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Acre

Deputado Antonio Pedro questiona lentidão na construção do hospital em Xapuri

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A estrutura de atendimento na Saúde do município de Xapuri foi um dos assuntos debatidos na Assembleia Legislativa do Acre na manhã de ontem, 15. O deputado estadual Antonio Pedro (DEM) relatou que a população continua sendo atendida em uma unidade com infraestrutura inadequada. Ele cobrou a construção do novo hospital para o município.

“Há mais de um ano a população de Xapuri vem tendo um atendimento precário. A unidade de Saúde é ruim, não possui os equipamentos necessários. Não tem estrutura para deixar alguém internado ali. Esta é uma reivindicação que já vem sendo feita  há mais de um ano. O que queremos é que o governo dê uma atenção especial a esse assunto”, disse o deputado.

Ele lembrou que já existe uma verba destinada para a construção do hospital, porém, até o momento a obra ainda não foi iniciada. “Não se tem um posicionamento concreto sobre a construção do hospital de Xapuri. Já ocorreu até uma audiência pública e na ocasião o secretário de Saúde na época garantiu que já havia um valor destinado para realizar a obra, mas até agora não aconteceu nada”.

O deputado pediu celeridade nas decisões do governo do Estado quanto a construção do hospital. “Vão esperar quantas pessoas morrerem naquele município para decidirem enxergar que a estrutura de atendimento é inadequada. Isso é inaceitável”.

Ele lembrou que recentemente um jovem em estado grave buscou o atendimento em Xapuri e já faleceu. “Um rapaz após levar uma facada foi levado por seus familiares aquela unidade e ficou lá a mercê da própria sorte. Não tinha nem a ambulância para encaminhar o rapaz para a capital. Ele ficou lá passando mal e tendo que esperar a ambulância vir de Rio Branco. Não vou me calar até que este hospital esteja viabilizado”.

Antonio Pedro comentou ainda sobre a Segurança no Estado. Ele relatou que a Loja Gazin voltou a ser invadida por assaltantes. “Tive a informação que mais uma vez uma das lojas Gazin foi invadida. Isso é pedir mesmo para que a rede seja retirada deste Estado. Caso isso ocorra, vai causar um prejuízo danado para o Acre. Imaginem quantas pessoas ficarão desempregadas. Nossa Segurança Pública é falha, precária e o governo não tem trabalhado de forma correta para contornar essa situação”.

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Acre

Fiocruz abre inscrições para curso voltado a profissionais que atuam no Acre

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Profissionais da saúde e lideranças comunitárias que atuam junto a populações do campo, da floresta e das águas em municípios do Acre já podem se inscrever em um curso gratuito de aperfeiçoamento voltado à qualificação do cuidado em territórios amazônicos. As inscrições seguem abertas até o dia 18 de janeiro e devem ser feitas no site da Fiocruz Amazônia.

A formação é direcionada a trabalhadores que atuam diretamente com comunidades rurais, ribeirinhas, extrativistas, quilombolas e demais povos tradicionais presentes em diferentes regiões do estado, como o Vale do Juruá, o Baixo Acre e áreas de difícil acesso, onde os desafios para a oferta de serviços de saúde são maiores.

Desenvolvido pelo Instituto Leônidas & Maria Deane (ILMD/Fiocruz Amazônia), em parceria com o Ministério da Saúde e a Associação Rede Unida, o curso busca fortalecer a atuação da atenção primária à saúde a partir das realidades locais da Amazônia Legal, considerando aspectos sociais, culturais e ambientais que marcam o cotidiano das populações acreanas.

No Acre, o curso terá polo educacional em Cruzeiro do Sul, município estratégico para a formação de profissionais que atendem comunidades do Juruá e de regiões de fronteira. A modalidade será híbrida, com atividades presenciais e a distância, facilitando a participação de trabalhadores que atuam em áreas mais isoladas do estado.

A qualificação é voltada a agentes comunitários de saúde (ACS), agentes de combate às endemias (ACE), técnicos da área da saúde, profissionais de nível superior vinculados à Estratégia Saúde da Família (ESF) e também a lideranças comunitárias e integrantes de movimentos sociais que atuam nos territórios do campo, da floresta e das águas.

Segundo os organizadores, a proposta do curso é estimular estratégias de intervenção nos territórios, promover o debate sobre o cuidado em saúde e contribuir para a ampliação de um atendimento mais integral, humanizado e territorializado, fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS) nos municípios acreanos.

Além do Acre, as vagas também são destinadas a profissionais dos estados do Amazonas, Pará e Rondônia, com polos presenciais em Manaus, Belém, Santarém e Porto Velho.

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Acre

Rio Branco e Cruzeiro do Sul tem alerta de possibilidade de inundação e enxurradas

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Foto: David Medeiros

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) apontou risco moderado para a ocorrência de eventos hidrológicos no Acre nesta terça-feira, 13, devido à previsão de chuvas de intensidade moderada a forte ao longo do dia.

De acordo com o boletim divulgado na madrugada desta terça, há possibilidade de inundação gradual de áreas ribeirinhas, provocada pelo extravasamento de rios e igarapés, além de enxurradas urbanas, alagamentos em áreas rebaixadas e extravasamento de córregos secundários.

As áreas sob maior atenção incluem as Regiões Geográficas Intermediárias de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, onde o volume de chuva pode impactar tanto zonas urbanas quanto comunidades próximas a cursos d’água.

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Acre

Decreto aumenta valor de referência usado em taxas e tributos em Capixaba

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A Prefeitura de Capixaba publicou nesta terça-feira, 13, o Decreto Municipal nº 025, que atualiza o valor da Unidade Fiscal do Município de Capixaba (UFMC) para o exercício financeiro de 2026. A medida foi assinada pelo prefeito Manoel Maia e passa a valer a partir da data da assinatura.

Conforme o decreto, a UFMC foi reajustada para R$ 41,19, com base na variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC/IBGE) nos últimos 12 meses. O índice é o parâmetro legal adotado pelo município para a correção anual da unidade fiscal.

A atualização atende ao que determina o artigo 352, parágrafo 3º, da Lei Municipal nº 274/2007, que estabelece a obrigatoriedade da correção monetária da UFMC, instrumento utilizado como referência para o cálculo de tributos, taxas e demais receitas municipais.

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