Brasil
Em Reunião do GCF no Peru, Acre participa de painel com foco em políticas públicas, diálogos entre os governos e povos indígenas
Ainda na quinta-feira, 10, o Acre foi oficialmente anunciado como sede da reunião em 2025.

Secretária dos Povos Indígenas do Acre, Francisca Arara, fala em encontro no Peru. Foto: Janine Brasil/Sema
Representando o Acre, a secretária Extraordinária dos Povos Indígenas, Francisca Arara, participou de um painel nesta sexta-feira, 11, na Universidade Nacional de Ucayali, no Auditório de Exposições Artesanais, em Pucalpa, no departamento de Ucayali, no Peru. A participação ocorreu no âmbito da 14ª Reunião Anual da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Floresta (GCF-Task Force).
O painel teve como temática “Diálogos com governadores e líderes indígenas sobre a construção da nova economia florestal com foco nos governos e políticas públicas”, sendo a moderadora Colleen Scanlan Lyons, diretora do Projeto GCFTF.
Quando indagada sobre sua liderança frente aos povos indígenas do estado e a atuação da Secretaria Extraordinária dos Povos Indígenas (Sepi), Francisca, que também é líder do Comitê Global de Parcerias com Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais (IPLC), falou da luta dos povos e do protagonismo feminino no decorrer dos anos.
“Nós, povos indígenas, temos nossa luta, nossos feitos e nossos ganhos, mas é uma atuação difícil. Estamos unidos nesse enfrentamento por direitos, igualdade e proteção do meio ambiente. Precisamos do engajamento do governo junto aos povos para que possamos ter políticas públicas efetivas que atendam os povos. Eu, como mulher indígena, tenho orgulho de mostrar a nossa força, a nossa luta, porque somos mães, trabalhadores, donas do lar. Temos orgulho do que somos, e a luta continua”, disse.
Dentre os participantes estavam: Bathaix Yao Mamert Fulgence, vice-presidente do Conselho Regional de Belier, Costa do Marfim; o governador Juan Luis Chombo Heredia, de Pasco, Peru; e o governador Luis Francisco Ruíz Aguilar, de Caquetá, Colômbia.
Com destaque mundial, o evento é realizado anualmente em cidades dos 43 territórios, de 11 países, que fazem parte do GCF TF, reunindo governadores, secretários de Estado, doadores, ONGs, pesquisadores, acadêmicos e outros. Em 2026, será a vez de Papua, na Indonésia, sediar o encontro.

Acre será a sede do próximo encontro, em 2025. Foto: Janine Brasil/Secom
Comentários
Brasil
Mega-Sena sorteia prêmio acumulado em R$ 41 milhões neste sábado

Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
As seis dezenas do concurso 2.961 da Mega-Sena serão sorteadas, a partir das 21h (horário de Brasília), no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo.
O prêmio da faixa principal está acumulado em R$ 41 milhões.
O sorteio terá transmissão ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e no Facebook das Loterias Caixa.
As apostas podem ser feitas até as 20h30 (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 6.
Comentários
Brasil
Região Norte captou 117,2 milhões de reais por meio da Lei Rouanet, em 2025
O ano de 2025 registrou mais um volume recorde de captação de recursos por meio da Lei Rouanet
Comentários
Brasil
Preço da castanha oscila entre 900 e 1,2 mil bolivianos em Cobija; camponeses esperam alta com compra de empresários peruanos
Produtores rurais da Bolívia aguardam incremento na cotação com entrada de compradores do Peru; castanha é um dos principais produtos da economia regional

A alta esperada pode aquecer a economia local, mas também pressionar a cadeia de suprimentos e afetar os preços em países vizinhos como Brasil e Peru. Foto: captada
O preço da castanha no departamento de Pando, na Bolívia, está oscilando entre 900 e 1,2 mil bolivianos por carga, variando conforme a qualidade e a região de produção. Camponeses e extrativistas locais esperam que a cotação suba com a chegada de empresários compradores do Peru, que tradicionalmente adquirem o produto para processamento e exportação.
A castanha (também conhecida como castanha-do-brasil ou noz amazônica) é um dos principais produtos da economia pandina, especialmente para comunidades rurais e indígenas. A expectativa de incremento no preço movimenta o setor extrativista, que depende da safra para geração de renda.

Camponeses e seringueiros dependem da safra para renda; possível compra por empresários peruanos pode elevar cotação do produto. Foto: captada
A atividade tem forte ligação com a dinâmica fronteiriça entre Bolívia, Brasil e Peru, sendo comum o comércio transfronteiriço de castanha in natura e processada. A entrada de compradores peruanos pode aquecer o mercado local, mas também aumenta a competição por estoques, o que pode elevar os preços na região.


Você precisa fazer login para comentar.