Acre
Empresa que opera na ponte de Xapuri dá início a concretagem do pilar

Por Eudes Góes
O Governo do Estado do Acre, por meio do Deracre, deu início à concretagem do primeiro pilar na ponte da Sibéria em Xapuri. A obra que está sendo executada pelo Consórcio Rio Acre já modela a paisagem da cidade, e mesmo após o período eleitoral segue a pleno vapor.
De acordo com Leandro Vieira, engenheiro responsável pelo acompanhamento da obra, o cronograma da estruturação do primeiro bloco segue uma rotina normal para esse tipo de trabalho, com a deposição do cimento, criteriosamente dentro de padrões e rigores técnicos.
Ainda de conformidade com o profissional, “atualmente, seguimos com a segunda etapa da concretagem do bloco AP (5). Nós já concluímos cem por cento da concretagem das estacas escavadas e agora estamos fazendo a concretagem do bloco AP (5). E é um bloco diferenciado que tem dez metros de largura e dez metros de comprimento por três e meio de altura, ou seja, trezentos e cinquenta metros cúbicos, mais ou menos trinta toneladas de aço. A concretagem vai ser feita em cinco partes e hoje, nós executamos a segunda parte.”

Leandro declarou ainda que após as eleições a obra vai continuar, “pois estamos aqui a todo vapor, porque o período de chuvas está chegando e estamos com a equipe completa para que possamos realizar essa etapa ainda esse ano, os blocos AP (05) e AP (06). Durante o inverno a gente vai seguir em um ritmo mais lento, mas não vamos parar.”
Sobre o passo a passo da concretagem, o engenheiro explicou como se dá a adição de uma manta especial ao concreto de modo que evite a fissura, o que deve acontecer nas primeiras setenta e duas horas após a adição da primeira camada.
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Acre
Sábado será de calor e sol entre nuvens no Acre, com chance de chuvas rápidas
Instabilidade atmosférica mantém possibilidade de pancadas isoladas, mas risco de temporais é considerado muito baixo em todas as regiões do estado.

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Acre
Produtor de Brasiléia perde mais de 15 mil aves após enxurrada

Foto: Cedida
A última chuva torrencial registrada no dia 27 de janeiro, ainda continua trazendo prejuízos aos moradores de Brasiléia, além de provocar cenário de destruição em diversos bairros do município e também na zona rural.
Entre os pontos mais afetados está o ramal do KM 13, onde a força da enxurrada destruiu pontes e bueiros, interrompendo totalmente o acesso e causando grandes prejuízos à produção avícola local.

Foto: Cedida
De acordo com o produtor Lucas Brito, mais de 15 mil aves foram perdidas apenas em sua propriedade. Além disso, cerca de 20 aviários da região seguem comprometidos devido à falta de acesso. “Foi tudo muito rápido. Perdemos mais de 15 mil aves porque não conseguimos chegar aos aviários para fazer o manejo. É um prejuízo enorme para nós, produtores, que dependemos totalmente dessas estruturas”, relatou Lucas Brito.
Diante da situação, a Prefeitura de Brasiléia, por meio da Secretaria Municipal de Obras, tem atuado em parceria com o Governo do Estado para garantir acessos provisórios às áreas atingidas, permitindo a chegada de equipes e o mínimo de escoamento da produção.
O coordenador da Defesa Civil Municipal, Major Sandro, do Corpo de Bombeiros do Acre, destacou a gravidade dos danos causados pela enxurrada. “O levantamento preliminar aponta a destruição de aproximadamente 20 linhas de bueiros e 10 pontes, tanto na zona urbana quanto na rural. Em muitos locais, as cabeceiras cederam ou as estruturas permanecem submersas, o que dificulta o tráfego e o atendimento às comunidades isoladas”, explicou.
No dia 29 de janeiro, o prefeito Carlinhos do Pelado anunciou o cancelamento do Carnaval 2026, promovido pelo poder público, e a decretação de situação de emergência no município. Segundo o gestor, a medida é necessária para agilizar ações emergenciais e garantir assistência às famílias atingidas. “Estamos priorizando vidas e o atendimento às comunidades. A decretação de emergência nos permite buscar recursos com mais rapidez para recuperar pontes, ramais e garantir acesso às famílias e aos produtores que tiveram grandes perdas”, afirmou o prefeito.
A situação afeta diretamente mais de 500 famílias, entre moradores de ramais, ribeirinhos e comunidades localizadas na Reserva Extrativista Chico Mendes, especialmente nos quilômetros 59, 60 e 13, além dos aviários que seguem sem acesso adequado.
A estimativa inicial da Prefeitura de Brasiléia é de que os prejuízos ultrapassem R$ 1,5 milhão, comprometendo o escoamento da produção agrícola e extrativista, como castanha e borracha, além da mobilidade dos moradores. As equipes seguem trabalhando no levantamento dos danos e na recuperação emergencial das áreas afetadas.
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Acre
Rio Acre segue em vazante e permanece abaixo das cotas de alerta em Rio Branco
Nível do manancial caiu para 11,10 metros na manhã deste sábado; Defesa Civil monitora situação

Foto: Jardy Lopes
O nível do Rio Acre continua em vazante na capital acreana, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil de Rio Branco na manhã deste sábado, dia 7. A medição mais recente aponta que o manancial permanece bem abaixo das cotas de alerta e de transbordo.
De acordo com os dados oficiais, às 5h16 o rio marcava 11,20 metros. Já às 9h, o nível baixou para 11,10 metros, confirmando a tendência de descida registrada nas primeiras horas do dia.
Nas últimas 24 horas, o volume de chuva acumulado foi de 12,80 milímetros, índice considerado baixo para provocar elevação significativa no nível do manancial.
Segundo a Defesa Civil, a cota de alerta do Rio Acre é de 13,50 metros, enquanto a cota de transbordo é de 14,00 metros — patamares ainda distantes da medição atual. O boletim foi assinado pelo coordenador municipal da Defesa Civil, tenente-coronel Cláudio Falcão.













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