Cotidiano
Flamengo vence Nova Iguaçu com facilidade e encaminha título carioca
Sem conhecimento do rival, time de Tite faz 3 a 0 no Maracanã e fica perto do 38º troféu. Flamengo poderá perder por até dois gols na volta
Por Redação Jogada10
Vitória rubro-negra e título estadual encaminhado. O Flamengo encarou o Nova Iguaçu neste sábado, pelo jogo de ida da final do Campeonato Carioca 2024, e venceu a Laranja da Baixada por 3 a 0. Com dois de Pedro, artilheiro do torneio com 11 gols, e um de Ronald (contra) no Maracanã, o clube da Gávea colocou uma mão e meia na taça.

Pedro tem 11 gols em 11 partidas oficiais na temporada 2024 – Foto: Divulgação/Flamengo
Dessa forma, com o resultado, o Flamengo poderá empatar ou perder por até dois gols de diferença no jogo de volta para conquistar o 38º título carioca. Para o Nova Iguaçu, entretanto, somente vitória por quatro gols de diferença dá o título inédito. Se o time da Baixada Fluminense vencer por três gols de diferença, o jogo irá para os pênaltis.
Primeiro tempo
O Flamengo dominou o primeiro tempo, foi para o intervalo vencendo por 1 a 0, mas poderia ter feito mais. Apesar de começar errando alguns passes, o Rubro-Negro logo passou a controlar a partida e abriu o placar aos 19 minutos. Ayrton Lucas invadiu a área, mas sofreu toque de Xandinho. O juiz marcou pênalti, que Pedro deslocou o goleiro para marcar. O Fla teve mais algumas chances claras, como com o próprio Pedro, que perdeu gol na pequena área. O Nova Iguaçu, porém, sem conseguir chegar à área rubro-negra, apostou em chutes de longe. Xandinho e Yan arriscaram de fora da área e obrigaram Rossi a fazer grandes defesas. Aos 47, Sérgio Raphael, após bola levantada na área, cabeceou sozinho após Rossi sair mal, mas a bola foi para fora. No minuto seguinte, Pedro marcou mais um, mas o VAR pegou impedimento milimétrico e anulou.
Segundo tempo
A etapa final seguiu com mais domínio do Flamengo, que ampliou ainda mais o controle da partida. Logo com sete minutos, Luiz Araújo achou lindo lançamento para Everton Cebolinha, que dominou dentro da área e tocou para Pedro. Livre na pequena área, o camisa 9 só escorou para o fundo das redes. O time de Tite seguiu com a posse de bola e criando chances e fez o terceiro aos 31. Ou melhor, o Nova Iguaçu fez o terceiro para o Flamengo. Em bola disputada dentro da área, Pedro tentou limpar a marcação, mas Ronald tentou cortar e acabou encobrindo o goleiro Fabrício, fazendo um gol contra. No fim foi só administrar o resultado e esperar o apito final para celebrar.
Sequência
Flamengo e Nova Iguaçu voltam a se enfrentar no domingo da outra semana (7 de abril) pelo jogo de volta da final do Campeonato Carioca, novamente no Maracanã. Antes, porém, o Rubro-Negro estreia na Libertadores 2024 na terça-feira, diante do Millonarios (COL), fora de casa.
NOVA IGUAÇU 0 X 3 FLAMENGO
Campeonato Carioca 2024 – Final – Jogo de ida
Data: 30/03/2024, às 17h (de Brasília)
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Público: 43.778 torcedores
Renda: R$ 3.853.735,00
NOVA IGUAÇU: Fabrício; Yan (Matheus Matias, 38’/2ºT), Gabriel Pinheiro, Sérgio Raphael (Ronald, 26’/2ºT) e Maicon (Sidney, 17’/2ºT); Igor Guilherme (Fernandinho, 17’/2ºT), Albert e Yago; Xandinho (Alegria, 17’/2ºT), Bill e Carlinhos. Técnico: Carlos Vitor
FLAMENGO: Rossi; Varela, Fabrício Bruno, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Pulgar (Igor Jesus, 26’/2ºT), De la Cruz (Allan, 17’/2ºT) e Arrascaeta (Matheus Gonçalves, 33’/2ºT); Luiz Araújo (Victor Hugo, 33’/2ºT), Everton Cebolinha (Bruno Henrique, 26’/2ºT) e Pedro. Técnico: Tite
Gols: Pedro, 19’/1ºT (0-1); Pedro, 7’/2ºT (0-2); e Ronald (contra), 31’/2ºT (0-3)
Árbitro: Alex Gomes Stéfano
Assistentes: Thiago Henrique Neto Corrêa Farinha e Thiago Rosa de Oliveira Esposito
VAR: Rodrigo Carvalhaes de Miranda
Cartão Amarelo: Albert e Igor Guilherme (NIG); Varela e Pulgar (FLA)
Cartão Vermelho: –
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Câmara aprova projeto que cria a Universidade Federal do Esporte
O texto aprovado em plenário é um substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF). Ele retirou do texto expressões como misoginia, racismo e gênero no trecho sobre as finalidades da nova universidade ligadas ao enfrentamento dessas questões no esporte

