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Fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais são essenciais à saúde, destaca Socorro Neri

A deputada Socorro Neri recebeu esta semana em seu gabinete, em Brasília, a visita do presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO) AC/RO, dr. Rodrigo Moreira, e do proprietário da Clínica CER(RBR/AC), Geison Morais. Em pauta, o apoio político da parlamentar para a abertura do curso de Terapia Ocupacional e Fisioterapia na Ufac. Com vasta experiência universitária (doutora em Educação, vice-reitora, pró-reitora de graduação e professora da Ufac), Socorro Neri se disse disposta a encampar a reivindicação. “Afinal, são 2 áreas que vem ao encontro das necessidades da saúde de nosso Estado”.
“A Fisioterapia e a Terapia Ocupacional foram absolutamente essenciais para o combate as sequelas deixadas pela Covid 19, destacou Moreira. Hoje, o Acre conta com pouco mais de 1.500 terapeutas e (pasme!) tão somente 25 terapeutas ocupacionais. Isto revela, destacou, que o Estado carece de quantitativo destes profissionais que possam atender inclusive a demanda de instituições privadas. O presidente do CREFITO ressaltou ainda que o Estado não possui nenhum curso de Terapia Ocupacional. Para Moreira, é imperiosa a abertura dos cursos de Terapia Ocupacional e Fisioterapia em instituição de ensino público. “até porque a universidade pública, com seu papel social, viria ainda atender uma demanda reprimida do Sistema Único de Saúde (SUS)” .
Necessidade premente.
Moreira ressaltou também que o pequeno número de terapeutas ocupacionais (25) se revela ainda mais grave em função de sua utilidade no acompanhamento de pessoas idosas e portadoras do Espectro Autista. Portanto, segundo ele, nada mais oportuno e premente que a inclusão dos cursos de Terapia Ocupacional e Fisioterapia na Ufac para vir atender em nível suplementar à saúde estadual. “E uma universidade pública, com todo seu know-how e condições materiais, possui as condições necessárias e oportunas para a implementação destes cursos”, enfatizou Moreira.Ao lembrar a intenção de construção de hospital escola pela Ufac, Moreira enfatizou ser indispensável a presença de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais no âmbito hospitalar, respeitando inclusive o exigido tanto pelo Ministério da Saúde, ANVISA e CREFITO. ”Vale lembrar ainda que a fila de espera por atendimento destes profissionais em todo o Estado chega a quase 2.000”. Para Moreira, os cursos porventura disponibilizados pela Ufac, “viriam contribuir para a formação de profissionais qualificados, melhorando significativamente a qualidade do atendimento e da vida dos pacientes ”.
Por seu lado, o proprietário da Clínica CER, Geison Morais, reforçou que há muito o Acre apresenta déficit acentuado de profissionais destas áreas, “que com toda certeza encontrariam um mercado de trabalho extremamente carente destes profissionais e, assim , apto e ávido para absorvê-los”. A deputada se mostrou extremamente receptiva às solicitações e lembrou que , “saúde e suas complementações são absolutamente fundamentais para a construção de uma sociedade sadia e ,portanto, próspera. Por isto mesmo , o Acre precisa aumentar o número de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.”
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Polícia Civil integra programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres” promovido pelo governo do Estado
Em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, a Polícia Civil do Acre (PCAC) participa da programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres”, iniciativa promovida pelo Governo do Acre que reúne diversos serviços voltados ao público feminino, com foco no acolhimento, orientação e garantia de direitos.

Durante a ação, a instituição disponibilizou atendimento para emissão da Carteira de Identidade Nacional (CIN), além de orientações às mulheres sobre direitos e formas de buscar apoio em situações de violência. A estrutura montada pela Polícia Civil conta ainda com duas salas específicas de atendimento, sendo uma destinada ao registro de Boletim de Ocorrência (BO) e outra voltada ao encaminhamento de pedidos de medidas protetivas, garantindo mais privacidade e agilidade às vítimas.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, destacou a importância da participação da instituição em iniciativas que ampliam o acesso das mulheres aos serviços de proteção e cidadania.

