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Acre

Eleições 2022: 24 dos 32 deputados do Acre tentam se manter nos mesmos cargos

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Foto: Ana Paula Xavier/Rede Amazônica Acre

Por Iryá Rodrigues, g1 AC

Cinco dos oito deputados federais pelo Acre que encerram mandato este ano tentam se manter nas vagas que ocupam em Brasília, na campanha para o próximo pleito, de 2023 a 2026. Na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), 19 dos 24 deputados estaduais buscam a reeleição.

O levantamento feito pelo g1 se baseia nos dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre quem concorre às eleições no próximo domingo (2).

Especial g1: QUEM EU ESCOLHO?

Um dos deputados federais que concorre ao governo é o caso da candidata Mara Rocha (MDB). E outros dois tentam uma vaga no Senado, entre eles: Alan Rick (União Brasil) e Dra. Vanda Milani (PROS). Com isso, pelo menos três vagas na Câmara Federal, terão novos ocupantes, das oito cadeiras.

Já na Aleac, dos 24 deputados, 19 buscam se reeleger concorrendo para a mesma função. Por isso, pode haver renovação em, pelo menos, seis vagas na Casa. Sete vereadores de Rio Branco, eleitos no pleito de 2020, tentam uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre.

Outros três estaduais buscam vagas como federais, que é o caso de: Meire Serafim (União), Roberto Duarte (Republicanos) e Gerlen Diniz (PP). E um tenta uma vaga no Senado: Jenilson Leite (PSB). Somente um deputado estadual, Jonas Lima (PT), decidiu não ser candidato este ano.

Candidatos ao governo do Acre, os senadores Márcio Bittar (União Brasil) e Petecão (PSD), caso não sejam eleitos este ano, podem voltar ao Senado. É que os dois foram eleitos como senadores em 2018 pelo período de oito anos e ainda têm quatro anos de mandato.

Veja lista dos candidatos que tentam reeleição ou mudar de cargo:

  • Gladson Cameli – tenta reeleição
  • Mara Rocha – é deputada federal e concorre ao governo
  • Márcio Bittar – é senador, concorre ao governo e, se perder, volta ao Senado
  • Petecão – é senador, concorre ao governo e, se perder, volta ao Senado
  • Jenilson Leite – é deputado estadual e concorre para o Senado
  • Alan Rick – é deputado federal e concorre ao Senado
  • Dra. Vanda Milani – é deputada federal e concorre ao Senado
  • Jéssica Sales – tenta reeleição
  • Flaviano Melo – tenta reeleição
  • Perpetua Almeida – tenta reeleição
  • Jesus Sérgio – tenta reeleição
  • Léo de Brito – tenta reeleição
  • Meire Serafim – é deputada estadual e concorre como deputada federal
  • Roberto Duarte – é deputado estadual e concorre como deputado federal
  • Gerlen Diniz – é deputado estadual e concorre como deputado federal
  • Antonia Sales – tenta reeleição
  • Maria Antonia – tenta reeleição
  • Nicolau Júnior – tenta reeleição
  • Manoel Moraes – tenta reeleição
  • Edvaldo Magalhães – tenta reeleição
  • Daniel Zen – tenta reeleição
  • Pedro Longo – tenta reeleição
  • Bestene – tenta reeleição
  • Antonio Pedro – tenta reeleição
  • Luiz Gonzaga – tenta reeleição
  • Neném Almeida – tenta reeleição
  • Whendy Lima – tenta reeleição
  • Marcus Cavalcante – tenta reeleição
  • Fagner Calegário – tenta reeleição
  • Sgt Cadmiel Bomfim – tenta reeleição
  • Pastor Wagner Felipe – tenta reeleição
  • Tchê – tenta reeleição
  • Chico Viga – tenta reeleição
  • André da Droga Vale – tenta reeleição
  • Adailton Cruz – é vereador de Rio Branco e concorre como deputado estadual
  • Antonio Morais – é vereador de Rio Branco e concorre como deputado estadual
  • Arnaldo Barros – é vereador de Rio Branco e concorre como deputado estadual
  • Joaquim Florêncio – é vereador de Rio Branco e concorre como deputado estadual
  • Fábio Araújo – é vereador de Rio Branco e concorre como deputado estadual
  • Michelle Melo – é vereadora de Rio Branco e concorre como deputado estadual
  • Emerson Jarude – é vereador de Rio Branco e concorre como deputado estadual

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Acre

SINTEAC avalia proposta do governo e mantém mobilização da categoria para dia 1°

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, divulgou um vídeo nas redes sociais para esclarecer a proposta apresentada pelo governo do estado aos trabalhadores da educação.