A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade. Foto: ilustrativa
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) o projeto de lei que cria a Universidade Federal do Esporte (UFEsporte), com sede em Brasília, para atuar na área do conhecimento relativa à ciência do esporte. A proposta será enviada ao Senado.

O Projeto de Lei 6133/25 foi uma iniciativa do governo federal, apresentada no fim do ano passado. Na mesma época, o governo também anunciou a criação da Universidade Federal Indígena (Unind), cujo projeto segue em tramitação.
O texto aprovado em plenário é um substitutivo do relator, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF). Ele retirou do texto expressões como misoginia, racismo e gênero no trecho sobre as finalidades da nova universidade ligadas ao enfrentamento dessas questões no esporte.
Pela proposta, fica permitida a abertura futura de campi em outros estados.
O estatuto da nova autarquia definirá sua estrutura organizacional e forma de funcionamento, observado o princípio de não separação das atividades de ensino, pesquisa e extensão. A instituição poderá utilizar formas alternativas de ingresso, estratégias de atendimento e fomento, respeitadas as normas de inclusão e de cotas.
“A criação da UFEsporte se justifica pelo fato de o Brasil carecer de profissionais qualificados nas áreas de gestão, ciência do esporte e políticas públicas, situação que contrasta com a reconhecida capacidade do país em descobrir grandes talentos esportivos”, destacou o relator, ao ler seu voto em plenário.
Além de outros bens, legados e direitos doados, a UFEsporte contará com bens móveis e imóveis da União que o projeto permite doar para a instituição começar a funcionar administrativamente. A autarquia contará ainda com receitas eventuais, a título de remuneração por serviços prestados compatíveis com sua finalidade; e de convênios, acordos e contratos celebrados com entidades e organismos nacionais e internacionais.
Parte da receita de apostas em bets também poderá ser direcionada pelo Ministério do Esporte.
Segundo o que prevê o projeto, caberá ao governo federal nomear o reitor e o vice-reitor com mandato temporário até que a universidade seja organizada na forma de seu estatuto. Caberá ao reitor temporário estabelecer as condições para a escolha do reitor de acordo com a legislação.
Dentro de 180 dias da nomeação do reitor e vice-reitor temporários, a instituição enviará ao Ministério da Educação propostas de estatuto e regimento geral.
“A oferta pública e gratuita de cursos de tecnólogos, graduação e pós-graduação, com abrangência em todas as regiões do país, enfocando a qualidade da formação de novos profissionais e assegurando condições de acesso e permanência a atletas estudantes, parece-nos bastante positiva e tende a suprir uma carência histórica dos profissionais do setor”, continuou o deputado Julio César Ribeiro, em seu voto.
Concurso público
Após autorização de lei orçamentária, a instituição poderá organizar concurso público de provas e de títulos para o ingresso na carreira de professor do magistério superior e na carreira de técnico-administrativo.
Para o líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), a criação da universidade é muito mais uma demanda da sociedade do que iniciativa do governo.
“Isso vem sendo discutido há muito tempo. Todos os esportistas brasileiros pedem que essa universidade exista, inclusive como formadora de atletas e de diretrizes para o esporte brasileiro nas suas variadas modalidades”, disse.
Contrário à proposta, o deputado Alberto Fraga (PL-DF), vice-líder da oposição, afirmou que o projeto é “eleitoreiro e populista”.
“O governo anuncia a criação sem colocar um centavo no Orçamento. É marketing puro, é uma promessa vazia que gera manchete hoje e será esquecida amanhã”, disse.
A deputada Julia Zanatta (PL-SC) criticou o fato de o governo criar universidades sem conseguir manter as instituições de ensino já existentes.

