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Eleitores de mais de 5 mil municípios já sabem quem vai comandar a prefeitura pelos próximos 4 anos

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A decisão dos eleitores mostrou a força dos partidos de centro-direita. O PSD elegeu o maior número de prefeitos no primeiro turno: 878. Em 2020, foram 650

O segundo turno, no dia 27 de outubro, vai fechar o quadro político em 52 cidades, entre elas 15 capitais. O PL é o partido em mais disputas: são 23 candidatos. O PT vem em segundo, com 13. MDB, PSD e União têm 10 candidatos cada.

Os eleitores de mais de 5 mil municípios já sabem quem vai comandar a prefeitura pelos próximos quatro anos. As urnas alteraram o tamanho dos partidos.

A decisão dos eleitores mostrou a força dos partidos de centro-direita. O PSD elegeu o maior número de prefeitos no primeiro turno: 878. Em 2020, foram 650.Com o resultado, o PSD superou o MDB, que há 20 anos era o maior partido em número de prefeituras. E, agora, é o segundo, com 847 prefeitos eleitos.

Depois estão o Progressistas, que elegeu 743 prefeitos; O União Brasil, fusão do Democratas e PSL, que elegeu 578; e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro, com 510 prefeitos eleitos.

O Republicanos elegeu 430 prefeitos. Foi um dos partidos que mais cresceu em relação à eleição passada, mais que dobrando o número de prefeituras.

Entre os partidos com mais eleitos, o único que perdeu força foi o PSDB, que por anos governou o estado e o município de São Paulo. Foram 269 prefeitos eleitos.

O PT, do presidente Lula, ficou em nono lugar no ranking. Também cresceu em relação a 2020: serão 248 prefeitos contra 179 na última eleição.

PT, do presidente Lula, ficou em nono lugar no ranking, com 248 prefeitos eleitos — Foto: Reprodução/TV Globo

O professor e cientista político Jairo Nicolau diz que o resultado mostra mais uma vez o domínio da centro-direita nas prefeituras.

“A gente repete o padrão, digamos, desses partidos que são da centro-direita, podemos chamar assim, com vários tons, alguns mais conservadores, outros mais liberais, mas esse é o padrão das vitórias das eleições locais no Brasil. Nesse sentido, eu não vejo grande novidade. Eu vejo, sim, a novidade dessa ultrapassagem do PSD, que se consolida como uma força de espraiamento nacional”, afirma.

O segundo turno, no dia 27 de outubro, vai fechar o quadro político em 52 cidades, entre elas 15 capitais. O PL é o partido em mais disputas: são 23 candidatos. O PT vem em segundo, com 13. MDB, PSD e União têm 10 candidatos cada.

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MP investiga licitação de mais de R$ 1 bilhão do transporte coletivo de Rio Branco

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A abertura do procedimento foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que encaminhou o caso à 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Patrimônio Público

A licitação do transporte coletivo urbano de Rio Branco, estimada em mais de R$ 1 bilhão, passou a ser alvo de investigação do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). A apuração foi instaurada após denúncia que questiona a legalidade e a estrutura do processo.

O procedimento tem como base o Edital de Concorrência nº 005/2026 e foi aberto a partir de representação apresentada pelo vereador Eber Machado, que aponta possíveis irregularidades na condução do certame.

Entre os principais questionamentos estão falhas na fase interna da licitação, como ausência de responsáveis técnicos identificados e inexistência de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART/RRT), além de possíveis descumprimentos da legislação.

O documento também aponta fragilidades no Estudo Técnico Preliminar, com a manutenção de um modelo considerado ultrapassado para o sistema de transporte público da capital.

Possíveis falhas e questionamentos

A representação levanta ainda suspeitas de restrição à competitividade, com a possibilidade de favorecimento à atual concessionária, além de inconsistências na modelagem econômico-financeira.

Entre os pontos citados estão o uso de dados considerados desatualizados, omissão de custos relevantes e falta de clareza na definição da tarifa.

Segundo o autor da denúncia, essas falhas podem gerar prejuízos aos cofres públicos, com risco de desequilíbrio no contrato e necessidade de subsídios sem previsão clara de custeio.

Investigação

A abertura do procedimento foi determinada pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que encaminhou o caso à 2ª Promotoria de Justiça Especializada de Defesa do Patrimônio Público.

A promotoria ficará responsável por analisar o caso e definir eventuais medidas, que podem incluir ações cautelares ou até a suspensão da licitação.

O Ministério Público destacou que a apuração é preliminar e não representa conclusão sobre a existência de irregularidades, tendo como objetivo a análise técnica e jurídica das informações apresentadas.

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Campanha de vacinação contra a gripe já começou no Acre; público-alvo deve procurar unidades de saúde

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Estratégia do Ministério da Saúde visa reduzir complicações e internações por influenza

O Ministério da Saúde iniciou na última sexta-feira (27) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza em todo o país. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo, com o objetivo de reduzir complicações, internações e mortalidade decorrentes da gripe.

Podem se vacinar:
  • Crianças de 6 meses a menores de 6 anos;
  • Gestantes e puérperas;
  • Povos indígenas e comunidades tradicionais;
  • Trabalhadores da saúde;
  • Idosos com 60 anos ou mais;
  • Professores das redes públicas e privadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis ou condições clínicas especiais.

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenir casos graves da doença e diminuir a pressão sobre o sistema de saúde durante o período de maior circulação viral.

Sinais de alerta:

A população deve ficar atenta a sintomas graves, como febre persistente, falta de ar, dor no peito ou queda na saturação de oxigênio. Nesses casos, a orientação é buscar atendimento médico imediato nas unidades de saúde ou pronto-atendimento.

A estratégia busca reduzir complicações, internações e a mortalidade decorrentes das infecções pelo vírus da gripe. No Acre, as unidades de saúde já estão preparadas para receber o público-alvo. Foto: captada 

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Acre entra em nível de alerta para SRAG em meio ao avanço da influenza A no Brasil

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Estado integra lista de 22 unidades federativas com risco elevado; campanha de vacinação contra a gripe começa neste sábado

O Acre está entre os estados em nível de alerta para Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o mais recente boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz. O alerta ocorre em meio ao aumento de casos de SRAG associados ao vírus influenza A em diversas regiões do país.

Embora o Acre não figure entre os estados com crescimento direto de casos de influenza A, o estado integra a lista de 22 unidades federativas com nível de atividade considerado de alerta, risco ou alto risco nas últimas semanas. O aumento de hospitalizações por vírus respiratórios, como influenza A, rinovírus e vírus sincicial respiratório (VSR), tem sido registrado principalmente nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste, com maior impacto entre crianças e adolescentes.

A vacinação contra a gripe é uma das principais medidas para conter o avanço da doença, especialmente entre grupos prioritários, como idosos, pessoas com baixa imunidade e crianças. O uso de máscaras em ambientes fechados e com aglomeração também é recomendado, sobretudo para indivíduos com sintomas gripais.

A campanha nacional de vacinação começa neste sábado (28) em grande parte do país, incluindo Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. A imunização gratuita pelo Sistema Único de Saúde protege contra os principais vírus em circulação, como influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.

Devem se vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, idosos a partir de 60 anos, além de outros grupos vulneráveis, como profissionais da saúde e da educação, pessoas com comorbidades, povos indígenas e população em situação de rua.

Nos últimos 28 dias epidemiológicos, a influenza A respondeu por 27,8% dos casos positivos de SRAG no país, enquanto o rinovírus lidera com 45%. Entre os óbitos, a influenza A foi responsável por 35,9% das mortes registradas, segundo dados atualizados até 21 de março.

Devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos. Foto: captada 

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