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Ex-vereador é indiciado por matar e enterrar corpo da amante na frente da casa família

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Ex-vereador Obadias foi preso após confessar ter matado amante em RO – Foto: Reprodução/Facebook

Rede Amazônica

A Polícia Civil concluiu o inquérito do caso Edilene Vieira da Silva e indiciou o ex-vereador Obadias Ferreira da Silva por feminícidio, em Ji-Paraná (RO). Obadias é suspeito de matar e enterrar a vítima, que era sua amante, em uma cova de três metros na frente da casa de campo da família.

O delegado Júlio César de Souza Ferreira contou à Rede Amazônica, nesta sexta-feira (6), que o ex-vereador foi indiciado por homicídio (com quatro qualificadoras).

“Primeiro, pela ordem, por femínicidio. Também porque a morte foi por asfixia; ele mesmo confessa que foi por estrangulamento. Foi pra ocultar crime anterior, no caso estelionato. E foi mediante dissimulação que dificultou a defesa da vítima. Então essas qualificadoras do crime de homicídio que ele foi indiciado”, disse o delegado.

Também foi indiciado por estelionato continuado, já que o suspeito, fez promessas vazias à vítima.

“Ele conseguiu obter dela uma razoável quantia em dinheiro. Pela movimentação bancária, a vítima retirou R$ 30 mil. Parte desse dinheiro foi para o ex-vereador. Nós temos uma nota fiscal, por exemplo, de R$ 600 em material de construção que foi comprado por Edilene para Obadias”, afirma o delegado.

Ainda conforme a Polícia Civil, o ex-vereador também vai responder por ocultação de cadáver e lavagem de capitais.

“O indiciado, após matar a vítima, enterrou o corpo dela em um buraco que ele mandou cavar três dias antes na chácara da família em Ji-Paraná”, disse Júlio César de Souza Ferreira.

Prisão do vereador

A prisão do ex-vereador aconteceu no início de julho, durante a operação Mendax, que investigava o desaparecimento de Edilene desde 13 de abril.

Enquanto os agentes cumpriam mandados de busca em Ji-Paraná, Obadias acabou se contradizendo no depoimento e confessou que matou a amante e enterrou o corpo na frente da casa de campo da família.

Depois de revelar o homicídio, o ex-vereador então decidiu levar os policiais à propriedade rural onde enterrou a vítima de 29 anos.

Local onde corpo da vítima foi enterrado em Ji-Paraná, RO – Foto: PC-RO/Divulgação

Foi usado uma pá-carregadeira para escavar a área por cerca de sete horas e a ossada de Edilene foi encontrada em uma profundidade de três metros. No buraco foram encontrados outros objetos pessoais da vítima, como capacete de moto e a bolsa com documentos pessoais.

À época da prisão, o ex-vereador afirmou que ‘perdeu’ a cabeça e matou a vítima em legítima defesa, pois ela teria lhe agredido.

No dia 22 de julho, a Polícia Civil realizou a constituição do crime na chácara onde o corpo foi achado enterrado.

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Enviar comprovante falso de Pix é considerado estelionato eletrônico

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dinheiro e pix parcelado

Luh Fiuza/Metrópoles @luhfiuzafotografia

Enviar comprovante falso de Pix é caracterizado como estelionato eletrônico. Foi o que decidiu o Tribunal de Justiça do Mato Grosso (TJMT) ao manter a condenação de uma mulher que enganou uma papelaria em Rondonópolis (MT).

Usando um nome falso, a mulher comprou cerca de R$ 1 mil em material escolar. A acusada encaminhou o comprovante Pix falso para que a empresa enviasse os produtos. Após o envio do documento, um motorista de aplicativo foi até o local e retirou os materiais. No dia seguinte, a empresa constatou que o valor não havia sido creditado em sua conta.

A Justiça, a defesa da mulher disse que não houve a intenção de enganar, alegando que o pagamento seria feito por um terceiro.

Ao analisar o recurso, o relator, desembargador Marcos Machado, afirmou que as provas mostram claramente que houve intenção de fraude. Segundo o voto, ficou comprovado que a acusada fez o pedido, enviou o comprovante recortado e cancelou o agendamento do Pix depois, sem regularizar o pagamento, causando prejuízo ao estabelecimento.

Laudos periciais e relatórios de investigação confirmaram que o comprovante foi editado e que o número de telefone usado na negociação estava ligado à ré.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Idoso de 63 anos é encontrado morto dentro de casa no ramal Toco Preto, entre Sena Madureira e Rio Branco

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Corpo de José Maria foi descoberto por vizinhos que foram vistoriar gado; não há sinais de violência e pericia deve confirmar causa da morte

José morava sozinho e seu corpo foi encontrado por moradores da região, que estavam vistoriando um gado e resolveram fazer uma visita na propriedade da vítima. Foto: captada 

O idoso José Maria, 63 anos, foi encontrado morto nesta segunda-feira (12) dentro de sua residência no ramal Toco Preto, localizado no km 38 da BR-364, entre Sena Madureira e Rio Branco. Ele vivia sozinho e foi descoberto por vizinhos que estavam na região para vistoriar um gado e resolveram visitá-lo.

Ao entrar na casa após não obter resposta, os moradores o avistaram sem vida, sentado em uma cadeira. Não havia sinais de violência no corpo. Uma equipe de peritos da Polícia Civil foi acionada para remover o corpo e realizar os exames cadavéricos. A suspeita inicial é de morte por causas naturais, mas a causa oficial só será confirmada após o laudo pericial.

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Empresário de Mâncio Lima divulga vídeo de grupo que arrombou loja e furtou 40 pacotes de clientes

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Crime ocorreu na madrugada de sábado (10); Marcos Mene, dono das lojas IMÃ, publicou imagens de monitoramento para ajudar na identificação

Imagens capturadas pelo sistema de monitoramento interno mostram a ação coordenada de um grupo de criminosos. Foto: captada 

O empresário Marcos Mene, proprietário das lojas IMÃ, usou redes sociais para denunciar um arrombamento seguido de furto em uma de suas unidades em Mâncio Lima. O crime ocorreu na madrugada do último sábado (10), por volta das 3h, imagens foram divulgadas nesta segunda-feira, dia 12, e teve participação de ao menos cinco pessoas, conforme imagens do sistema de segurança.

Nos vídeos divulgados, é possível ver os criminosos subtraindo cerca de 40 pacotes de mercadorias que já pertenciam a clientes e aguardavam entrega ou retirada. Mene publicou o material na expectativa de auxiliar na identificação dos suspeitos e alertar outros comerciantes da região sobre a ação do grupo.

Até o momento, não há informações sobre prisões relacionadas ao caso. A Polícia Civil foi acionada e investiga o ocorrido.

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