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Encontro no Acre discute preservação de áreas ambientais entre Brasil, Peru e Bolívia
Nos últimos dias, o Acre foi palco do encontro dos países que fazem parte do projeto Integrando Área Protegidas da Amazônia (Iapa). O encontro encerrado nesta quarta-feira, 30, foi realizado pela Rede de Cooperação Técnica Latino-americana de Parques Nacionais e outras áreas protegidas da fauna e da flora (Redparques), dos quais fazem parte representantes da fronteira amazônica entre Brasil, Peru e Bolívia.

Participantes destacaram o trabalho de proteção ambiental na fronteira dos três países (Foto: cedida)
O encontro tratou principalmente da funcionalidade das paisagens configuradas pelas Áreas Naturais Protegidas que formam o Corredor Ecológico entre Brasil, Bolívia e Peru, e envolvem áreas de proteção ambiental na fronteira dos três países, sendo no Acre o Parque Estadual do Chandless e a Resex Cazumbá Iracema, esta última de responsabilidade do ICMBio.
O secretário estadual de Meio Ambiente (Sema), Israel Milani, esteve presente no encontro representando o governo do Acre. Ele acompanhou a apresentação dos resultados já alcançados pelo Iapa e pode colaborar com sua visão sobre a situação das Áreas Naturais Protegidas da Amazônia, especialmente das Unidades de Conservação do Acre.
“É mais uma parceria para a consolidação da proteção de nossas áreas ambientais que envolvem os três países. Juntos, temos o desafio de nessas áreas enfrentar o desmatamento ilegal, o tráfico de drogas e a invasão de terras, num trabalho que ainda temos muito pela frente, mas que encontros como esse abrem caminhos”, destaca Israel Milani.
O Projeto Iapa é financiado pela União Europeia, coordenado pelo Organização para Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO) e implementado pelo Programa do Programa Ambiental das Nações Unidas (UN-Ambiente), a União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e World Wildlife Fund (WWF).
O próximo encontro do Iapa para dar continuidade aos trabalhos de preservação ambiental será em Iñapari, no Peru.
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Investigação da Polícia Civil culmina na prisão de integrante da alta hierarquia de organização criminosa
Uma investigação conduzida pela Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), resultou na prisão de uma importante liderança da facção Bonde dos 13, na tarde do último domingo, 22. N. L. da C., de 29 anos, foi capturado em ação conjunta realizada entre a PCAC, o Ministério Público do Acre (MPAC), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), em continuidade à Operação Desmonte III, deflagrada em 1º de dezembro de 2025.
O investigado era considerado alvo estratégico devido ao seu elevado nível de influência na tomada de decisões do grupo criminoso. Contra ele havia um mandado de prisão em aberto, expedido pela Vara Estadual de Jurisdição de Garantias, pelo crime de integrar organização criminosa. A captura foi concretizada após rigoroso período de monitoramento, que possibilitou às equipes identificar com precisão o paradeiro do suspeito e confirmar seu papel central na coordenação logística e na expansão das atividades ilícitas da facção.
O delegado Gustavo Neves, titular da DRACO, destacou a relevância do trabalho integrado para o êxito da ação. “É fundamental ressaltar que o sucesso desta operação só foi possível graças ao trabalho interinstitucional realizado entre a Polícia Civil do Acre, o GAECO e a Polícia Rodoviária Federal, que conseguiu prender importante liderança da facção Bonde dos 13, como resultado de uma investigação conduzida pela DRACO da PCAC. Com essa captura, a Polícia Civil reafirma seu compromisso de sufocar o crime organizado, atacando não apenas a base, mas principalmente a cúpula que coordena a violência em nosso estado”, afirmou.
O coordenador do Gaeco/MPAC, promotor de Justiça Antônio Alceste Callil de Castro, também enfatizou os impactos da prisão para o enfrentamento ao crime organizado. “Ao retirar de circulação um indivíduo com alto poder de decisão, as instituições conseguem interromper a transmissão de ordens e enfraquecer a estrutura hierárquica do grupo. Além disso, essa ação isola comunicações estratégicas e reafirma a presença do Estado, refletindo imediatamente na redução de crimes conexos e na desestabilização de planos de expansão da facção no território”, pontuou o promotor.
Fonte: Conteúdo republicado de POLÍCIA CIVIL - GERAL
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Incêndio atinge 800 m² de vegetação no Ramal do Polo, em Cruzeiro do Sul
Fogo teria começado após queima controlada sem acero adequado; bombeiros atuaram por duas horas no combate




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