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Detento com tornozeleira é preso após furto a joalheria em Rio Branco

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Suspeito foi localizado com dezenas de joias furtadas; prejuízo estimado é de R$ 13 mil

Um detento monitorado por tornozeleira eletrônica foi preso na noite de sábado (28), suspeito de furtar uma loja de joias em Rio Branco.

A prisão foi realizada por policiais da Força Tática do 3º Batalhão da Polícia Militar, que localizaram o suspeito, identificado como Reinaldo Batista de Souza, de 37 anos, em uma residência no bairro Vitória.

Durante a abordagem, os militares encontraram diversas joias em posse do suspeito, incluindo 23 anéis, 50 pares de brincos, 29 cordões e uma pulseira. Todo o material foi reconhecido como proveniente do furto.

Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 3h da madrugada do mesmo dia. O suspeito teria arrombado a porta de uma loja localizada na Avenida Brasil, no Conjunto Xavier Maia, e levado todos os itens do estabelecimento. O prejuízo foi estimado em cerca de R$ 13 mil.

Com base em imagens de câmeras de segurança, a equipe iniciou buscas e conseguiu localizar o suspeito ainda na noite de sábado. Todas as joias furtadas foram recuperadas.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Flagrante, onde permaneceu à disposição da Justiça.

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Sem prisões, mortes de trabalhadores na Cidade do Povo seguem sem respostas

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Família cobra justiça após quase duas semanas do crime que matou dois jovens durante entrega de tijolos em Rio Branco

Duas semanas após as mortes de Gustavo Gabriel Bezerra Soster, de 17 anos, e Daniel Dourado de Sousa, de 22, ainda não há presos pelo crime ocorrido no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, em Rio Branco.

A família de Daniel informou à imprensa que ainda não foi ouvida pela Polícia Civil. Uma prima da vítima, que preferiu não se identificar, afirmou que os familiares cobram justiça e vivem à espera de respostas. A reportagem não conseguiu contato com parentes de Gustavo.

Segundo a Polícia Civil, o caso segue sob investigação, mas, até o momento, nenhuma prisão foi realizada.

“Até agora estamos sem saber de nada. O meu primo nunca participou de nada errado. Tiraram o sonho dele, que era trabalhar para construir a casa e dar um teto para a filha, que chama por ele todos os dias”, relatou a prima, emocionada.

De acordo com ela, Daniel não conhecia o outro jovem morto. As vítimas teriam tido os celulares acessados pelos criminosos, que buscavam supostos indícios de ligação com facções rivais.

“Queremos justiça pelo meu primo e por outras mortes que acontecem. Isso não pode ficar impune”, acrescentou.

A família de Daniel relatou que ainda não foi ouvida pela Polícia Civil. Uma prima dele, que pediu para não ter o nome divulgado, disse que a família quer justiça pela morte do rapaz. Foto: captada 

Dinâmica do crime

Daniel e Gustavo trabalhavam em uma cerâmica e foram até o conjunto habitacional realizar a entrega de tijolos em um canteiro de obras, acompanhados de outros trabalhadores.

Durante a ação, criminosos abordaram o grupo, renderam as vítimas e sequestraram quatro pessoas. Elas foram levadas até uma área próxima à Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), onde os suspeitos verificaram os celulares em busca de possíveis vínculos com facções.

Segundo a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ao identificarem supostos indícios, os criminosos executaram dois dos trabalhadores no local.

A Polícia Militar foi acionada, isolou a área e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou as mortes.

Ainda conforme a investigação, câmeras de segurança próximas ao local foram destruídas pelos autores do crime, o que dificulta o avanço das apurações.

Gustavo Bezerra (es.) e Daniel Dourado (dir.) entregavam tijolos no Conjunto Habitacional Cidade do Povo quando foram mortos. Foto: captadas

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Suspeito de feminicídio segue foragido mais de três meses após crime no Acre

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Homem monitorado por tornozeleira teve prisão preventiva decretada, mas ainda não foi localizado pelas autoridades

O presidiário Antônio José Barbosa Pinto, de 54 anos, continua foragido mesmo após ter a prisão preventiva decretada pela Justiça. Até o momento, ele não foi localizado pelas forças de segurança.

