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Em comemoração aos 79 anos da Difurosa Acreana, governador Gladson Cameli celebra conquistas e investimentos na rádio

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Em comemoração aos 79 anos da Rádio Difusora Acreana, o governador do Acre, Gladson Cameli, celebrou as conquistas e os investimentos na rádio que é conhecida como A Voz das Selvas, na manhã desta sexta-feira, 25, no Casarão, em Rio Branco. A festa contou com a presença de locutores, produtores e equipe técnica atuantes na programação e ouvintes da rádio. Os músicos do Senadinho animaram a festividade.

Na comemoração, o governador reafirmou o comprometimento do Estado com o veículo e com a estrutura das unidades, incluindo a cessão de um terreno para a construção de uma nova sede na capital e a aquisição de veículos para garantir o trabalho dos servidores.

A rádio Difusora Acreana completa 79 anos neste 25 de agosto. Foto: José Caminha/Secom

“Eu tenho um compromisso com vocês. A nossa Difusora Acreana faz parte do sucesso do governo. O trabalho de vocês salvou vidas durante a pandemia da covid-19. Vamos cuidar desse diamante que é o estado. O Acre nos pertence. Defendam e protejam. Vamos colocar no radar que o terreno vai sair”, declarou o chefe de Estado.

Atuando há 39 anos na rádio, o diretor da Difusora Acreana, Raimundo Fernandes, agradeceu ao governador a atenção que tem sido voltada para a emissora. “Todos estão na luta do dia a dia, em especial nossos servidores. E somos gratos porque a história da Difusora é uma história real no coração de cada um. Sabemos a importância da rádio e graças a Deus no seu governo foi restaurada. Estamos confiantes e corajosos”, ressaltou o diretor.

O governador Gladson Cameli e o diretor-geral da Difusora Acreana, Raimundo Fernandes. Foto: José Caminha/Secom

A secretária de Comunicação, Nayara Lessa, afirmou que é um privilégio fazer parte desse momento da comunicação pública: “O governador Gladson Cameli é quem mais tem investido na comunicação pública, temos tido inúmeros avanços na sua gestão e agradecemos a todos os funcionários da Difusora, são servidores excepcionais”.

A secretária de Comunicação, Nayara Lessa, e o governador, Gladson Cameli. Foto: José Caminha/Secom

A voz do programa Sem Fronteira, Antonio José Macedo, discursou sobre a história da rádio desde 1944. Com a referência a momentos históricos, o locutor pontou que “a Difusora Acreana faz parte da cultura e é patrimônio de toda a humanidade. A nossa emissora foi e é importante”, destacou.

Equipes da rádio e da comunicação do Estado participaram das comemorações. Foto: Felipe Freire/Secom

Conquistas e investimentos

O governo do Estado tem investido recursos para melhorar a estrutura das rádios. Até o momento, o montante investido é de mais de R$ 1 milhão para as reformas dos prédios do Sistema Público de Comunicação.

As unidades da Difusora Acreana do interior estão sendo beneficiadas com as revitalizações. Em maio, o Estado entregou a sede de Sena Madureira recuperada e, este mês, foi a unidade de Feijó.

Sede da Difusora Acreana, em Sena Madureira. Foto: Marcos Vicentti/Secom

Os investimentos de mais de R$ 600 mil também foram destinados para a aquisição de novos transmissores, ampliações nas instalações físicas, atualização de equipamentos, melhorias na climatização e na sonorização dos estúdios. A intenção é garantir as condições que proporcionam a elevação da qualidade dos serviços oferecidos à população.

Nas próximas semanas, serão investidos mais R$189 mil nas rádios públicas em transmissores mais potentes, microfones, antenas e mesas de som. O investimento será fruto de emendas do senador Alan Rick (R$ 150 mil), com contrapartida da Secom (R$ 39 mil).

O que disseram

A Difusora Acreana faz parte da cultura e é patrimônio da humanidade. A nossa emissora foi e é importante hoje”.

Antonio José Macedo, locutor da Difusora Acreana

“Para mim, é muito gratificante ser comunicadora, principalmente da Rádio Difusora Acreana que eu amo e amo”.

Nilda Dantas, locutora da Difusora Acreana

“É uma honra e satisfação participar dos 79 anos da emissora que faz um serviço brilhante no nosso estado. Me recordo do momento da covid-19. Meus agradecimentos especiais a vocês, que fazem a comunicação no nosso estado”.

Alysson Bestene, secretário de Estado de Governo

“É uma satisfação muito grande vivenciar esse momento tão lindo e carinhoso. Sempre estamos em agenda e correria, mas no dia de hoje fiz questão de vir e comemorar com todos vocês. Estou feliz e agradecida a Deus por vivenciar esse momento maravilhoso e tão importante”.

Maria Antônia, deputada estadual

“Lembro que a minha primeira entrevista como homem público foi na Difusora. A equipe me deixou muito à vontade, e a rádio está há 79 anos levando informação para o Acre inteiro, com a melhor qualidade. Temos o maior carinho e respeito”.

Samir Bestene, vereador de Rio Branco

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Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco

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Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada 

Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.