Segundo a sindicalista, o Executivo propôs o pagamento de R$ 700 de auxílio-alimentação para servidores efetivos e R$ 500 de auxílio-saúde para aposentados. A proposta, no entanto, ainda será analisada pelos sindicatos antes de qualquer posicionamento oficial.

“Os sindicatos vão se reunir para avaliar e dar uma resposta. Ainda esta semana devemos discutir e encaminhar esse debate também na Assembleia Legislativa”, afirmou.

Rosana destacou que, apesar da proposta, pontos importantes da pauta da educação ainda não foram contemplados, como o Reajuste Geral Anual (RGA) e a recomposição da tabela salarial.

“Essa proposta não inclui o RGA. Além disso, temos outras pautas fundamentais, como o retorno da nossa tabela, que beneficia toda a categoria”, pontuou.

A presidente também informou que busca uma reunião com o secretário estadual de Educação, prevista possivelmente para sexta-feira, para avançar nas negociações.

“Estamos aguardando a confirmação de uma agenda. Existe uma expectativa de que o governo possa atender pautas antigas antes do fim do mandato”, disse.

Mesmo com as tratativas em andamento, o sindicato reforçou a convocação para o ato marcado para o dia 1º de abril, às 8h, em frente ao Palácio Rio Branco.

“Não desistimos da nossa pauta. Vamos seguir mobilizados. Todos juntos no dia 1º, em frente ao Palácio”, concluiu Rosana.

A mobilização faz parte das ações da categoria em busca de valorização profissional e recomposição das perdas salariais, que, segundo o sindicato, variam entre R$ 500 e R$ 2.610.

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Acre é o segundo estado do Norte com maior índice de adolescentes que já usaram drogas ilícitas, aponta PeNSE 2024

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Pesquisa do IBGE mostra que 12,5% dos estudantes acreanos de 13 a 17 anos já experimentaram substâncias ilícitas; apenas o Amazonas tem percentual maior na região

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 que colocam o Acre como o segundo estado da Região Norte com maior percentual de adolescentes que já experimentaram drogas ilícitas .

Segundo o levantamento, 12,5% dos estudantes acreanos de 13 a 17 anos afirmaram já ter feito uso dessas substâncias ao menos uma vez. O índice posiciona o estado atrás apenas do Amazonas, que lidera o ranking regional com percentual próximo.

A diferença entre os estados no topo é pequena, mas revela um padrão: na Região Norte, os índices mais elevados se concentram em estados com maior circulação de drogas, muitas vezes associados a rotas de fronteira .

Na outra ponta, estados como Amapá e Pará apresentam percentuais significativamente menores, abaixo de 10%. Rondônia aparece logo atrás do Acre, também com índices elevados, enquanto Roraima e Tocantins ocupam posições intermediárias.

Apesar da colocação no ranking, os dados indicam uma tendência de queda em relação à edição anterior da pesquisa, realizada em 2019. O recuo acompanha o cenário nacional, que também registrou diminuição no consumo de drogas ilícitas entre adolescentes.

Ainda assim, especialistas apontam que o problema está longe de ser resolvido. Um dos principais pontos de atenção é o início precoce do uso. Parte dos estudantes brasileiros relata ter experimentado drogas antes dos 13 anos — um fator associado a maior risco de dependência e impactos duradouros na saúde.

Sobre a PeNSE

A PeNSE é considerada o principal levantamento sobre hábitos e condições de saúde de estudantes no país. Os dados são utilizados como base para políticas públicas, especialmente na área de prevenção.

