Acre
Durante encontro com Gladson Cameli, deputado de SC destaca potencial agrícola do Acre
A convite do Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, o deputado estadual e presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Altair Silva, cumpre agenda no estado. Nesta segunda-feira, 7, o parlamentar se reuniu com o governador Gladson Cameli, no Palácio Rio Branco, na capital.
Governador Gladson Cameli recebeu nesta segunda-feira, 7, o deputado e presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia de Santa Catarina, Altair Silva. Foto: Diego Gurgel/SecoSilva destacou que Santa Catarina é um dos maiores produtores de alimentos do país, principalmente de aves e suínos, e mostrou-se entusiasmado com o potencial agrícola acreano.
“Meu estado possui um clima instável e um relevo com muitos morros, mas mesmo assim, conseguimos produzir bastante. O Acre tem muitas terras planas e estações climáticas bem definidas. Vejo um futuro bastante promissor e de muito desenvolvimento nos próximos anos”, afirmou.

Deputado catarinense destacou o grande potencial agrícola do Acre. Foto: Diego Gurgel/Secom
O agronegócio tem sido um dos pilares da gestão de Gladson Cameli. O governante tem apostado alto no setor, assegurando políticas públicas eficientes e grandes investimentos na zona rural. Nos últimos anos, o estado tem registrado safras recordes.
“O governo tem feito a sua parte e, dentro da legalidade, ajudado os nossos produtores. Temos percorrido o Brasil em busca de novos empreendimentos para que se instalem no Acre e nos ajude a desenvolver, gerar emprego e renda para a população”, frisou o governador.

Gestão do governador Cameli tem trabalhado em prol do crescimento do agronegócio acreano. Foto: Diego Gurgel/Secom
José Luis Tchê, secretário de Agricultura, argumentou que a troca de experiências com os demais estados do país é fundamental para o crescimento do setor rural. “Tivemos várias empresas de Santa Catarina participando da Expoacre e isso é muito importante para que o nosso agro possa avançar ainda mais e aumentar sua produtividade com qualidade e tecnologia”, pontuou.
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Acre
Operação Mulheres 2026 prende 91 suspeitos e realiza 552 diligências no combate à violência doméstica no Acre
Ação da Polícia Civil resultou em 59 prisões em flagrante e 32 mandados judiciais; 186 inquéritos foram concluídos e ações educativas alcançaram mais de 100 pessoas

A Operação Mulheres 2026 demonstra que a luta contra a violência doméstica exige constância, planejamento e dedicação. Como bem colocou a delegada, o trabalho da polícia é essencial para “quebrar o ciclo de violência”. Foto: captada
A Polícia Civil do Acre realizou a Operação Mulheres 2026 entre os dias 19 de fevereiro e 5 de março, em diversas regiões do estado. A ação teve como foco o combate à violência contra a mulher.
Nesse período, de acordo com a corporação, foram realizadas 552 diligências investigativas. Ao todo, foram efetuadas 59 prisões em flagrante e cumpridos 32 mandados de prisão judicial contra investigados por crimes como ameaça, lesão corporal, estupro e descumprimento de medidas protetivas. Também nesse período foram concluídos 186 inquéritos policiais.
“Além das ações repressivas, a Polícia Civil promoveu três ações educativas, levando orientação e informação à população sobre prevenção à violência doméstica, canais de denúncia e mecanismos de proteção às vítimas, alcançando mais de 100 pessoas”, disse o órgão em nota.
“Esses números refletem o empenho das equipes em todo o estado. Nosso objetivo é garantir que as vítimas sejam acolhidas, orientadas e protegidas, ao mesmo tempo em que trabalhamos para responsabilizar os agressores. Cada ação representa um passo importante para quebrar o ciclo de violência e reforçar que a mulher não está sozinha e pode contar com a atuação da Polícia Civil”, destacou a delegada Juliana De Angelis, responsável pela coordenação da operação no Acre.

