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Fernanda Hassem fala que deixou “bons amigos no PT”, mas diz que se “livrou de alguns

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Prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, com o jornalista Roberto Vaz do ac24horas – Foto: Sérgio Vale

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem (Sem Partido), confirmou que seu grupo político deve apresentar um nome para a disputa das eleições de 2024 no município. Sem citar nomes, ela disse um colegiado irá analisar as propostas e decidirá quem irá suceder ela, que foi gestora da cidade por dois mandatos consecutivos.

“Esse grupo vai ter candidato a prefeito. Esse colegiado vai analisar os nomes e nós vamos decidir quem vai suceder o nosso trabalho”, disse a prefeita, enfatizando que a escolha não será apenas dela.

Sobre qual partido deverá se filiar, Hassem afirmou que conversou com muitos dirigentes partidários, inclusive com o governador Gladson Cameli, mas que ainda não chegou em uma definição.

Fernanda Hassem fala sobre seu trabalho frente ao município de Brasiléia no seu segundo mandato – Foto: Sérgio Vale

Hassem lembrou ainda o episódio em que foi expulsa sumariamente do PT, onde militou por quase 30 anos. “Foi uma decisão pensada, coletiva. Eu só soube que o partido teria candidato majoritário em cima da hora, pela imprensa. Um ano antes, eu já havia informado ao partido que meu irmão seria candidato a deputado estadual, meu marido sairia para federal e minha sogra, Vanda Milani, também seria candidata. Então eu não seria contra a minha família. Foi uma decisão normal que qualquer pessoa tomaria. Não foi projeto familiar, foi planejado. Todas as decisões que tomei contaram com o apoio de lideranças do PT que estão comigo”, justificou.

“Eu deixei bons amigos no PT, mas alguns eu confesso que me livrei. Então vida que segue”, disse a prefeita, dando a entender que sentia um certo alívio de ter deixado a sigla.

Assista vídeo reportagem.

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Emboscada termina com dois jovens mortos no segundo distrito de Rio Branco

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Polícia aponta possível ligação com guerra entre facções; vítimas tinham 17 e 19 anos

Uma emboscada registrada na madrugada desta sexta-feira (27) resultou na morte de dois jovens no bairro Belo Jardim 2, no segundo distrito de Rio Branco.

Segundo informações da polícia, o jovem Cleildson Quirino Lima, de 19 anos, conhecido como “Boladão”, recebeu uma ligação de um suposto amigo solicitando um encontro na rua 11 de Fevereiro, sob a justificativa de repassar uma quantia em dinheiro.

Ao sair de casa para encontrar o adolescente Eduardo Mateus Leal, de 17 anos, conhecido como “Capetinha”, Cleildson foi surpreendido por diversos disparos de arma de fogo e morreu ainda em frente à residência.

Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada, mas apenas pôde constatar o óbito da vítima. A área foi isolada pela Polícia Militar para preservação da cena do crime, enquanto o Departamento de Polícia Técnico-Científico (DPTC) realizou os primeiros levantamentos. O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.

Cerca de duas horas depois, por volta das 5h30, um segundo corpo foi encontrado nas proximidades, ao lado de um terreno. A Polícia Militar foi novamente acionada e identificou a vítima como sendo Eduardo Mateus Leal.

De acordo com as investigações preliminares, Eduardo estaria acompanhado de outros seis suspeitos e teria participado da emboscada contra Cleildson. A principal linha de apuração aponta que o adolescente pode ter sido morto pelos próprios comparsas durante a ação.

No local, peritos encontraram diversas cápsulas de pistola calibre 9 milímetros. A polícia também informou que os dois jovens teriam ligação com organizações criminosas, e o crime pode estar relacionado à disputa entre facções.

Investigadores da Equipe de Pronto Emprego (EPE) estiveram na área coletando informações. O caso será conduzido pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que seguirá com as investigações para identificar e prender os envolvidos.

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Moradores denunciam escuridão, abandono e falta de saneamento em rua do bairro José Hassem

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Sem iluminação, tomada pelo mato e com acúmulo de lixo, via se torna intrafegável e preocupa moradores com segurança e saúde

Moradores do bairro José Hassem, o mais antigo de Epitaciolândia, denunciam a situação de abandono na rua Valter Sena Farias, que enfrenta há mais de um ano a ausência total de iluminação pública.

