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Acre

Deputada Michelle Melo denuncia falta de medicamentos em UPA e critica gestão da saúde

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Durante a sessão ordinária realizada na manhã desta quarta-feira (08) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), a deputada Michelle Melo (PDT) fez um contundente discurso abordando questões relacionadas à saúde pública no Estado. A parlamentar denuncia a falta de medicamentos essenciais em unidades hospitalares.

“É inerente que esses problemas sejam debatidos aqui nessa Casa”, afirmou a deputada, referindo-se à importância de discutir questões de saúde pública no parlamento. Ela destacou preocupações com o superfaturamento de contratos na área da saúde e a falta de medicamentos em unidades de pronto-atendimento.

Michelle relatou uma visita feita à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade do Povo, onde constatou a ausência de medicamentos essenciais para o tratamento de síndrome coronariana aguda. “É grave! Nós conversamos com os gestores, perguntamos o motivo, buscamos informações na Secretaria de Saúde, mas o que a gente recebe é sempre a mesma tratativa. Está errado. Isso é uma informação errada”, afirmou a deputada.

Além disso, a parlamentar criticou a falta de transparência e agilidade na resolução de questões trabalhistas, citando o caso dos peritos em 2022. “Por que não há agilidade de resolver os assuntos dos trabalhadores, mas há celeridade de criar uma secretaria para fazer um puxadinho político?”, questionou.

Michelle Melo ressaltou a importância de dar voz aos trabalhadores e exigir responsabilidade por parte do governo estadual. “A palavra dada aos trabalhadores não se mantém. Por que não há boa vontade de resolver os assuntos relacionados a eles”, enfatizou a deputada.

Diante das denúncias apresentadas, a deputada solicitou explicações do Secretário de Saúde e urgência na reposição dos medicamentos nas unidades de pronto-atendimento. “Se alguém morrer de infarto por falta de medicação, a culpa é do governo do Estado do Acre”, concluiu.

Texto: Andressa Oliveira

Foto: Sérgio Vale

Fonte: Assembleia Legislativa do AC

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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