Segundo as investigações, o suspeito era monitorado por tornozeleira eletrônica quando cometeu o feminicídio contra Maria da Conceição Ferreira da Silva, de 46 anos.

Antônio José Barbosa Pinto é procurado pela polícia como principal suspeito de assassinar a companheira, Maria da Conceição Ferreira da Silva. Foto: captada 

A prisão preventiva foi determinada no último dia 14 de dezembro de 2025, um dia após o crime. No entanto, passados mais de três meses, Antônio José segue sendo procurado.

De acordo com o histórico criminal, ele já possuía condenações por homicídio e tentativa de assassinato. Em 17 de dezembro de 2014, matou o diarista Manoel Amorim da Silva, de 50 anos, na zona rural do município de Manoel Urbano.

De acordo com o inquérito policial, Maria da Conceição foi encontrada morta dentro de casa pela filha. Foto: captada 

Segundo a Polícia Civil, com base em perícia preliminar evidenciada pela rigidez do corpo da vítima, Maria da Conceição foi morta entre as 3h30/4h30 e o foragido rompeu a tornozeleira eletrônica às 4h37, horário apontado pelo Sistema de Monitoramento Penitenciário.

De acordo com o inquérito policial, Maria da Conceição foi encontrada morta dentro de casa pela filha por volta das 12h20 do sábado (13). Segundo relato policial, a jovem havia ido ao local para comemorar o aniversário da mãe.

Ao chegar à residência, a jovem percebeu o portão e a porta dos fundos abertos. No quarto, encontrou a mãe caída ao lado da cama, de bruços e com sangue no local, conforme descreve o relatório policial. Próximo ao corpo havia uma faca, apontada como a arma usada no crime.

A perícia inicial indicou que a vítima sofreu cerca de cinco golpes de faca na região do tórax. Ainda segundo os autos, câmeras de segurança da residência foram desligadas antes do crime.

“O desligamento das câmeras indica premeditação. O rompimento da tornozeleira minutos após a estimativa da morte indica fuga e consciência da ilicitude”, apontou a representação da Polícia Civil ao pedir a prisão preventiva do suspeito.

O crime ocorreu em dezembro do ano passado, e, até o momento, ele não foi localizado pelas forças de segurança. Foto: captada 

A Polícia Civil reforça que informações que possam ajudar na localização do foragido podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 181 ou 190.

Maria da Conceição era viúva e mantinha um relacionamento com Antônio José, que era irmão do falecido marido da vítima. Vizinhos relataram à polícia episódios de agressividade por parte do suspeito. Foto: captada 

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Polícia Militar realiza operação comunitária em área ribeirinha de Sena Madureira

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Ação levou reforço de segurança e atividades sociais à comunidade Cazumbá, no rio Caeté

A ação contou com a parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública e teve como foco o fortalecimento da presença policial em áreas mais afastadas. Foto: captada 

A Polícia Militar do Acre, por meio do 8º Batalhão (8º BPM), realizou, nos dias 28 e 29, a Operação Policiamento Comunitário Itinerante na comunidade Cazumbá, localizada às margens do rio Caeté, em Sena Madureira.

A iniciativa contou com o apoio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e teve como objetivo ampliar a presença policial em áreas mais isoladas, além de promover ações de aproximação com os moradores.

As iniciativas fazem parte de um conjunto de estratégias do 8º BPM voltadas ao policiamento comunitário, com atuação tanto em regiões rurais quanto urbanas sob sua circunscrição. Foto: captada 

A operação integra um conjunto de estratégias adotadas pelo 8º BPM voltadas ao policiamento comunitário, com atuação tanto em regiões rurais quanto urbanas da área de abrangência da unidade.

Segundo a corporação, a ação busca garantir a ordem pública, aumentar a sensação de segurança e fortalecer a relação de confiança entre a polícia e a população das comunidades rurais de Sena Madureira.

 

O principal objetivo da operação é garantir a ordem pública e ampliar a sensação de segurança nas comunidades rurais de Sena Madureira. Foto: captada 

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