Ao todo, foram efetuadas 59 prisões em flagrante e cumpridos 32 mandados de prisão judicial contra investigados por crimes como ameaça, lesão corporal, estupro e descumprimento de medidas protetivas. Foto: captada
Balanço da Operação: Um Olhar sobre os Números
A operação, realizada entre 19 de fevereiro e 5 de março, não se limitou a uma única região, abrangendo diversas áreas do estado. Os números divulgados pela corporação revelam a magnitude da ação:
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552 diligências investigativas: Um volume massivo de trabalho para apurar denúncias e coletar provas.
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59 prisões em flagrante: Um indicador da agilidade da polícia em intervir no momento da ocorrência ou logo após, retirando o agressor de circulação imediatamente.
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32 mandados de prisão judicial cumpridos: Ação contra investigados que já estavam sendo processados, incluindo crimes graves.
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186 inquéritos policiais concluídos: Um passo fundamental para que os processos possam ser encaminhados à Justiça e os agressores sejam responsabilizados.
Tipos de Crimes Combatidos
Os alvos da operação foram autores de crimes que fazem parte do triste cotidiano de muitas mulheres:
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Ameaça: Muitas vezes o primeiro sinal de um relacionamento abusivo.
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Lesão corporal: A agressão física que deixa marcas visíveis e invisíveis.
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Estupro: Um dos crimes mais graves e que exige acolhimento especializado.
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Descumprimento de medidas protetivas: A desobediência a uma ordem judicial que visa justamente proteger a vítima, mostrando o desrespeito contínuo do agressor.
A Importância da Prevenção e da Informação
A delegada Juliana De Angelis, coordenadora da operação, destacou um ponto crucial: o acolhimento à vítima. A ação não foi apenas repressiva, mas também preventiva. As três ações educativas, que alcançaram mais de 100 pessoas, são fundamentais para ensinar a sociedade a identificar sinais de violência, conhecer os canais de denúncia e entender os mecanismos de proteção existentes.

Delegada Juliana De Angelis, responsável pela coordenação da operação no Acre. Foto: captada
Conclusão: Um Passo Firme na Direção Certa
A Operação Mulheres 2026 demonstra que a luta contra a violência doméstica exige constância, planejamento e dedicação. Como bem colocou a delegada, o trabalho da polícia é essencial para “quebrar o ciclo de violência” e para que as mulheres saibam que não estão sozinhas.
Cada uma dessas 59 prisões em flagrante e 32 prisões judiciais representa uma vida que pode ter sido salva e um agressor que terá que responder por seus atos.
Parabéns à Polícia Civil do Acre pelo trabalho incansável. Que operações como essa se repitam cada vez mais, pois infelizmente a violência doméstica ainda é uma realidade que precisa ser combatida com todo o rigor da lei e com o apoio de toda a sociedade.

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Acre ocupa 13ª posição nacional em menor proporção de presos provisórios, aponta ranking do CLP
Levantamento do CLP com base no Depen mostra que 22,8% da população carcerária acreana aguarda julgamento; índice fica abaixo da média nacional

