Acre
Dono de instituto responsável pela pesquisa de ontem rebate críticas: “É choro de quem apareceu atrás”
Para o Senado nada está definido. Somando brancos/nulos e não sabem temos 54% (São 2 vagas, logo 200%) Só a campanha, o desempenho de cada candidato vai definir as duas vagas.

Em entrevista ao jornalista Evandro Cordeiro, dono do Instituto de Pesquisa Delta, fala muito mais sobre pesquisas no Estado.
O sociólogo Francimar Façanha de Almeida, dono do Instituto de Pesquisa Delta, responsável pela pesquisa sobre as eleições no Acre divulgada ontem, reagiu às críticas pelas redes sociais com bom humor: “Só não aceito agressões pessoais. O resto é lamentação de quem está atrás no placar”. Em entrevista ao Blog do Evandro Cordeiro ele fala muito mais sobre pesquisas no Estado. Ele tem bagagem para falar, afinal a empresa Delta é a que mais acertou placar de eleição nos últimos anos. “Não erramos nenhuma das eleições que trabalhamos”, afirma. Entre outras coisas, diz que não faz prognóstico eleitoral, mas diagnóstico.
Com Evandro Cordeiro
Veja mais detalhes:
Blog – Quantos anos a Delta está no mercado?
Francimar Façanha – Estamos há 11 anos no mercado.
Blog – Baseado em que as pessoas devem acreditar no resultado dessa pesquisa da Delta?
Francimar Façanha – Baseado no histórico de acertos da Delta. Fazemos pesquisa com responsabilidade.
Blog – Tem como resumir quantas pesquisas a Delta acertou?
Francimar Façanha – Se contarmos para governo, prefeito e senado, dentro e fora do Estado, são mais de 40 resultados positivos. Isso é fruto de uma trabalho sério, um bom planejamento e uma equipe de campo muito competente.
Blog – Pela sua experiência no ramo em que sentido esses números devem se movimentar se é que vão se movimentar? A tendência é quem cair, quem subir…ou é improvável fazer um prognóstico do próximo levantamento?
Francimar Façanha – Não fazemos prognósticos, fazemos diagnósticos. Mostramos o retrato do momento. Amanhã o cenário pode ser outro. Fica difícil de dizer. Ainda tem muitos eleitores indecisos. A campanha vai fazer a diferença.
Blog – O senhor não tem partido. É empresário. Por essa razão pergunto: qual a tendência depois de uma pesquisa dessas? As pessoas se lançam em direção de quem tem mais chances?
Francimar Façanha – Muitos acreditam que as pesquisas influenciam na decisão do voto em a ou b. Vários estudos apontam que as pesquisas tem muito pouco ou nenhuma influência na decisão do eleitor.
Blog – O senador Gladson e o Marcus Alexandre polarizaram a disputa. Isso é fato. Tem chance de o coronel Ulisses ainda dar uma subida? Ou a tendência é ele é outros candidatos dos nanicos desaparecerem?
Francimar Façanha – Olha só: 67% do eleitorado já escolheu dois candidatos, irmão. Só 6% escolheram o coronel Ulysses. Ainda é cedo para dizer para onde esses indecisos irão.
Blog – Para o senado a eleição está definida?
Francimar Façanha – Para o Senado nada está definido. Somando brancos/nulos e não sabem temos 54% (São 2 vagas, logo 200%) Só a campanha, o desempenho de cada candidato vai definir as duas vagas.
Blog – Como o senhor encara as críticas a sua pesquisa, que deu o tom nas redes sociais nesta segunda-feira, 4?
Francimar Façanha – Quem está na chuva é para se molhar. Aceito as críticas com naturalidade. Só não aceito agressões pessoais. O resto são lamentações de quem está atrás no placar eleitoral.

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Sesacre aponta queda nos casos de Covid-19 em até 96% no Acre em 2026
O Acre registrou uma redução significativa nos casos de Covid-19 em 2026. Até fevereiro, foram contabilizadas 112 confirmações, número muito inferior ao de anos anteriores. Segundo a Secretaria de Estado de Saúde, houve uma queda de 96% em relação a 2025, quando a circulação do vírus era maior.
Essa tendência de diminuição de casos graves e internações também foi observada em outras regiões do Brasil. Especialistas atribuem esse cenário à vacinação em massa e à imunidade adquirida pela população nos últimos anos.
No entanto, as autoridades de saúde alertam para o aumento de outros vírus respiratórios, como os que causam síndromes gripais, o que requer atenção da população.
Apesar da melhora no quadro da Covid-19, o recomendável é manter os cuidados básicos, principalmente para grupos vulneráveis. O estado agora monitora a doença de forma mais controlada, sem picos elevados como antes.



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