Além do uso de drogas ilícitas, a pesquisa também aponta mudanças no comportamento dos jovens brasileiros nos últimos anos, como a redução no consumo de cigarro tradicional e álcool, mas o avanço do uso de cigarros eletrônicos, cuja comercialização é proibida no país.

Ambiente escolar como espaço de prevenção

Para pesquisadores, o ambiente escolar segue sendo um espaço central para ações de prevenção. Com mais de 90% dos adolescentes frequentando a escola, o local é visto como estratégico para campanhas educativas e políticas de saúde voltadas à juventude.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2024 que colocam o Acre como o segundo estado da Região Norte. Foto: captada 

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TSE julga nesta quinta-feira (26) federação entre União Brasil e PP, que deve redesenhar cenário eleitoral no Acre

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União Progressista une duas maiores siglas governistas e pode se tornar a maior força partidária do país; decisão é aguardada com atenção pela cúpula política acreana

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) incluiu na pauta de julgamentos desta quinta-feira (26) a análise do pedido de registro e homologação da Federação União Progressista, formada pela fusão estratégica entre o União Brasil e o Partido Progressistas (PP). A decisão é aguardada também pela cúpula política do Acre, já que o resultado deve redesenhar as forças para as eleições de 2026.

A sessão está marcada para as 10h e será transmitida ao vivo pela Rádio e TV Justiça e pelo canal do TSE no YouTube. O pedido está sob a relatoria da ministra Estela Aranha, e o parecer do Ministério Público Eleitoral já foi favorável à criação da federação.

O que está em jogo

Se aprovada, a União Progressista se tornará a maior força partidária do país, reunindo:

  • 103 deputados federais — a maior bancada da Câmara

  • 12 senadores — a terceira maior do Senado

  • cerca de 1,3 mil prefeitos em todo o país

  • R$ 953,8 milhões em fundo eleitoral (números de 2024) — a maior fatia da distribuição

  • R$ 197,6 milhões em fundo partidário (números de 2024)

Para valer nas eleições de 2026, a federação precisa ser aprovada pelo TSE até o dia 4 de abril. A aprovação é tratada como praticamente certa pelas cúpulas dos partidos, já que os requisitos formais foram cumpridos.

No Acre, a federação não é apenas uma formalidade jurídica, mas o alicerce das pré-candidaturas majoritárias governistas. O grupo já trabalha com os nomes consolidados do governador Gladson Cameli para o Senado Federal e da atual vice-governadora, Mailza Assis, que disputará o governo do estado.

Gladson formalizou sua renúncia ao governo do Acre nesta terça-feira (24), com efeitos a partir de 2 de abril, quando Mailza assume definitivamente o comando do Estado.

A união entre os dois partidos resultará em uma das chapas mais competitivas do estado para a disputa à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Foto: captada 

Chapas proporcionais

A união entre os dois partidos resultará em uma das chapas mais competitivas do estado para a disputa à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). A federação concentra ainda um número recorde de políticos com mandato que buscam a reeleição.

Com a nova regra, o grupo poderá lançar uma lista única e poderosa, otimizando o quociente eleitoral. Para a Assembleia Legislativa, a expectativa é que a federação ocupe uma fatia considerável das 24 cadeiras, dado o peso dos nomes que compõem as fileiras do PP e do União Brasil no estado. Na disputa pela Câmara dos Deputados, a lógica é a mesma: unir votos de legenda e concentrar recursos do fundo partidário em nomes já testados nas urnas.

Se o TSE der o aval positivo nesta quinta, como é esperado, o cenário político acreano entra em uma nova fase de pré-campanha, na qual a máquina partidária e a força dos mandatos atuais serão os principais combustíveis para o projeto de continuidade liderado por Gladson Cameli e Mailza Assis .

A sessão de julgamento pode ser acompanhada ao vivo pelos canais oficiais do TSE a partir das 10h.

A federação não é apenas uma formalidade jurídica, mas o alicerce das pré-candidaturas majoritárias governistas. O grupo já trabalha os nomes de Gladson Cameli para o Senado Federal e Mailza Assis, que disputará o governo do estado.

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