A denúncia que levou a Polícia Federal a investigar o caso partiu de uma militantes do partido que defendes as causas feministas da sigla. Descontente com a situação, a mulher denunciou o caso à polícia.

A Polícia Federal no Acre organizou na terça-feira (30) uma coletiva de imprensa para falar sobre a “Operação Citricultor”, que investiga possível crimes de associação criminosa, apropriação indébita, desvio de recursos eleitorais, fraude na prestação de contas (caixa dois eleitoral) e lavagem de dinheiro, além de coação no curso do processo envolvendo o partido PSOL no Acre.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Pedro Ivo Gonzaga, o partido teria recebido do fundo eleitoral a quantia de R$ 540 mil reais e desse valor a polícia acredita que R$ 160 mil reais tenham sido desviados.

O delegado explicou que o partido é investigado pela prática de candidatura laranja, onde teria usado três candidatas mulheres para poderem desviar os recursos partidários.

Uma possível candidata laranja teria recebido mais de R$120.000,00 do Fundo Eleitoral, mas recebeu apenas 358 votos. Outras candidatas teriam recebido mais de R$ 13.000,00, tendo obtido aproximadamente 20 votos cada uma.

Pedro Ivo conta ainda que a denúncia que levou a Polícia Federal a investigar o caso partiu de uma militantes do partido que defendes as causas feministas da sigla.

Descontente com a situação, a mulher denunciou o caso à polícia.

“A denúncia de desvio de recursos partiu de uma militante política do próprio partido ligada às causas feministas da sigla, disse o delegado.

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