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Filha de servidor encontrado morto em motel em Rio Branco diz que ele teve infarto: ‘Tinha várias crises cardíacas’
Jonatas Nicácio Rodrigues, de 69 anos, teve um infarto dentro de um motel na última terça (25) em Rio Branco. g1 conversou com familiares que disseram que ele tinha uma amante. Ela foi embora antes da chegada do socorro.

Jonatas Nicácio morreu nesta terça (25), em motel no bairro Irineu Serra, em Rio Branco. Foto: cedida
O servidor público Jonatas Nicácio Rodrigues, de 69 anos, que morreu na tarde dessa terça-feira (25) em um motel em Rio Branco, foi acometido por um infarto. A informação foi confirmada por uma filha do idoso, que preferiu não ser identificada, e que disse ainda que ele tinha apenas 20% do coração funcionando por conta de crises cardíacas anteriores.
De acordo com a Polícia Militar do Acre (PM-AC), o homem estava acompanhado de uma mulher que foi embora antes da chegada da polícia. A família confirmou que se trata de uma amante dele, que a família deduz quem seja por conta da quantidade de ligações telefônicas encontradas no celular do idoso.
O homem era casado há mais de 40 anos e no momento da morte estaria com a amante
Além disto, os familiares encontraram cápsula de tadalafila, medicamento usado para disfunção erétil, dentro do carro dele. No entanto, a filha disse que pode não ter sido usado, já que Jonatas já tinha um coágulo no cérebro por conta de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) que ele havia tido anteriormente.
“Ele foi pai de cinco filhos — duas mulheres e três homens –, que criou e apoiou a todos, ensinando os valores familiares, tanto é que todos nós hoje vivemos dignamente. Foi casado com minha mãe por mais de 47 anos e que, apesar dos problemas que quase todas as famílias passam, ele nunca nos abandonou ou deixou faltar qualquer coisa, nem para os filhos, nem para os netos. E é desse pai que eu e meus meus irmãos vamos nos lembrar: do pai presente em todos os momentos. Como homem, teve seus equívocos, e não cabe a mim julgar”, complementou ela.
Constatação da morte
Ainda segundo a PM, ao chegarem no estabelecimento, somente puderam chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e então fizeram o isolamento do quarto. Ao chegar, o Samu encontrou o homem desmaiado no quarto, sem reagir a estímulo verbal.
A ambulância 01 de suporte avançado foi enviada, porém o homem já estava sem os sinais vitais. Após a constatação da morte, o Instituto Médico Legal (IML) foi chamado.
A Prefeitura de Rio Branco publicou uma nota de pesar lamentando a morte do servidor público. “Que o Senhor Deus, em sua infinita bondade, conforte a família e amigos, com quem nos solidarizamos neste momento de perda irreparável”, destacou a nota assinada pelo prefeito Tião Bocalom.
A reportagem entrou em contato com o delegado Alcino Sousa Jr., titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), para verificar se o caso será investigado, porém até a última atualização dessa reportagem, não obteve resposta.

Homem foi encontrado morto dentro de um motel de Rio Branco. Foto: Reprodução
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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