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Em fórum nacional, Acre discute alinhamento de estratégias para reforma tributária e modernização fiscal
O governo do Estado, por meio da Secretaria da Fazenda (Sefaz), está presente no principal fórum de debate sobre modernização das administrações tributárias do país. O evento teve início nesta quarta-feira, 11, e reúne especialistas para discutir a eficiência no gasto público e a inovação tecnológica no setor fazendário, no estado de Alagoas.
A transição da Reforma Tributária, que vem sendo o instrumento para construção de um sistema tributário mais justo, competitivo e sustentável, é um dos destaques do evento, juntamente com a implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e compras públicas.

Também entrou em pauta o tema Inteligência Fiscal, que seria o uso da inteligência artificial na documentação de sistemas e na tomada de decisões estratégicas.
Para o auditor fiscal da Receita e diretor de Governança e Gestão Estratégica da Sefaz, Adriano Magalhães, que está presente no evento, o fórum é fundamental para o fortalecimento da gestão fiscal no estado.

“A gestão fiscal exige rigor, equilíbrio e precisamos adotar as melhores ferramentas tecnológicas disponíveis. Estamos em meio a uma transição histórica com a Reforma Tributária, e assegurar que o Acre esteja alinhado aos debates nacionais sobre o Comitê Gestor do IBS e modernização de processos é o que garantirá a sustentabilidade das nossas contas e a eficiência na entrega de serviços à sociedade”, destaca o auditor fiscal da Receita e diretor de Governança e Gestão Estratégica da Sefaz do Acre, Adriano Magalhães.
O evento também debateu temas como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no âmbito fazendário, o cruzamento de dados sociais e fiscais para maior precisão arrecadatória, a gestão de recursos e o monitoramento de contratações, além do Programa de Apoio à Gestão Fiscal (Profisco).

O fórum se estende até sexta-feira,13, com a eleição da nova diretoria da Cogef para o biênio 2026/2027 e o lançamento da próxima edição do fórum.
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Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA ACRE
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Diretoria do Humaitá regulariza os atacantes Davi e Marcos Rudwere

Foto Glauber Lima: Elenco do Humaitá trabalha forte para semifinal do Estadual
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ABMAC divulga calendário e confirma 1ª etapa do Circuito 3×3

Foto FEAB: Circuito 3×3 terá três etapas no interior do Estado
A Associação de Basquete Master do Acre(ABMAC) divulgou o calendário de atividades da temporada de 2026 e o primeiro evento do ano será a 1ª etapa do Circuito 3×3 no dia 28 deste mês.
“Pensamos um calendário extenso e agora chegou o momento de realizar. Vamos realizar o Circuito 3×3 com cinco etapa, inclusive, com disputas no interior”, declarou o presidente da ABMAC, Alberdan Lopes(Dão).
Norte/Nordeste e Brasileiro
A Seleção Acreana estará na disputa da Copa Norte/Nordeste, programada entre os dias 3 e 7 de junho em Macapá, no Amapá, e no Campeonato Brasileiro, entre 30 de outubro a 7 de novembro em Goiânia, Goiás.
“Teremos dois grandes desafios. Vamos montar a equipe para realizar boas campanhas nos dois torneios”, afirmou Alberdan Lopes.

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Vídeo mostra indígena com deficiência sendo torturado por facção criminosa em Jordão, no interior do Acre
Polícia Civil investiga caso de violência extrema praticada pelo Comando Vermelho; crime reacende alerta sobre avanço de facções em comunidades indígenas

O indígena seria uma pessoa com deficiência, o que aumentou ainda mais a indignação da população diante da violência registrada no vídeo. Foto: captada
Um vídeo que circula nas redes sociais e aplicativos de mensagem nesta semana mostra um indígena sendo submetido a agressões por integrantes de uma facção criminosa no município de Jordão, no interior do Acre. As imagens, que causaram forte repercussão e indignação entre os moradores, teriam sido gravadas nos últimos dias.
De acordo com informações iniciais, a vítima seria uma pessoa com deficiência, o que tornou a violência ainda mais chocante para quem teve acesso às imagens. O homem teria sido alvo de uma espécie de “disciplina” aplicada por membros do Comando Vermelho, prática utilizada pela organização criminosa para impor regras e intimidar moradores em áreas onde atua.
A Polícia Civil do Acre informou que já iniciou as investigações para identificar tanto a vítima quanto os suspeitos envolvidos na tortura. As autoridades buscam apurar as circunstâncias em que o crime ocorreu e responsabilizar criminalmente os agressores.
O caso não é isolado na região. Em fevereiro deste ano, a Polícia Civil já havia prendido dois indivíduos identificados pelos apelidos de “Caxiado” e “Caboco” no município de Jordão, flagrados enquanto praticavam extorsão contra moradores indígenas. Na ocasião, um dos detidos já respondia a inquérito pela prática de tortura contra um adolescente da comunidade.

As imagens, que teriam sido gravadas nesta semana, provocaram forte repercussão e indignação entre moradores da cidade. Foto: captada
Avanço do crime organizado
A violência registrada em Jordão reacende o alerta sobre a infiltração do crime organizado em comunidades e terras indígenas da região amazônica. Autoridades e lideranças têm demonstrado preocupação com o avanço dessas organizações, que frequentemente pressionam ou aliciam jovens indígenas para participar de atividades ilícitas, como o tráfico de drogas.
Esse cenário tem gerado um ambiente de medo em comunidades isoladas, onde a presença do Estado é mais limitada e as facções tentam impor controle por meio de violência e intimidação.
Ações recentes contra o crime
O avanço das facções na região tem sido alvo de operações policiais. Em janeiro deste ano, a Polícia Civil deflagrou a Operação “Casa Maior”, que desarticulou núcleos do Comando Vermelho no Acre, resultando em 15 prisões. A investigação, conduzida em parceria com o Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), apontou que integrantes da facção, mesmo presos, continuavam gerenciando atividades criminosas, incluindo extorsão de comerciantes em bairros periféricos.
Em fevereiro, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/AC) também deflagrou a Operação Regresso, que resultou na apreensão de cerca de 350 kg de cocaína e no cumprimento de mandados em Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Aracaju.
Outras ameaças às comunidades indígenas
Além da violência direta de facções, as terras indígenas do Acre enfrentam outras pressões. O Ministério Público Federal investiga uma invasão de grileiros e madeireiros na Terra Indígena Huni Kuin (Kaxinawá) Seringal Independência, também localizada no município de Jordão. Segundo associações indígenas, os invasores derrubaram árvores nativas para extração de madeira e construíram estruturas para abrigar mais de 600 cabeças de gado em território protegido. A área desmatada equivale a mais de 250 campos de futebol.
A Polícia Civil segue investigando o caso da tortura divulgado em vídeo e busca identificar todos os responsáveis pelas agressões. A expectativa é que novas diligências sejam realizadas nos próximos dias para esclarecer os fatos e levar os criminosos à justiça.
Veja vídeo com Juruá em Tempo:

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