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Denunciado por estuprar ex-cunhada de 12 anos é condenado em Brasileia

O homem denunciado por estuprar a própria cunhada, uma adolescente de 12 anos, foi condenado pelo crime de estupro de vulnerável.
A decisão é do Juiz da Comarca de Brasileia, Clovis de Souza Lodi, que julgou procedente a denúncia do Ministério Público Estadual.
O réu das iniciais O.S.L, de 47 anos, terá que cumprir 20 anos de reclusão em regime inicialmente fechado, mas, poderá recorrer da sentença em liberdade.
Consta no processo, que a vítima foi estuprada entre os meses de junho de 2012 e setembro de 2013.
Os crimes ocorreram na casa do autor, localizada no Ramal do Polo, na BR-317.
O acusado era casado com a irmã da adolescente.
Quando foi ouvida na justiça, a vítima, hoje com 24 anos, disse que em uma das vezes, foi amarrada pelo então cunhado na cama.
Na sequência, ele ligou o som em um volume alto e praticou o crime.
A vítima disse também, que outra vez foi estuprada dentro do banheiro do imóvel.
Quando foi interrogado o réu negou as acusações, mas diante das provas apresentadas acabou condenado.
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Acidente envolvendo três veículos é registrado na BR-364 entre Sena Madureira e Rio Branco
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TJAC anula eliminação de candidato e garante retorno a concurso da Polícia Penal
Decisão unânime aponta ilegalidade na exclusão durante investigação social e reforça princípio da presunção de inocência
O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) decidiu, por unanimidade, anular a eliminação de um candidato do concurso para agente de Polícia Penal e determinou sua reintegração ao certame, ao considerar ilegal a exclusão na fase de investigação social. A decisão foi tomada pelo Tribunal Pleno no julgamento de mandado de segurança, sob relatoria da desembargadora Waldirene Cordeiro, com acórdão publicado no Diário da Justiça Eletrônico nesta segunda-feira (23).
De acordo com o processo, o candidato havia sido considerado “contraindicado” na investigação social, etapa eliminatória do concurso, após a administração apontar a existência de um boletim de ocorrência antigo por infração de trânsito, a suposta omissão de outro registro policial e um mandado de prisão por dívida de pensão alimentícia.
Ao analisar o caso, o TJAC entendeu que a eliminação foi desproporcional e violou princípios constitucionais. No voto, a relatora destacou que a existência de boletim de ocorrência, sem condenação penal definitiva, não pode ser usada como fundamento para exclusão de candidatos, sob pena de violar o princípio da presunção de inocência.
O colegiado também considerou que o registro mais antigo não teve repercussão penal e ocorreu há mais de cinco anos, reduzindo seu peso na análise da vida pregressa. Em relação à suposta omissão de um boletim de ocorrência, o tribunal avaliou que não houve comprovação de que o candidato tivesse conhecimento do fato, afastando a hipótese de má-fé.
Sobre o mandado de prisão por dívida de pensão alimentícia, os desembargadores ressaltaram que se trata de medida de natureza civil, sem conteúdo penal, e que não caracteriza, por si só, ausência de idoneidade moral.
Com a decisão, o candidato poderá retornar ao concurso e seguir nas demais etapas, inclusive eventual curso de formação. O TJAC também fixou entendimento de que a investigação social deve observar critérios de razoabilidade, proporcionalidade e respeito à presunção de inocência, vedando eliminações baseadas apenas em registros antigos ou sem condenação.
A decisão reforça a jurisprudência dos tribunais superiores e pode impactar casos semelhantes, especialmente em concursos da área de segurança pública, onde a análise da vida pregressa costuma ser mais rigorosa.
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Ex-presidiário que rompeu tornozeleira eletrônica é preso após agredir adolescente amigo da filha no interior do AC

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