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Em noite de autógrafos na joalheria Grifith, Roseane Jordão lança primeiro livro

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Em noite de autógrafos na joalheria Grifith, Roseane Jordão lança primeiro livro
Redação GPS

Em noite de autógrafos na joalheria Grifith, Roseane Jordão lança primeiro livro

Roseane Jordão demorou sete anos para criar um livro que retratasse fielmente sua luta contra o cigarro. Com o objetivo de ajudar outras pessoas e incentivada por amigos, a psicóloga e pedagoga concebeu sozinha a obra Do Vício à Liberdade .

Durante o processo de criação, Roseane decidiu que realizaria o lançamento apenas dez anos depois de parar de fumar. “Só após esse tempo eu me consideraria uma ex-fumante e só assim poderia ajudar outras pessoas” , compartilha.

Convivendo com o vício por 38 anos, a autora abriu sua intimidade para o público e compartilhou, por meio do livro, alguns momentos pesados e outros até cômicos.

Para o lançamento, Roseane escolheu a joalheria Grifith para receber o coquetel. Dos cem convidados que compareceram à noite de autógrafos, 90% eram conhecidos, enquanto os outros 10% eram pessoas interessadas pela obra.

A noite contou com um coquetel assinado pelo Piselli, além da música de DJ Cottonete.

Depois de apresentar seu livro para os brasilienses, Roseane realizará o lançamento na Bienal de São Paulo, no dia 12 de setembro.

Confira os registros da noite feitos por Vanessa Castro:

Tati Mauriz e Marcelo Lourenço

Tati Mauriz e Marcelo Lourenço
Maria de Lourdes Abadia e Osvaldo Oliveira

Maria de Lourdes Abadia e Osvaldo Oliveira
Mariana Jordão e Matheus Gomide

Mariana Jordão e Matheus Gomide
Roseane Jordão Ramos e amigas

Roseane Jordão Ramos e amigas
Tati Mauriz, Roseane Jordão e Isabella Carpaneda

Tati Mauriz, Roseane Jordão e Isabella Carpaneda
Susy Gonzalez, Roseane Jordão e Elma Leite

Susy Gonzalez, Roseane Jordão e Elma Leite
Thiago Cerilo, Roseane Jordão e Adelmo Jesus

Thiago Cerilo, Roseane Jordão e Adelmo Jesus
Roseane Jordão Ramos e Lara Calaça

Roseane Jordão Ramos e Lara Calaça
Suely Nakao

Suely Nakao
Solange Marçal e Wender Almeida

Solange Marçal e Wender Almeida
Roseane Jordão e Isabella Carpaneda

Roseane Jordão e Isabella Carpaneda
Roseane Jordão e Fernando de Oliveira Ramos

Roseane Jordão e Fernando de Oliveira Ramos
Roseane Jordão e Elma Leite

Roseane Jordão e Elma Leite
Roseane Jordão e Cecília Abrahão

Roseane Jordão e Cecília Abrahão
Roseane Jordão e Ana Paula Gonçalves

Roseane Jordão e Ana Paula Gonçalves
Roseane Jordão e Amador Outerelo

Roseane Jordão e Amador Outerelo
Roseane Jordão e Lara Torres

Roseane Jordão e Lara Torres
Roseane Jordão e Laís do Amaral

Roseane Jordão e Laís do Amaral
Mariana Jordão, Roseane Jordão e Raul Balduíno Neto

Mariana Jordão, Roseane Jordão e Raul Balduíno Neto
Nídia Innecco e Roseane Jordão

Nídia Innecco e Roseane Jordão
Osvaldo Oliveira e Eugenio Cardoso

Osvaldo Oliveira e Eugenio Cardoso
Paloma Gastal, Cristiane Pimenta da Veiga, Caroline Kalil, Isabella Carpaneda e Tati Mauriz

Paloma Gastal, Cristiane Pimenta da Veiga, Caroline Kalil, Isabella Carpaneda e Tati Mauriz
Paulo Araújo e Roseane Jordão

Paulo Araújo e Roseane Jordão
Raul Balduino Neto e Danielle Godoi

Raul Balduino Neto e Danielle Godoi
Raul Filho e Thiago Frade

Raul Filho e Thiago Frade
Margarida Kalil e Hedwiges Siqueira

Margarida Kalil e Hedwiges Siqueira
Magarete Malvar Mendonça e Roseane Jordão

Magarete Malvar Mendonça e Roseane Jordão
Clarice Lagares

Clarice Lagares
Cristian Haesbaert, Roseane Jordão e Raquel Camelo

Cristian Haesbaert, Roseane Jordão e Raquel Camelo
Gislana Drewes, Roseane Jordão e Fernanda Souza