A análise permite avaliar o funcionamento da justiça criminal e o tempo de resposta dos processos, além de indicar possíveis gargalos estruturais que impactam a gestão do sistema penitenciário. Foto: captada
O Acre ocupa a 13ª posição no ranking nacional de estados com menor proporção de presos sem condenação definitiva no sistema prisional. O dado consta no levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP), com base em informações do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), divulgado no Ranking de Competitividade dos Estados na última quinta-feira (5).
De acordo com o estudo, 22,8% da população carcerária do Acre é formada por presos provisórios — pessoas que estão privadas de liberdade enquanto aguardam julgamento ou a conclusão do processo judicial.
Dados do Acre:
- Taxa de presos provisórios: 22,8%
- Posição no ranking: 13º lugar
- Base: Dados do Depen/CLP 2026
- População carcerária total: Inclui provisórios, sentenciados e medidas de segurança
O indicador mede a proporção de presos sem condenação definitiva em relação ao total de pessoas no sistema prisional. A análise permite avaliar o funcionamento da justiça criminal e o tempo de resposta dos processos, além de indicar possíveis gargalos estruturais que impactam a gestão do sistema penitenciário.
Os números no Acre
Segundo o estudo:
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22,8% da população carcerária do Acre é composta por presos provisórios;
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Essas pessoas estão privadas de liberdade enquanto aguardam julgamento ou a conclusão do processo judicial;
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O percentual coloca o estado em posição intermediária no cenário nacional.
O que mede o indicador
O índice analisa:
- Proporção de presos sem condenação definitiva em relação ao total do sistema prisional;
- Funcionamento da justiça criminal;
- Tempo de resposta dos processos judiciais;
- Possíveis gargalos estruturais que afetam a gestão penitenciária.
No ranking nacional, os estados com menor percentual de presos provisórios são Rondônia (10,4%), Paraná (12,4%) e Roraima (14,5%). Já as maiores proporções foram registradas na Bahia (42,8%), Piauí (41,7%) e Pernambuco (39,4%).
Segundo a metodologia do levantamento, a população prisional é composta por presos provisórios, presos sentenciados — que cumprem pena em regimes fechado, semiaberto ou aberto — e pessoas submetidas a medidas de segurança, como internação ou tratamento ambulatorial.
Composição da população prisional
De acordo com a metodologia do levantamento, o sistema prisional é formado por:
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Presos provisórios (aguardando julgamento);
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Presos sentenciados (cumprindo pena nos regimes fechado, semiaberto ou aberto);
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Pessoas submetidas a medidas de segurança (internação ou tratamento ambulatorial).
O que os números indicam
Especialistas apontam que:
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Quanto menor a taxa de presos provisórios, mais eficiente tende a ser o sistema de justiça;
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O índice reflete a capacidade de resposta do Judiciário;
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A posição do Acre indica equilíbrio em comparação com outros estados da região.
O resultado coloca o Acre em situação mais favorável que a média das regiões Norte e Nordeste, embora ainda haja espaço para avanços na celeridade processual e na gestão do sistema prisional. O dado serve como termômetro para políticas públicas voltadas à eficiência da justiça criminal no estado.

Os estados com menor percentual de presos provisórios são Rondônia (10,4%), Paraná (12,4%) e Roraima (14,5%). Já as maiores proporções foram registradas na Bahia (42,8%), Piauí (41,7%) e Pernambuco (39,4%). Foto: assessoria
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Campanha contra violência à mulher ganha apoio do futebol acreano
Federação e clubes firmam parceria com secretaria estadual para levar mensagens de conscientização aos gramados e torcedores
A campanha de combate à violência contra a mulher ganhou o reforço do futebol acreano após a assinatura de um termo de cooperação entre a Federação de Futebol do Acre e a Secretaria de Estado da Mulher do Acre (Semuher), durante reunião realizada nesta quinta-feira, em Rio Branco.
O encontro contou com a presença do presidente da Federação, Adem Araújo, além de representantes de praticamente todos os clubes do estado, que aderiram à iniciativa e assumiram o compromisso de ajudar a ampliar a divulgação da campanha dentro e fora dos gramados.
Segundo Adem Araújo, o futebol possui grande alcance social e pode contribuir diretamente para a conscientização da população sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres.
Segundo o presidente da Federação Adem Araújo, “O futebol é uma ferramenta muito forte de comunicação com a sociedade. A Federação e os clubes assumem esse compromisso de apoiar essa campanha e ajudar a combater qualquer tipo de violência contra a mulher.”
A presidente do Náuas Futebol Clube, Janete, única mulher à frente de um clube no futebol acreano, destacou a importância da mobilização conjunta das equipes.
“É muito importante ver os clubes unidos nessa causa. Esse apoio fortalece a campanha e mostra que o futebol também pode ser um espaço de respeito e conscientização.”
Já o presidente do Rio Branco Football Club, Gerson, que também atua como defensor público, reforçou o posicionamento da instituição no combate à violência.
“O Rio Branco não apoia nenhum tipo de violência contra as mulheres. Estamos juntos nessa campanha porque é uma causa que precisa do envolvimento de toda a sociedade.”
Com a assinatura do acordo, a campanha deve ganhar maior visibilidade durante as competições organizadas pela Federação, levando mensagens de respeito, prevenção e conscientização aos atletas, dirigentes e torcedores em todo o estado.





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