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Durante diligência de roubo, polícia encontra mais de 20 kg de drogas na casa de “Cachacinha”

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O acusado recebeu voz de prisão pelos crimes de receptação e tráfico de drogas

Mais de 20 kg de pasta à base de cocaína foram encontrados na casa do acusado/Foto: divulgação

Por Vânia Andrade- SEPC

A partir da instauração de um inquérito policial, referente a roubo ocorrido em uma residência na cidade de Rio Branco, agentes de polícia da Delegacia de Roubos e Extorsão – DCORE iniciaram diligências para identificar o autor do fato, e na data de ontem (08) localizaram um dos celulares subtraídos em posse de Luciano da Silva Beserra, 30 anos, conhecido como “CACHACINHA”.

Na residência de Luciano, situada no Bairro Defesa Civil, os policiais apreenderam o celular roubado, 22 pacotes de pasta base de cocaína e ainda material utilizado no embalo da droga, momento em que lhe foi dado voz de prisão pelos crimes de receptação e tráfico de drogas.

Já na delegacia, o homem confessou o crime e assumiu ser o proprietário da droga e conforme procedimentos de praxe, nesta terça-feira (9), foi encaminhado a audiência de custódia para decisão sobre a manutenção da prisão ou concessão de liberdade provisória.

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Mulher é brutalmente espancada pelo marido e pede ajuda da polícia na Zona Rural

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A mulher, que não teve o nome divulgado por segurança, foi barbaramente espancada pelo companheiro na última terça-feira (25)

Mulher é brutalmente espancada pelo marido e pede ajuda da polícia na Zona Rural

Uma moradora da zona rural de Sena Madureira, no Acre, está pedindo ajuda para retirar seus pertences da residência onde vivia com o marido, no ramal do Mucuripe, no projeto Joaquim de Matos. A mulher, que não teve o nome divulgado por segurança, foi barbaramente espancada pelo companheiro na última terça-feira (25) e conseguiu fugir apenas dois dias depois, em busca de socorro.

Com o rosto completamente lesionado pelas agressões, a vítima chegou à casa de vizinhos na quinta-feira (27), onde pediu ajuda para acionar a polícia. Em depoimento, a mulher relatou que foi espancada de forma cruel e temia pela própria vida. “Meu marido quase me matou, estou precisando de ajuda. Nem minhas coisas consegui tirar”, disse a vítima, ainda muito abalada.

A Polícia Militar foi acionada e está apurando o caso. Até o momento, o nome do agressor não foi divulgado. A mulher espera contar com o apoio das autoridades para retirar sua mobília da residência e garantir uma medida protetiva contra o marido. A motivação da agressão não foi divulgada. O homem continua em liberdade, e a mulher teme pela própria vida.

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Mulher é presa por levar filhas de 1 e 12 anos para motel no interior do Acre; veja detalhes

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Ela estava há dois dias com as duas filhas, uma de 1 e a outra de 12 anos, em um quarto de motel

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Cotas trans são questionadas na justiça por Associação de Mulheres

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A Associação MATRIA – Mulheres Associadas, Mães e Trabalhadoras do Brasil entrou com uma Ação Civil Pública contra a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), questionando a legalidade da reserva de vagas para transgêneros em concursos públicos e vestibulares  da instituição.

A ação, movida na Justiça Federal, pede a nulidade da Resolução Normativa 181/2023 e a suspensão do item 6.4 do Edital nº 049/2024/DDP, que prevê a destinação de vagas específicas para candidatos que se autodeclaram transexuais, travestis, transmasculinos, transgêneros e/ou não binários.

Segundo a MATRIA, a medida fere princípios constitucionais como legalidade, impessoalidade e segurança jurídica, além de impactar negativamente políticas afirmativas já existentes e os recursos da universidade.

A política foi implementada sem o respaldo de dados e estatísticas oficiais que comprovem sua necessidade e eficácia. Além da ausência de informações oficiais sobre o tamanho da população trans no Brasil e sua suposta exclusão social, estudos existentes indicam que essa população apresenta um nível de escolaridade superior à média nacional e está super-representada nas universidades.

“A política de cotas deve ser baseada em dados concretos e fundamentação legal. No caso das cotas trans, não há estatísticas oficiais que demonstrem a necessidade dessa reserva de vagas, o que compromete a transparência e a equidade das políticas públicas”, afirma a associação.

A ação também questiona a autodeclaração de identidade de gênero como critério para concorrer às vagas reservadas, argumentando que ela é subjetiva, imprecisa e impossível de verificação imparcial, violando o princípio da objetividade que deve nortear as seleções públicas.

Finalmente, a MATRIA aponta que esta mesma resolução viola a liberdade de expressão e de cátedra, ao interditar o debate e a discussão sobre a teoria da identidade de gênero no ambiente acadêmico, impondo sanções ao seu questionamento.

A UFSC ainda não se pronunciou oficialmente sobre a ação judicial.

Para mais informações, entre em contato:

Associação MATRIA
E-mail: matria@associacaomatria.com
Whats: 031-95714004

Site: www.associacaomatria.com

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