Gislana Drewes, Roseane Jordão e Fernanda Souza
Geórgia de Luca

Geórgia de Luca
Cristiane Pimenta da Veiga e Caroline Kalil

Cristiane Pimenta da Veiga e Caroline Kalil
Claudia Poupeohl e Glaucia Benevides

Claudia Poupeohl e Glaucia Benevides
Flávia Corrêa

Flávia Corrêa
Izabella Mariz

Izabella Mariz
Larissa Moreira e Sandra Jordão Ramos

Larissa Moreira e Sandra Jordão Ramos
Lilian Rufino

Lilian Rufino
Lúcia Bittar, Magnólia Mendes e Lara Calaço

Lúcia Bittar, Magnólia Mendes e Lara Calaço
Magarete Malvar Mendonça e Teresa Malvar

Magarete Malvar Mendonça e Teresa Malvar
Renata Foresti e Roseane Jordão

Renata Foresti e Roseane Jordão
Vanessa Lemos

Vanessa Lemos
Simone Karst

Simone Karst
Rosângela Carvalho e Márcia Sá

Rosângela Carvalho e Márcia Sá
Kleisy Laiane e Adolpho Parente

Kleisy Laiane e Adolpho Parente
Roseane Jordão Ramos e amigas

Roseane Jordão Ramos e amigas
DJ Cottonete

DJ Cottonete

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Fonte: Nacional

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Brasil registra recorde de feminicídios em 2025; quatro mulheres são assassinadas por dia

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Foram 1.470 casos no ano, contra 1.464 em 2024, a maior marca até então. Tipificação foi criada em 2015, quando ocorreram 535 mortes – crescimento de 316% em 10 anos

Ao longo do ano, o Brasil registrou uma série de casos de feminicídio que expõem a violência extrema sofrida por mulheres, muitas vezes dentro de relações afetivas marcadas por ameaças. Foto: art

O número de feminicídios bateu recorde no Brasil em 2025: foram 1.470 casos de janeiro a dezembro, conforme dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O total supera os 1.464 registros de 2024, a maior marca até então.

Os registros oficiais de feminicídios apontam para quatro mulheres mortas por dia no ano passado.

Os números devem crescer mais, com os dados de dezembro do estado de São Paulo, que ainda não foram atualizados na base do governo federal. As estatísticas são computadas pelos governos estaduais e enviadas pelo governo federal, que as divulga.

Mesmo sem os números do último mês de 2025, São Paulo é o estado com mais casos, com 233. Minas Gerais (139) e Rio de Janeiro (104) aparecem na sequência.

Quantidade de vítimas de feminicídio por UF em 2025
Brasil registra recorde histórico de feminicídios em 2025; quatro mulheres são assassinadas por dia no país

Fonte: Sinesp • PB e SP não haviam enviado dados de dez/2025

Alta de 316% em uma década

A tipificação feminicídio, quando uma mulher é morta pelo fato de ser mulher, foi criada em 2015.

Naquele ano, ocorreram 535 mortes de mulheres nessa circunstância. Houve crescimento de 316% em 10 anos ao comparar com os números de 2025.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

A alta é constante desde que o crime passou a ser registrado dos homicídios.

Ao todo, 13.448 mulheres foram mortas em dez anos pelo fato de serem mulheres, o que representa uma média de 1.345 crimes por ano.

São Paulo (1.774), Minas Gerais (1.641) e Rio Grande do Sul (1.019) lideram as estatísticas. Roraima (7), Amapá (9) e Acre (14), registraram os menores números.

Em relação à taxa de mortes por 100 mil habitantes, Acre (1,58), Rondônia (1,43) e mato Grosso (1,36) têm os maiores números. Já Amazonas (0,46,), Ceará e São Paulo (ambos com 0,51) apresentam as menores taxas.

Especialista cita outros crimes para aumento nos feminicídios

Diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), Samira Bueno aponta que os números de feminicídios ainda são subestimados. Para ela, ainda não é possível afirmar que há consolidação do tipo penal do feminicídio, o que interfere nos registros oficiais.

Isso ocorre porque o feminicídio pode ser registrado como homicídio, apesar de indícios apontarem para um crime de ódio contra a mulher por ser mulher. Samira aponta que há estados em que os feminicídios representam de 40% a 60% de todas as mortes de mulheres, enquanto em outros, variam de 15% a 20%.

“Se estamos diante de um recorde, esse número muito elevado, fato é que ele ainda é subestimado e, na prática, é maior do que podemos mensurar”, diz Samira.

Ela elenca que pesquisas recentes feitas pelo Fórum apontam para aumento generalizado de tipos de violências cometidas contra mulheres, como perseguições, espancamentos e estrangulamentos — tipos de crimes que podem culminar, no futuro, em feminicídios.

