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Acre

Estado e União destinaram quase R$ 8 milhões a municípios afetados pelas enchentes

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Em resposta às enchentes, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH), liberou quase R$ 4 milhões em recursos e benefícios eventuais para os municípios, durante e após as enchentes.

O Estado contribuiu com R$ 2,5 milhões, em cofinanciamento, e R$ 1 milhão em benefícios eventuais, entregues diretamente às secretarias municipais, bem como R$ 500 mil em insumos para os abrigos. Recentemente a União complementou esses esforços, autorizando a utilização de recursos que já estavam em conta, totalizando mais de R$ 3,9 milhões.

Segunda maior enchente no Acre atingiu milhares de familias. Foto: Carolina Torres/Secom

O chefe do Departamento de Proteção Social Especial da pasta, Hélio Cezar Koury, enfatiza a preparação antecipada da SEASDH para lidar com as enchentes, realizando processos licitatórios e planejamentos, tendo em vista que os municípios não conseguem se antecipar na parte técnica e precisam atender de imediato às famílias atingidas pela alagação.

Chefe de Proteção Social Especial explica processo para aquisição de recursos e insumos. Foto: José Caminha/Secom

“Normalmente os municípios menores não conseguem se antecipar nesse tipo de situação, e depois que já está alagado os preços sobem absurdamente. Muitos deles ficam sem fornecedor, porque o próprio comércio é atingido pelas águas”, explica.

No início das enchentes no Acre, a SEASDH realizou reuniões com representantes dos municípios para pactuação e  liberação de parte dos recursos que seriam repassados, em forma de transferência direta e em benefícios eventuais, como cestas básicas, água, kits de  limpeza e de higiene, entre outros.

A parceria entre secretarias permitiu a entrega de donativos aos locais mais distantes. Foto: Carolina Torres/Secom

Durante esse período, a instituição contou com a ajuda logística na entrega de insumos pelas secretarias de Saúde (Sesacre), de Agricultura (Seagri), do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) e do Departamento de Estradas de Rodagem do Acre (Deracre), o que garantiu a chegada dos donativos a cada município.

Reconhecendo as adversidades enfrentadas pelas cidades durante as enchentes, uma medida adicional para beneficiar os municípios do Acre foi implementada: a prorrogação do prazo para prestação de contas do ano anterior, procedimento que facilita o acesso aos recursos deste ano, oferecendo um alívio administrativo às autoridades municipais, sobrecarregadas pela urgência de responder às demandas emergenciais.

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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