Segundo relatos, a escuridão tem dificultado o tráfego e aumentado a sensação de insegurança na região. Mesmo durante o dia, a via apresenta condições precárias, com trechos praticamente intransitáveis, o que impede a circulação de veículos e até de motocicletas.

Foto: Keliton Diogo

A falta de manutenção também é apontada como um dos principais problemas. O mato alto tomou conta da rua, enquanto o acúmulo de lixo nas laterais evidencia a ausência de serviços básicos, como limpeza urbana e saneamento.

Moradores relatam ainda que, após a substituição da iluminação pública nos postes, um dos pontos de luz permaneceu inativo, sem qualquer reparo desde então. Com isso, muitos precisam buscar rotas alternativas, passando por áreas mais baixas para conseguir acesso a outras partes do bairro.

Desde a troca da iluminação pública, o ponto de luz permanece sem funcionar.              Foto: Keliton Diogo

As imagens e relatos evidenciam o descaso na localidade. A falta de iluminação, aliada à precariedade da infraestrutura e à ausência de saneamento, não afeta apenas o direito de ir e vir, mas também coloca em risco a segurança e a dignidade da população.

Diante do cenário, os moradores cobram uma resposta das autoridades e aguardam medidas urgentes que garantam melhores condições de infraestrutura, segurança e qualidade de vida na comunidade.

 

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Acadêmico de medicina morre dentro de hospital em Brasiléia e família registra ocorrência

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Caso levanta suspeitas de possível negligência; autoridades iniciam investigação e aguardam resultado de necrópsia

Um acadêmico de medicina identificado como Jefferson Alves Pinto, de 23 anos, morreu enquanto buscava atendimento no Hospital Raimundo Chaar, em Brasiléia. Diante de dúvidas sobre as circunstâncias da morte, familiares registraram um Boletim de Ocorrência e o caso passou a ser investigado pelas autoridades.

Delegado Erick Maciel já iniciou os trabalhos após o registro do Boletim de Ocorrência pelos familiares do jovem – Foto: Alexandre Lima

Segundo o delegado Erick Maciel, responsável pela regional do Alto Acre, a família decidiu acionar a polícia após identificar lacunas nas informações repassadas sobre o atendimento prestado ao jovem.

As primeiras informações apontam que Jefferson procurou o hospital entre a noite de quarta-feira (25) e a madrugada de quinta-feira (26), relatando fortes dores de cabeça e pressão alta. Ele teria passado por triagem, sido medicado e liberado em um primeiro momento.

Acadêmico faleceu dentro do hospital Raimundo Chaaar em Brasiléia. Autoridades abriram sindicância e apuram os fatos.

Pouco tempo depois, o jovem retornou à unidade com os mesmos sintomas. Após novo atendimento, foi encaminhado a uma sala onde permaneceu sentado. Por volta das 7h, profissionais de enfermagem perceberam que ele já não apresentava sinais vitais.

Natural de Rondônia, Jefferson cursava medicina na Universidade Privada Domingo Savio, na Bolívia, que divulgou nota de pesar pela morte do estudante.

O corpo foi inicialmente encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Brasiléia, mas posteriormente transferido para a capital, Rio Branco, onde passará por necrópsia para determinar a causa da morte.

Secretário Pedro Pascoal falou que foi aberto uma sindicância interna para apurar o caso – Foto: Alexandre Lima

Além da investigação policial, a Secretaria de Estado de Saúde abriu uma sindicância para apurar o caso. O secretário Pedro Pascoal informou que foram solicitadas imagens do sistema de segurança da unidade para identificar os profissionais de plantão no momento do atendimento.

Segundo ele, caso seja constatada negligência, os responsáveis serão devidamente responsabilizados. A Secretaria também informou que uma nota oficial deverá ser divulgada com mais detalhes sobre o ocorrido.

O Hospital Raimundo Chaar atravessa um processo de possível transição administrativa, que vem sendo alvo de questionamentos por parte de servidores, sindicatos e representantes políticos, principalmente devido a críticas recorrentes da população sobre a qualidade do atendimento prestado na unidade.

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