“Quando a gente junta os registros, os boletins de ocorrência e soma a outras evidências, a gente percebe que muito provavelmente estamos diante, de dato, de um aumento na violência contra a mulher”, afirma a especialista.

Mudança no código penal

Em outubro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou um projeto de lei que aumenta a pena para feminicídio e para crimes cometidos contra a mulher.

A nova lei prevê que condenados por assassinato contra mulheres motivado por violência doméstica ou discriminação de gênero terá pena mínima de 20 anos, e máxima de 40 anos.

Antes, a lei previa que o feminicídio deveria ser punido com prisão de 12 a 30 anos.

As penas serão aumentadas em 1/3 caso a vítima estivesse grávida ou nos três meses após o parto, bem como quando as vítimas forem menores de 14 anos ou maiores de 60. A pena também será aumentada em 1/3 caso o crime tenha sido cometido na presença de filhos ou pais da vítima.

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Homem é esfaqueado seis vezes ao tentar devolver acessório de motocicleta em Rio Branco

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Vítima foi atacada no bairro Vitória após desentendimento envolvendo venda parcelada de uma moto; suspeito fugiu

Josias dos Santos Matias, de 27 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio na tarde desta terça-feira (20), após ser atingido por seis golpes de faca na Travessa Boa Sorte, no bairro Vitória, na parte alta de Rio Branco. O ataque ocorreu no momento em que a vítima tentava devolver um acessório de motocicleta ao suspeito.

De acordo com informações repassadas por Josias à polícia, ele havia vendido uma motocicleta de forma parcelada a um homem identificado como Matheus Estevão da Rocha. O comprador, no entanto, pagou apenas a primeira parcela e deixou de quitar as demais.

Na segunda-feira (19), diante da inadimplência, Josias retomou o veículo, que estava equipado com um escapamento novo. O acessório foi solicitado de volta pelo comprador.

Já na tarde desta terça-feira, ao se dirigir à residência de Matheus para devolver o escapamento, Josias foi surpreendido pelo suspeito, que estava armado com uma faca. Durante a agressão, a vítima foi atingida com dois golpes nas costas, um no abdômen, um próximo ao olho direito e outro na cabeça. Após o crime, o autor fugiu do local a pé.

Mesmo ferido, Josias conseguiu correr até a casa de familiares e pedir ajuda. A Polícia Militar e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados. Uma ambulância de suporte avançado prestou os primeiros atendimentos, estabilizou a vítima e a encaminhou ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde deu entrada em estado de saúde estável.

Policiais militares do 3º Batalhão realizaram buscas na região, mas o suspeito não foi localizado. O caso será inicialmente apurado pela Equipe de Pronto Emprego (EPE) e, posteriormente, investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Fiéis celebram Dia de São Sebastião com missas, procissões e show nacional em Xapuri

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Padroeiro de Xapuri e forte devoção em Rio Branco, data marcou encerramento de programação religiosa e cultural que atraiu romeiros e visitantes

A data é marcada pelo encerramento de uma extensa programação religiosa e cultural nas duas cidades, com missas, procissões e atividades abertas ao público. Foto: captada 

Nesta terça-feira (20), católicos de Xapuri e Rio Branco celebram o Dia de São Sebastião, padroeiro do município do interior acreano e uma das tradições religiosas mais arraigadas também na capital. A data encerrou uma extensa programação que combinou fé e cultura, com missas, procissões e atividades abertas ao público.

Em Xapuri, as festividades começaram na última sexta (16) e incluíram uma inovação neste ano: na noite de segunda (19), o cantor nacional Wanderley Andrade fez um show de cerca de 2h30, animando o público em um evento considerado atípico para o período do novenário. A apresentação foi marcada pela forte interação e animação, conforme destacou a organização local.

Na capital, a paróquia dedicada ao santo também realizou celebrações especiais, reforçando a tradição centenária de devoção a São Sebastião no estado. A programação religiosa e cultural mobilizou moradores, romeiros e visitantes de outras regiões do Acre e do país.

Programação de São Sebastião de Xapuri

Dia 20/01 (terça-feira):

  • 14h – Santo terço, no interior da igreja
  • 15h – Missa Solene em honra a São Sebastião
  • 16h30 – Grande procissão pelas ruas e benção solene
  • 18h – Jantar comunitário, quermesse e leilão
  • 21h – Show católico (após a procissão) com Padre Erenildo, no Palco Principal
  • 23h55 – Fim das atividades

Nesta terça-feira (20), a programação em Xapuri segue com as celebrações e a tradicional procissão, que marca o encerramento da festa. À noite, está previsto um show católico com o padre Erenildo. Foto: captada 

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