O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.

Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.

O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Veja vídeo:

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Homem de 51 anos é morto a faca em comunidade ribeirinha de Porto Walter

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Raimundo Nonato foi atingido após discussão; acesso difícil ao local atrasa chegada da polícia

Ainda conforme os primeiros levantamentos, tanto a vítima quanto o suspeito são moradores da sede do município de Porto Walter e não residiam na comunidade onde o homicídio foi registrado. Foto: captada 

Um homicídio foi registrado na Comunidade Anorato, localizada às margens do Rio Cruzeiro do Vale, na zona rural de Porto Walter, no interior do Acre. A vítima foi identificada como Raimundo Nonato, de 51 anos, que morreu após ser atingido por um golpe de faca.

Segundo informações preliminares, o crime ocorreu após um desentendimento entre Raimundo e o agressor. Relatos indicam que a vítima consumia bebida alcoólica no momento, o que pode ter contribuído para a discussão. Tanto Raimundo quanto o suspeito são moradores da sede de Porto Walter e não residiam na comunidade ribeirinha.

A polícia foi acionada, mas o difícil acesso à região, agravado pelo baixo nível do rio, tem atrasado o deslocamento das equipes. A expectativa é que os policiais retornem à sede do município apenas na manhã desta terça-feira (11) para prosseguir com as investigações.

Relatos iniciais apontam que Raimundo Nonato consumia bebida alcoólica no momento do ocorrido, o que pode ter contribuído para o início da discussão, embora as circunstâncias ainda estejam sob apuração. Foto: ilustrativa

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Ministério da Justiça regulamenta indicador nacional e evidencia eficiência da Polícia Civil do Acre em crimes contra a vida

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O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente

Portaria do MJ fortalece reconhecimento da eficiência da Polícia Civil do Acre na elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: Saac Amorim/MJSP

A Polícia Civil do Acre (PCAC) passa a contar com um importante reconhecimento nacional na mensuração de sua eficiência investigativa com a publicação da Portaria MJSP nº 1.145, de 9 de fevereiro de 2026, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A norma uniformiza, em todo o Brasil, os critérios para cálculo dos índices de elucidação de homicídios e feminicídios, estabelecendo parâmetros objetivos e comparáveis entre os estados.

A nova regulamentação define que um crime será considerado elucidado quando o inquérito policial for relatado e encaminhado ao Judiciário ou ao Ministério Público com autoria e materialidade identificadas, ou ainda quando houver conclusão pela inexistência de crime, reconhecimento de excludentes legais ou extinção da punibilidade, exceto nos casos de prescrição. Também foram criados o Índice Nacional de Elucidação de Homicídios (INEH) e o Índice Nacional de Elucidação de Feminicídios (INEF), que passam a medir oficialmente o desempenho das polícias civis em todo o país.

O avanço é resultado de amplo debate no âmbito do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e contou com atuação direta do Comitê Nacional dos Diretores de Departamento de Homicídios (CNDH), presidido pelo delegado de Polícia Civil do Acre, Alcino Sousa Júnior, titular da Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Ele esteve à frente da construção técnica da proposta e da interlocução com o Ministério da Justiça para a consolidação do novo modelo.

Para Alcino, a portaria representa um divisor de águas na segurança pública brasileira. “Trata-se de um marco para o Brasil. Pela primeira vez, temos um indicador oficial, pactuado e tecnicamente estruturado, capaz de mensurar com maior fidelidade a capacidade investigativa das Polícias Civis na elucidação de homicídios e feminicídios, com critérios claros e dados mais confiáveis”, destacou o delegado.

O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, José Henrique Maciel, ressaltou que a publicação da portaria é fruto de uma luta antiga da instituição e das polícias civis de todo o país por uma métrica justa e transparente. “Essa regulamentação pelo Ministério da Justiça é uma conquista histórica. Sempre defendemos que a investigação policial precisa ser medida com critérios técnicos e realistas, e agora temos uma ferramenta que demonstra, de fato, a eficiência da Polícia Civil acreana na resolução dos crimes contra a vida, especialmente homicídios e feminicídios”, afirmou.

Segundo Maciel, o novo modelo corrige distorções antigas, já que antes os indicadores extraoficiais consideravam apenas as denúncias oferecidas pelo Ministério Público, deixando de fora casos com autoria atribuída a adolescentes ou situações amparadas por excludentes legais. “Hoje, a sociedade passa a enxergar com mais clareza o trabalho investigativo que é feito diariamente pelos nossos policiais civis, muitas vezes em condições adversas, mas com resultados concretos”, completou.

Com a padronização nacional e a integração dos dados ao Sinesp, a expectativa é que a nova metodologia fortaleça a gestão por evidências, permita diagnósticos mais precisos sobre o desempenho investigativo e subsidie políticas públicas mais eficientes, consolidando o papel da Polícia Civil do Acre como referência na apuração de crimes contra a vida.

Delegado Alcino Sousa Júnior (gravata vermelha), presidente do CNDH e titular da DHPP do Acre, teve papel central na construção da nova métrica nacional de elucidação de homicídios e feminicídios. Foto: cedida

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