Acre
Fim de coligações pode acirrar disputa pela Assembleia Legislativa do Acre
Fábio Pontes
A concorrência pelas 24 cadeiras da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) em 2014 pode ser uma das mais acirradas dos últimos anos. Tudo porque os partidos terão que adotar novos métodos de disputa para assegurar o maior número possível de cadeiras com o fim das coligações proporcionais. Esta é uma das pautas da reforma política que a presidente Dilma Rousseff pretende colocar para avaliação popular por meio de plebiscito.
Sem a possibilidade de alianças, os partidos serão obrigados a aumentar a quantidade de votos. O atual sistema permite que as legendas se unam em coligações para disputar os parlamentos. O voto recebido por cada um é somado, e assim se obtém a votação da coligação partidária.
Esta votação é dividida pela quantidade de cadeiras disponíveis, o chamado coeficiente eleitoral. Desta forma, candidatos que não obtiveram votação expressiva podem ser “puxado” por conta da votação da coligação.
Com a proibição, partidos e candidatos vão ter que ampliar a votação. Se antes os concorrentes necessitavam de uma base de cinco mil votos para ter lugar assegurado na Aleac, esta quantidade pode superar os 10 mil votos.
De olho nisso, os partidos já estudam uma a formação de chapas para estadual competitiva. Quanto mais votos receberem as legendas, maiores as chances de eleger uma bancada forte. Partidos grandes, como PT, PSDB, PMDB e PCdoB, estimam ter chapas com mais de 30 candidatos à Aleac.
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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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