“Ações como essa aproximam a Polícia Civil da população e fortalecem a rede de proteção às mulheres. Participar do ‘Março Delas’ é reafirmar o compromisso da Polícia Civil com a defesa dos direitos das mulheres. Estamos oferecendo serviços essenciais, orientação e um espaço seguro para que aquelas que precisarem possam buscar ajuda e garantir a proteção que a lei assegura”, afirmou.
A delegada Juliana de Angelis, representante institucional de Políticas Públicas de Proteção a Grupos Vulneráveis da Polícia Civil, ressaltou que a presença da instituição na programação também tem caráter preventivo e educativo.
“A Polícia Civil busca estar cada vez mais próxima das mulheres, oferecendo informação, acolhimento e acesso aos mecanismos de proteção. Eventos como o ‘Março Delas’ fortalecem essa rede de apoio e ajudam a conscientizar sobre os direitos e os caminhos disponíveis para quem precisa de proteção”, destacou.
A programação do “Março Delas: Acre pelas Mulheres” reúne diversas instituições públicas e parceiros com o objetivo de valorizar, apoiar e ampliar o acesso das mulheres a serviços de cidadania, saúde, orientação jurídica e proteção, marcando o mês dedicado à reflexão e ao fortalecimento das políticas públicas voltadas ao público feminino.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Operação reforça controle migratório em hotéis e alojamentos na cidade de Cobija
Ação conjunta entre Polícia de Pando, INTERPOL e Migração verificou situação de estrangeiros e registro de hóspedes
Uma operação de controle migratório foi realizada em hotéis, pousadas e alojamentos da cidade de Cobija, capital do departamento de Pando. A ação foi coordenada pela Polícia de Pando, por meio de unidade especializada da INTERPOL, em parceria com a Dirección General de Migración de Bolivia.
A operação foi conduzida sob a direção do coronel MSC CAD. Erland Mosteiro Banegas, comandante da Polícia do departamento.
Durante a fiscalização, as equipes realizaram verificações sobre a situação migratória de estrangeiros hospedados nos estabelecimentos, além de conferir o registro correto de hóspedes e a identificação de menores de idade.
De acordo com as autoridades, o objetivo da ação é reforçar a segurança na região de fronteira e garantir o cumprimento das normas migratórias vigentes, além de prevenir possíveis irregularidades em estabelecimentos de hospedagem.
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Mais de 230 denúncias de violência no Acre em 2026 ocorreram dentro de residências, aponta Ministério das Mulheres
Dados de janeiro e fevereiro revelam que 151 casos foram na casa da vítima e 72 em residências compartilhadas com agressores; vítimas são responsáveis por 177 registros

Dados de janeiro e fevereiro mostram que 151 casos aconteceram na casa da vítima e 72 em residências compartilhadas com o agressor; ambiente doméstico concentra maior parte dos registros. Foto: captada
Mais de 230 denúncias de violência registradas no Acre em 2026 aconteceram dentro de residências, segundo dados de atendimentos divulgados pelo Ministério das Mulheres, referentes ao período de 1º de janeiro a 21 de fevereiro de 2026. Desse total, 151 casos ocorreram na casa da própria vítima e 72 em residências onde vítima e suspeito moram juntos, reforçando que a maior parte das ocorrências acontece no ambiente doméstico.
Os registros mostram que outros cenários aparecem com números bem menores. Foram contabilizadas três denúncias em ambientes de lazer ou esporte, três na casa do suspeito, duas em via pública, duas na casa de familiares e duas em ambientes virtuais, como redes sociais. Também houve um caso em estabelecimento comercial, um no transporte público e um registro sem local informado.
Ao todo, o sistema contabiliza 233 protocolos de atendimento no Acre em 2026. Apenas nos dois primeiros meses do ano foram registrados 164 casos em janeiro e 74 em fevereiro, indicando maior concentração de denúncias no início do ano.
Os dados também revelam que a maior parte das denúncias é feita pela própria vítima. Foram 177 registros realizados diretamente por quem sofreu a violência, enquanto 61 foram feitos por terceiros, como familiares, amigos ou testemunhas.
O retrato da violência doméstica
Dos 233 protocolos de atendimento contabilizados no período:
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151 casos ocorreram na casa da própria vítima;
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72 casos aconteceram em residências onde vítima e suspeito moram juntos;
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Apenas 10 registros ocorreram fora do ambiente domiciliar.
Quem denuncia
O levantamento também revela o perfil de quem faz os registros:
- Própria vítima: 177 denúncias (76%)
- Terceiros (familiares, amigos ou testemunhas): 61 denúncias (24%)
Dados do Acre (01/01 a 21/02/2026):
- Total de denúncias: 233
- Casos em residências: 223 (95,7%)
- Principal local: Casa da vítima (151)
- Denúncias feitas pela vítima: 177
- Média mensal: 116,5 casos
Os números acendem um alerta para as políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica no Acre. Em menos de dois meses, 223 mulheres sofreram agressões dentro do que deveria ser seu lugar mais seguro — suas próprias casas. O poder público e a sociedade seguem desafiados a frear essa estatística.



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