH, Mailza Assis, destaca a importância da união entre o poder público e a iniciativa privada no enfrentamento das consequências da cheia e acolhimentos às famílias. “Parcerias como essa fortalecem o cuidado com a população. A solidariedade chega mais longe e contribui para dar suporte às famílias atingidas pela cheia dos rios”, diz.

O coordenador da Defesa Civil estadual, coronel Carlos Batista, relata que ficou definido que os donativos seriam direcionados conforme as demandas e necessidades identificadas pela secretaria: “Estamos em um momento de união e a doação de donativos é muito importante neste cenário de cheia que enfrentamos todo ano”.

Willyam Lima, ressaltou que a ação representa uma forma de colaborar com as famílias que enfrentam um momento de vulnerabilidade. Foto: Daniel Villamor/SEASDH

O supervisor da Solar Coca-Cola, Willyam Lima, ressaltou que a ação representa uma forma de colaborar com as famílias que enfrentam um momento de vulnerabilidade. “Firmamos parceria com a Defesa Civil para contribuir com um item essencial, que é a água potável. Essa é uma situação que impacta toda a sociedade, e a união entre empresas e o poder público é fundamental para garantir apoio às famílias afetadas”, destaca.

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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE

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Junina Pega-Pega anuncia retorno de Cley Oliveira como coreógrafo oficial para a temporada 2026

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Referência nacional no movimento junino, artista assume a direção coreográfica da quadrilha na temporada em que a Pega-Pega celebra 30 anos de história

Dry Alves, Ascom

Com muita alegria, a Junina Pega-Pega anuncia o retorno de Cley Oliveira ao Acre como coreógrafo oficial da quadrilha para a temporada 2026. A chegada do profissional marca um novo ciclo criativo e artístico, reforçando o compromisso da Pega-Pega com espetáculos que unem técnica, emoção e identidade cultural.

Com uma trajetória marcada por conquistas históricas, a Junina Pega-Pega carrega no currículo sete títulos de Campeã Estadual, três títulos do Circuito Junino e três conquistas no Festival do Sesc, consolidando-se como uma das maiores referências do movimento junino no Acre e no Brasil. Fundadora do Instituto Pega-Pega, a quadrilha construiu, ao longo dos anos, um legado pautado pela excelência artística, pela valorização da cultura popular e pela formação de gerações que fazem do São João um verdadeiro espetáculo de identidade, tradição e emoção.

Cley Oliveira é administrador, coreógrafo, brincante de folguedos e um dos pioneiros na preparação de destaques juninos no Brasil, com 33 anos de atuação no movimento junino. Sua trajetória transita entre a dança popular, o teatro e a pesquisa cultural, articulando técnica, performance e tradição na formação de quadrilheiros, noivos, rainhas e marcadores. Cofundador da União Junina do Ceará e criador do workshop Hoje Dama, Amanhã Diva, Cley é referência nacional na qualificação artística do São João brasileiro.

A escolha do coreógrafo reforça o propósito da Junina Pega-Pega de construir, em 2026, um espetáculo guiado pela luz, pelo movimento e pela força de sua história. Em uma temporada simbólica, que celebra três décadas de conquistas, o encontro entre a experiência de Cley Oliveira e o brilho da Pega-Pega promete um espetáculo marcante, onde tradição e inovação caminham juntas em torno do sol, da emoção e da essência junina.

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