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Acre

Falso engenheiro é preso em Epitaciolândia após ser reconhecido por delegado

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Adenilton já tem duas passagens pela Penal por estelionato e se apresentava com dois nomes e engenheiro civil - Foto: Alexandre Lima

Adenilton já tem duas passagens pela Penal por estelionato e se apresentava com dois nomes e engenheiro civil – Foto: Alexandre Lima

Alexandre Lima

Se encontra detido numa das celas da delegacia de Epitaciolândia, Adenilton Ferreira de Souza (47), pelo crime de estelionato no município desde o ano de 2013. O mesmo vinha sendo procurado pela justiça acreana, após ser acusado de ter enganado uma vítima que mora na zona rural e foi lesada em cerca de R$ 14 mil reais.

A detenção do estelionatário, aconteceu quando o delegado Sérgio Lopes, esteve visitando a prefeitura e se deparou com o homem e o reconheceu, através de fotos que foram apresentadas por uma de suas vítimas. Após esse tempo, Adenilton já estava se apresentado engenheiro civil com o nome de Fernando Augusto de Figueiredo.

Carteira funcional apresentada por Adenilton quando foi abordado pelo delegado de Epitaciolândia - Foto: Alexandre Lima

Carteira funcional apresentada por Adenilton quando foi abordado pelo delegado de Epitaciolândia – Foto: Alexandre Lima

Antes, o mesmo já teria se apresentado como Carlos, mas foi identificado por um policial que havia trabalhado no presídio estadual, Francisco de Oliveira Conde, localizado na capital, pelo mesmo crime previsto no Código Penal (171) de estelionato.

Adenilton deverá esperar ser transferido novamente para o presídio nas próximas horas, uma vez que se encontrava com uma carteira onde se apresentava como engenheiro que trabalhava na obra dos hospital de Brasiléia, e até no lado boliviano. Quando foi detido, se encontrava na prefeitura de Epitaciolândia tentando fechar contratos.

O acusado tentou se passar antes de apresentar a carteira funcional de engenheiro falsificada, com o nome de José Roberto. O caso será encaminhado ao Ministério Público e Judiciário do Acre.

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Acre

Acre passa de 100 focos de queimadas em 2024, índice 200% maior que o ano passado

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Por Raimari Cardoso

Em 2023, de 1º de janeiro até 22 de junho, o Acre havia registrado 36 focos de queimadas, segundo o banco de dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, o Inpe. No ano em curso, no mesmo período, já ocorreram 108 focos de queimadas no estado, 200% acima da quantidade detectada no ano passado pelo satélite de referência.

Apesar disso, entre todas as unidades da federação, o estado é o 22º colocado nesses números. Considerando a região Norte, o Acre fica na 6ª colocação, à frente apenas do Amapá, que tem 7 focos de queimadas registrados até o momento. Roraima é o estado com a maior quantidade de queimadas em 2024 no Norte, com 4.627, e o segundo do país, atrás do Mato Grosso, que tem 8.118 focos.

 

Como vem ocorrendo frequentemente, Feijó é o município acreano que mais produz focos de queimadas, de acordo com os dados do Inpe. Até o momento são 15, com Cruzeiro do Sul vindo logo em seguida, com 14. Sena Madureira, com 10, Tarauacá com 9 e Xapuri com 8 focos, completam a lista dos cinco com mais registros até o momento.

Quando se trata do país, o Brasil registra recorde de queimadas em 2024, com 32.920 focos, atrás apenas da Venezuela, que tem 38.106 focos até o momento. O primeiro quadrimestre do ano já havia sido o pior da série histórica em relação ao número de queimadas e incêndios florestais. Foram registrados 17.182 focos de incêndio em todo o país de janeiro a abril.

Para o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a alta significativa das queimadas em 2024 está diretamente associada aos efeitos do fenômeno El Niño no clima nacional, o que resultou em condições secas e temperaturas mais elevadas em boa parte do Brasil.

Emergência no Acre

No último dia 11 de junho, o governo do Acre decretou situação de emergência ambiental em todos os 22 municípios do estado. A medida está prevista no Decreto Estadual nº 11.492, publicado no Diário Oficial do Estado, e vigora até 31 de dezembro.

No ano passado, o documento colocou como prioritárias as dez cidades com maior incidência de ilícitos ambientais. Os motivos apontados em relatórios técnicos da Sema para a ampliação são a previsão do baixo volume de chuvas e nível dos rios, o risco de incêndios florestais e possíveis prejuízos sociais e econômicos.

A coordenação e a articulação interinstitucional dos órgãos e entidades estaduais para a definição de estratégias de prevenção e de combate ao desmatamento e incêndios ficaram a cargo da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

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Acre

Vídeo: Acaba greve de professores de universidades e institutos federais

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Após mais de dois meses parados, professores de universidades e institutos federais aceitaram a proposta do governo Lula e decidiram encerrar a greve.

