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Acre

Facções que estariam ordenando execuções dentro do presídio criam a “Telexfree” do crime

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“Há provas claras disto, mas as autoridades do sistema penitenciário negam para dar uma falsa sensação de tranquilidade à sociedade”, disse Marques.

"Sistema penitenciário nega para dar uma falsa sensação de tranquilidade à sociedade", disse Marques/Foto: Selmo Melo/ContilNet Notícias

“Sistema penitenciário nega para dar uma falsa sensação de tranquilidade à sociedade”, disse Marques/Foto: Selmo Melo/ContilNet Notícias

Da ContilNet

Três facções criminosas denominadas “Bonde dos 13 amigos”, “Primeiro Comando da Capital” e “Comando Vermelho” que estariam atuando dentro do presídio Francisco de Oliveira Conde (FOC), comandando o crime extramuros da penitenciária e protegendo-se entre si, criarem uma pirâmide financeira nos mesmos moldes da “Telexfree”, ou pirâmide de Ponzi, para financiar o crime. A declaração é do presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre, Adriano Marques.

Adriano afirma que recebeu farto documento com provas irrefutáveis sobre a existência e modus operandis das facções e da lista da pirâmide financeira.

“Uma pessoa me procurou e me entrogou um estatuto dos presos, lista com nomes dos integrantes das facções, uma carta onde um dos presos conta que a execução dos dois agentes partiu de ordens do presídio, e uma outra lista com nomes de presos em liberdade, cujos nomes estavam acompanhados de um código, que entendemos ser o número de matrícula dos presidiários, acompanhadas de cifras financeiras”, declarou.

Marques afirma que a lista com o valor financeiro próximo de cada nome, que chega a até R$ 300, é uma espécie de cota pela qual são cooptados mais dois presos para o esquema; uma forma de fazer o dinheiro render mais, e supostamente, financiar o crime.

“Há provas claras disto, mas as autoridades do sistema penitenciário negam para darem uma falsa sensação de tranquilidade a sociedade. A minha fonte é uma pessoa que tem um cargo importante lá dentro (Instituto Penitenciário do Acre), e que fica indignada por estarem escondendo a verdade”, frisa.

Segue abaixo a suposta lista com o nomes do presos que integram as facções e uma cópia do estatuto de um desses grupos:

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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