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Empresa Luzrouse mostra que ‘Energia Solar’ é duas vezes mais barata que o diesel no interior da Amazônia
A Frente Nacional dos Consumidores de Energia defende que o governo federal amplie o uso de tecnologias sustentáveis em regiões isoladas na Amazonia Legal

O CEO também destacou o abismo entre a realidade energética das grandes cidades e das populações dos sistemas isolados. Foto: cedida
Mesmo com investimento inicial mais alto, a energia solar off-grid (que não é conectada à rede) é mais eficiente e econômica para comunidades isoladas da ‘Amazônia Legal’, do que o tradicional gerador a diesel. Essa é uma das principais conclusões de um estudo divulgado nesta sexta-feira (16) pela Frente Nacional dos Consumidores de Energia, que analisou os desafios e oportunidades para a descarbonização da matriz elétrica na região.
O relatório, elaborado pela Envol Energy Consulting e divulgado pela empresa ‘Luzrouse’, com cede em Rio Branco e Epitaciolândia no acre, onde comparou o custo acumulado da eletricidade ao longo de 25 anos em comunidades remotas da Amazônia Legal.
O resultado: o custo nivelado da energia de sistemas solares off-grid foi estimado em R$ 1,59 por kWh, enquanto a geração por meio de motores a diesel alcançou R$ 3,58 por kWh — mais do que o dobro.
Além da diferença de preço, o estudo mostra que os sistemas a diesel demandam gastos constantes com combustível, manutenção e logística, especialmente em áreas de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas.
“Estima-se que famílias em regiões remotas da Amazônia Legal gastem até R$ 900/1.200 por mês apenas com combustível para alimentar motores a diesel que operam por 6 a 8 horas diárias – o que limita o uso de eletricidade a curtos períodos do dia”, diz o relatório.
“Embora exija um aporte inicial mais elevado, a energia solar se torna economicamente mais vantajosa por dispensar gastos recorrentes com combustível e oferecer retorno contínuo após a instalação”, afirma outro trecho.

A pesquisa aponta ainda que mais de 1 milhão de pessoas na Amazônia Legal vivem sem acesso formal à eletricidade, e outras 2,7 milhões enfrentam fornecimento instável e de baixa qualidade. A geração de energia nessas regiões é majoritariamente baseada em combustíveis fósseis, especialmente o diesel — o que, além de ser ambientalmente insustentável, representa um custo bilionário subsidiado por todos os brasileiros.
A Frente Nacional dos Consumidores de Energia defende que o governo federal amplie o uso de tecnologias sustentáveis em regiões isoladas, com foco em soluções solares, e aproveite os recursos disponíveis em fundos como a Conta de Desenvolvimento da Amazônia Legal. Para os autores do estudo, a universalização do acesso à energia passa necessariamente pela substituição de fontes fósseis por renováveis.
Ao apresentar o estudo no seminário Clima, energia e sociedade, o CEO da Envol Energy Consulting, Alexandre Viana, chamou atenção para a incoerência entre o discurso climático e a realidade amazônica.
“Não faz muito sentido nós estarmos sediando a COP30 e falando em transição energética e ter esse problema ainda de uma região como a Amazônia, com a diversidade que se tem — obviamente tem seus desafios geográficos também, antropológicos —, você ainda estar pensando em atingir as comunidades principalmente com geração de energia à óleo diesel”, afirmou.
O CEO também destacou o abismo entre a realidade energética das grandes cidades e das populações dos sistemas isolados. “Há também uma questão social: 2,7 milhões de pessoas no Sisol [Sistemas Isolados] têm dificuldade no acesso, o acesso não é confiável. […] Eles adorariam ter o problema que a gente tem nas cidades — de ficar alguns minutos sem energia e reclamar da concessionária. […] Além disso, tem 1 milhão de pessoas que estão em regiões remotas que não têm acesso algum, e que têm acesso muito precário e com custo muito elevado”.

O Grupo Luzrouse (Epitaciolândia), é uma empresa jovem que investe em uma inovação transformadora. Atuamos na região do Acre, com soluções para sistemas de energia solar. Foto: cedida
A luzrouse Energia Solar e Água é uma empresa especializada em soluções sustentáveis de energia solar e tratamento de água. Oferecemos projetos personalizados para instalação de sistemas fotovoltaicos e tecnologias de reaproveitamento e purificação de água, com foco na eficiência, economia e preservação ambiental. Nosso compromisso é transformar a forma como as pessoas e empresas utilizam recursos naturais, promovendo um futuro mais limpo e sustentável.
Veja vídeo promocional Luzrouse:
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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.
Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.
Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).
- Mega-Sena:
01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;
- Lotofácil:
03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;
Quina:
01 – 24 – 47 – 06 – 60;
- Timemania:
07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;
Time do coração: 70 – São José/RS .
- Dia de Sorte:
29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;
Mês da sorte: 10 – Outubro.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.
Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.
Entenda o caso
- O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
- Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
- Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
- Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
- A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.
Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina
Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.
“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.
A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.
Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.
O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL
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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos
O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).
Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.
De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.
O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.
Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.
Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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