Paralisação também foi suspensa por técnicos dos institutos federais, mas ainda está mantida pela categoria nas universidades. A Fasubra, que representa a maioria desses servidores, informou ao UOL que fará uma nova reunião com o comando de greve amanhã (24) para decidir os próximos passos.

As aulas só retornarão ao normal após a assinatura dos termos de acordo com o governo federal. A previsão é de que isso ocorra na quarta-feira (26). Sindicatos das categorias realizaram assembleias neste domingo.

O fim da greve nos institutos federais teve hoje 89 votos favoráveis, 15 contrários e 6 abstenções. A plenária foi organizada pelo Sinasefe (Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica). Servidores que atuam nos colégios federais, como o Pedro II, no Rio de Janeiro, também estão incluídos neste grupo.

Parte dos servidores das universidades já havia decidido na última semana a abandonar a greve, hoje completou 69 dias. Até quarta-feira (19), docentes das federais de Brasília, do Paraná e do Rio Grande do Norte já haviam decidido voltar ao trabalho.

Ainda que insuficiente, a força da greve proporcionou conquistas importantes e fortalece a categoria em sua capacidade de mobilização e qualidade de vida
Gustavo Seferian, presidente do Andes (o Andes (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior) e professor na UFMG

A proposta do governo

Aos técnicos-administrativos, o governo propôs um reajuste salarial de 9% em janeiro de 2025 e 5% em abril de 2026. Também há melhorias para valorização da carreira.

Os professores também aceitaram a proposta de reajuste salarial para 2025 e 2026. Cada nível profissional tem uma porcentagem diferente.

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O governo Lula propôs também mudar a carga horária e o registro de ponto eletrônico. O objetivo é revogar a portaria 983/2020, editada pelo governo Jair Bolsonaro (PL), que ampliou a carga horária mínima semanal.

Segundo os professores, a medida prejudicou a pesquisa e a extensão. A norma atual obriga o docente a cumprir o mínimo de 14 horas semanais —se tempo integral—, ou 10 horas em tempo parcial.

O governo também abriu os cofres para incentivar o fim da greve. Lula prometeu destinar R$ 5,5 bilhões em investimentos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para centros e hospitais universitários.

Lula: ‘Não tenho medo de reitor’

Lula (PT) disse em evento no Maranhão, que não “tem medo de reitor”. “Vocês estão lembrados de um presidente que nunca recebeu um reitor na vida dele? Nunca recebeu um reitor. Eu, em apenas um ano e sete meses, já convidei duas reuniões de todos os reitores do Brasil, das universidades e dos institutos federais, porque eu não tenho medo de reitor”, disse Lula.

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Em seguida, ele brincou com o dedo amputado em torno mecânico, quando ele ainda era metalúrgico. “E esse dedo que falta não foram eles [os reitores] que morderam. Esse dedo eu perdi numa fábrica”, disse. “Quero ter uma relação mais democrática possível.”

O presidente tem se queixado da greve. Lula já disse não ver motivo para a greve “durar o que está durando” e, numa solenidade no começo do mês, falou dos investimentos em infraestrutura nas instituições de ensino federais.

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Acre

Desligamento de energia pelo whatsApp não é fake; serviço pode ser solicitado

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O aviso de desligamento programado pelo WhatsApp é disponibilizado a todos os clientes que precisam apenas realizar a atualização cadastral

Energisa informa os clientes com 72 horas de antecedência. Nos avisos de desligamento programado, são informadas as regiões que receberão a melhoria. Foto: internet

Nos últimos dias, a informação de aviso de desligamento programado de energia pelo aplicativo WhatsApp virou dúvida em grupo de conversa por suspeita de fake news ou golpe.

A reportagem procurou a Energisa, empresa responsável pela distribuição da energia no Acre, e esclareceu que o serviço realmente existe.

O aviso de desligamento programado pelo WhatsApp é disponibilizado a todos os clientes que precisam apenas realizar a atualização cadastral e informar um número de telefone para poder receber os avisos com antecedência e se programar para a melhoria na rede elétrica.

Os ‘desligamentos programados’ são interrupções no fornecimento de energia de forma programada e regulada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para realizar manutenções preventivas e obras em algumas situações, por questão de segurança, é necessário realizar a interrupções no fornecimento de energia de forma programada programado.

Antes de realizar o desligamento da rede elétrica, a Energisa informa os clientes com 72 horas de antecedência. Nos avisos de desligamento programado, são informadas as regiões que receberão a melhoria, a hora de início e previsão do horário de finalização do serviço, que pode retornar antes do previsto.

Para receber os avisos pelo WhatsApp, é preciso atualizar o cadastro em um dos canais oficiais de atendimento:  energisa.com.br, Aplicativo Energisa On ou pelo WhatsApp (Gisa): (68) 99233-0341 e escolher a opção “atualizar dados”.

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