A deputada Julia Zanatta (PL-SC)
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Câmara aprova redução de impostos com impacto de R$ 1,1 bilhão

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10/2) um projeto para reduzir os impostos da indústria química e petroquímica. A renúncia fiscal estimada para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2026 será de R$ 1,1 bilhão.
O texto segue agora ao Senado.
Ao todo, o projeto pode causar um déficit de R$ 3,1 bilhões nos cofres públicos. No entanto, o relator da proposta, Carlos Zarattini (PT-SP), calcula que R$ 2 bilhões seriam compensados com a arrecadação do corte de benefícios fiscais e da taxação de bets e fintechs, aprovada pelo Congresso em 2025.
O projeto reduz as alíquotas de PIS/Pasep e Cofins cobradas da indústria química e petroquímica, tanto na produção nacional quanto na importação de insumos estratégicos.
A redução ocorre de forma escalonada:
- De janeiro de 2025 a fevereiro de 2026, as alíquotas passam para 1,52% (PIS/Pasep) e 7% (Cofins);
- De março a dezembro de 2026, caem ainda mais, para 0,62% (PIS/Pasep) e 2,83% (Cofins).
O benefício vale para centrais petroquímicas e indústrias químicas que utilizam matérias-primas como etano, propano, butano, nafta petroquímica, gás natural, amônia e condensados, além de derivados como eteno, propeno, benzeno, tolueno e butadieno.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Primeiro lote do seguro-defeso beneficiará 154 pescadores artesanais do Acre
Pagamentos começam em 17 de fevereiro; benefício garante um salário mínimo mensal durante o período de defeso

A situação dos pedidos pode ser acompanhada pela Carteira de Trabalho Digital ou pelo portal Gov.br. Foto: captada
Cento e cinquenta e quatro pescadores artesanais do Acre foram contemplados no primeiro lote do seguro-defeso, com pagamentos programados para ter início no próximo dia 17 de fevereiro. O auxílio, concedido pelo Governo Federal por meio do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), assegura um salário mínimo por mês aos profissionais enquanto a pesca fica suspensa para proteção das espécies nativas.
Para receber o benefício, os pescadores precisaram atender a requisitos como registro atualizado no Registro Geral da Pesca (RGP), inscrição no Cadastro Único (CadÚnico), apresentação do Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (REAP), residência em área coberta pelo defeso e não possuir outra fonte de renda além da pesca artesanal.
O valor é pago a cada 30 dias, podendo se estender por até cinco meses, conforme a duração do período de defeso em cada região. O cronograma de saques é definido com base na data de solicitação do auxílio. Pescadores não contemplados podem regularizar a documentação junto ao Ministério da Pesca e Aquicultura.
Requisitos Obrigatórios para Recebimento
Para serem contemplados, os profissionais precisaram cumprir todos os requisitos abaixo:
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Registro Atualizado no Registro Geral da Pesca (RGP).
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Inscrição Ativa no Cadastro Único (CadÚnico).
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Comprovação da Atividade via Relatório do Exercício da Atividade Pesqueira (REAP).
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Residência em localidade coberta pelo período de defeso.
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Não possuir outra fonte de renda formal além da pesca artesanal.
Informações para os Demais Pescadores
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Regularização: Quem não foi contemplado pode regularizar a documentação junto ao Ministério da Pesca e Aquicultura.
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Acompanhamento: A situação do pedido pode ser consultada:
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Pelo aplicativo ou site da Carteira de Trabalho Digital.
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Pelo portal Gov.br.
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Revisão: O portal Gov.br também traz orientações para solicitar revisão dos casos não aprovados inicialmente.
Finalidade do Programa
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Órgão Responsável: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) do Governo Federal.
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Objetivo: Garantir sustento aos pescadores artesanais durante o período de defeso, quando a pesca fica suspensa para a proteção e reprodução das espécies nativas.

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