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Estado do Acre assina convênio de mais de R$ 2 milhões com Diocese para auxiliar no tratamento de pessoas com hanseníase

O Estado do Acre, por meio da Secretaria de Saúde (Sesacre), assinou na manhã desta segunda-feira, 25, com a Diocese de Rio Branco, um convênio de mútua colaboração para prestação de serviços em saúde. Com subsídio de mais de R$ 2 milhões, a parceria beneficiará os pacientes que se encontram internados na Casa de Acolhida Souza e Araújo, na capital, para receber tratamento de sequelas de hanseníase.
“A gente entende a importância de levar um tratamento digno às pessoas que já estão aqui há mais de 40 anos. Antes tínhamos um termo de fomento, hoje iniciamos um convênio em que vão ser ofertados serviços de saúde, de fisioterapia, atendimento médico, atendimento de enfermagem, e curativos”, ressaltou a secretária de Saúde, Paula Mariano.
O administrador do Hospital Santa Juliana e um dos representantes da Diocese, Marcos Paulo, destacou a relevância do convênio e o impacto no tratamento dos moradores da unidade. “O Souza Araújo já está em Rio Branco há mais de 50 anos, prestando serviços ao estado. Essa parceria vai ser de fundamental importância para o custeio desses pacientes, pois as obras sociais não têm recursos suficientes”, disse.
Maria de Fátima da Silva, natural de Tarauacá, reside no Souza e Araújo desde 1986 e se emocionou ao dizer que a casa salvou sua vida. “Cheguei achando que ia passar apenas seis dias e estou aqui até hoje. Aqui é a minha casa, sem ela não sei o que seria de mim”, afirmou.

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Indígena é decapitado na cidade de Envira; ordem de execução teria partido de facção do Acre
Os investigados, conforme relatado, possuem antecedentes criminais, incluindo envolvimento em outros homicídios e crimes como tráfico de drogas e roubo com uso de arma de fogo

Polícia Civil informou que as investigações continuam em conjunto com a Polícia Militar, com o objetivo de esclarecer completamente o caso e identificar todos os envolvidos. Foto: captada
A morte de um indígena identificado como Adegilson, cujo corpo foi encontrado no último dia 27 de janeiro no município de Envira, no interior do Amazonas, pode ter sido ordenada por integrantes de uma facção criminosa com atuação no Acre. A informação foi divulgada na segunda-feira (2) pelo escrivão da Polícia Civil de Envira, Jackson, em um vídeo publicado nas redes sociais.
De acordo com o policial, as investigações indicam que a ordem para a execução da vítima teria partido, possivelmente, do município de Tarauacá (AC). A Polícia Civil recebeu, ainda na noite do dia 26, dia crime, informações de que um homicídio ocorreria em uma área de mata conhecida por ser utilizada por uma organização criminosa que atua na região.
Com base nas informações preliminares, equipes da Polícia Civil se deslocaram até o local indicado, mas não localizaram suspeitos nem a vítima naquela ocasião. As buscas continuaram na manhã seguinte e, no dia 27, a polícia foi informada sobre a localização de um corpo em uma área de mata próxima ao bairro Santa Rita, região apontada pelas autoridades como dominada por faccionados. A ocorrência foi confirmada com apoio da Polícia Militar.
Segundo o escrivão, a polícia já refez os passos da vítima e de possíveis autores do crime e conseguiu chegar a alguns nomes. Os investigados, conforme relatado, possuem antecedentes criminais, incluindo envolvimento em outros homicídios e crimes como tráfico de drogas e roubo com uso de arma de fogo.
As investigações trabalham com mais de uma linha de motivação. Uma delas aponta que a vítima teria se envolvido em uma agressão contra a companheira em uma área sob domínio da facção, em municípios do Acre como Tarauacá ou Feijó.
Outra hipótese é de que o indígena estaria se aproximando de uma organização criminosa rival que tenta retomar espaço em Envira. Há ainda outras possibilidades que seguem sob apuração.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam em conjunto com a Polícia Militar, com o objetivo de esclarecer completamente o caso e identificar todos os envolvidos. A distância entre Envira (AM) e Feijó (AC) é estimada entre 150 e 200 quilômetros por via terrestre. O deslocamento pode levar cerca de 20 minutos de avião ou entre 12 e 15 horas de barco pelo Rio Envira.
Um vídeo com o relato do escrivão foi divulgado e deve auxiliar no avanço das investigações.

A informação foi divulgada nesta segunda-feira (2) pelo escrivão da Polícia Civil de Envira, Jackson, em um vídeo publicado nas redes sociais. Foto: captada
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Operação Casa Maior prende importante integrante do Comando Vermelho em estado de embriaguez
Jarlis da Silva Matos, de 28 anos, foi detido por PMs durante patrulhamento no Alto Alegre; mandado de prisão preventiva foi descoberto após consulta a sistema nacional
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Polícia Civil indicia profissional de saúde por violação sexual mediante fraude e violação de sigilo funcional em Sena Madureira
A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia-Geral de Sena Madureira, indiciou nesta semana um profissional de saúde pelos crimes de violação sexual mediante fraude e violação de sigilo funcional.
De acordo com as investigações, a vítima procurou atendimento em uma unidade de saúde do município e, durante o procedimento, teria sido abusada sexualmente pelo indiciado. Após o crime, o profissional ainda teria divulgado em redes sociais um vídeo expondo detalhes do atendimento prestado, o que configurou a violação do sigilo funcional.
Assim que tomou conhecimento dos fatos, a Polícia Civil iniciou diligências para apurar o caso. Foram ouvidas a vítima, o investigado e testemunhas, além da coleta de outros elementos de prova. Ao final do inquérito, a autoridade policial reuniu indícios suficientes que comprovaram a autoria e a materialidade dos crimes.
Com a conclusão dos trabalhos investigativos, o procedimento foi finalizado e os autos encaminhados ao Poder Judiciário, que dará prosseguimento à apuração na esfera processual.
A delegada Rivânia Franklin destacou a seriedade do caso e a importância da responsabilização. “Trata-se de uma conduta extremamente grave, que viola não apenas a dignidade da vítima, mas também a confiança que a sociedade deposita nos profissionais de saúde. A Polícia Civil atuou com rigor, colheu todas as provas necessárias e concluiu o inquérito com responsabilidade, para que o Poder Judiciário possa agora analisar o caso e aplicar a lei”, afirmou.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL


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