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Delegados-Gerais do Acre e Paraíba se reúnem para troca de experiências e fortalecimento das Polícias Civis
O encontro teve como principal objetivo a troca de informações técnicas entre as Polícias Civis dos estados do Acre e da Paraíba, visando o fortalecimento das instituições e a melhoria das estratégias de enfrentamento à criminalidade.

A reunião contou com a presença de importantes autoridades da Polícia Judiciária de ambos os estados, marcando um momento de cooperação e troca de experiências.
Com assessoria
Na manhã desta quarta-feira, 24, o Delegado-Geral de Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, recebeu o Delegado-Geral da Paraíba, Dr. André Luiz Rabelo de Vasconcelos, em um encontro significativo na sede da Polícia Civil do Acre (PCAC), em Rio Branco. A reunião contou com a presença de importantes autoridades da Polícia Judiciária de ambos os estados, marcando um momento de cooperação e troca de experiências.
Na manhã desta quarta-feira, 24, o Delegado-Geral de Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, recebeu o Delegado-Geral da Paraíba, Dr. André Luiz Rabelo de Vasconcelos, em um encontro significativo na sede da Polícia Civil do Acre (PCAC), em Rio Branco. A reunião contou com a presença de importantes autoridades da Polícia Judiciária de ambos os estados, marcando um momento de cooperação e troca de experiências.
Dr. José Henrique Maciel estava acompanhado por uma equipe de alto escalão da Polícia Civil acreana, composta pelos delegados adjuntos, Dr. Claylton Videira e Dr. Alex Cavalcante, Diretor do Departamento de Polícia da Capital e do Interior, Dr. Pedro Paulo Buzolin, Diretor do Departamento de Inteligência, Dr. Nilton Boscaro, Diretor da Academia de Polícia (Acadepol), Dr. Fabrizzio Leonard Sobreira, Corregedor Geral da PCAC, Thiago Fernandes Duarte, Coordenadora do projeto Bem-Me-Quer, Dra. Juliana De Angelis, e diretor do Departamento de Polícia Técnica-Científica, Mário de Sandro Martins.
Representando a Paraíba, além do Delegado-Geral André Luiz Rabelo, estavam o Coordenador da Assessoria Técnica Normativa, João Gilberto, Superintendente da Loteria do Estado da Paraíba e Secretário Executivo de Planejamento, Petrônio Rolim e o Gerente da Gerência Técnica e de Fiscalização da Loteria do Estado da Paraíba, Abraão Araújo.

Delegado-Geral de Polícia Civil do Acre, Dr. José Henrique Maciel, recebeu o Delegado-Geral da Paraíba, Dr. André Luiz Rabelo de Vasconcelos, em um encontro significativo na sede da Polícia Civil do Acre (PCAC), em Rio Branco
O encontro teve como principal objetivo a troca de informações técnicas entre as Polícias Civis dos estados do Acre e da Paraíba, visando o fortalecimento das instituições e a melhoria das estratégias de enfrentamento à criminalidade. Durante a reunião, foram apresentados dados e resultados das ações de combate ao crime em ambas as regiões, destacando as melhores práticas e os desafios enfrentados.
Dr. José Henrique Maciel enfatizou a importância da cooperação entre as polícias civis para o fortalecimento da segurança pública no Brasil. “A troca de experiências e informações técnicas é fundamental para que possamos aprimorar nossas estratégias e garantir a segurança da população. A parceria com a Polícia Civil da Paraíba certamente trará benefícios para ambos os estados”, afirmou.
O Delegado-Geral da Paraíba, André Luiz Rabelo, destacou a relevância do encontro para a construção de um sistema de segurança mais eficiente e integrado. “Essa oportunidade de diálogo e troca de conhecimentos é essencial para que possamos alinhar nossas ações e enfrentar a criminalidade de forma mais eficaz. Agradecemos a recepção da Polícia Civil do Acre e estamos comprometidos em fortalecer essa parceria”, declarou.
Em reconhecimento à visita, o Delegado-Geral do Acre, Dr. José Henrique Maciel, ofereceu uma medalha de honra ao Delegado-Geral da Paraíba, André Luiz Rabelo, simbolizando a importância da colaboração entre as polícias civis dos dois estados.

A reunião contou com a presença de importantes autoridades da Polícia Judiciária de ambos os estados, marcando um momento de cooperação e troca de experiências.
O encontro entre as autoridades da Polícia Judiciária do Acre e da Paraíba marca um importante passo para o fortalecimento da segurança pública nas duas regiões. A troca de informações e a cooperação técnica prometem trazer avanços significativos no combate à criminalidade, beneficiando diretamente a população dos estados envolvidos.
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Duas brasileiras são presas em Cobija com cocaína ao tentar retornar para Epitaciolândia
Droga estava escondida em bolsa durante abordagem na Avenida Internacional; suspeitas foram transferidas para presídio na Bolívia

Uma das mulheres foi intensificada como Eliza B. dos Santos, as duas foram abordadas na Avenida Internacional após atitude suspeita. Foto: captada.
Duas mulheres de nacionalidade brasileira foram presas na tarde desta terça-feira (3) na Avenida Internacional, em Cobija, na Bolívia, quando tentavam atravessar para o lado brasileiro com destino à cidade de Epitaciolândia, no Acre. Com elas, os policiais encontraram cocaína escondida dentro de uma das bolsas.
A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel Erland Mosterio. Segundo as autoridades, as suspeitas — uma delas identificada como Eliza B. dos Santos — apresentaram atitude suspeita durante patrulhamento na tranca que divide os dois países, o que motivou a abordagem.
A revista pessoal foi realizada por agentes femininas, que localizaram pacotes contendo uma substância branca em uma das bolsas. O material foi submetido a teste de campo pela Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN), que confirmou resultado positivo para cocaína base.

A informação foi confirmada pelo comandante departamental da polícia, coronel CLN Erland Mosterio. Foto: captada
As duas mulheres foram ouvidas no local e, em seguida, apreendidas e colocadas à disposição das autoridades competentes. Elas vão ser transferidas para a Penitenciária Villa Busch, onde permanecerão à disposição da Justiça boliviana para os procedimentos legais cabíveis.
Veja vídeo reportagem com TV SPC:
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Acusados de matar sobrinho-neto de Marina Silva são condenados a 23 e 12 anos de prisão
André Oliveira da Silva, autor dos disparos, e Denis Tavares, dono da arma, foram julgados pelo assassinato de Cauã Nascimento, morto em fevereiro de 2024 após “tribunal do crime” em Rio Branco

O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira e 12 anos de prisão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Foto: captada
O Tribunal do Júri de Rio Branco condenou, na tarde desta terça-feira (3), André Oliveira da Silva, o “Smith”, e Denis da Rocha Tavares pelo assassinato de Cauã Nascimento da Silva, de 19 anos, sobrinho-neto da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O julgamento ocorreu no plenário da 1ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da capital acreana.
Por maioria absoluta de votos, o Conselho de Sentença reconheceu a prática dos crimes de homicídio e participação em organização criminosa. O juiz Fábio Farias fixou a pena de 23 anos e 3 meses de prisão para André Oliveira, apontado como autor dos disparos, e 12 anos de reclusão para Denis Tavares, identificado como proprietário da arma utilizada no crime. Ambos deverão cumprir a pena em regime fechado e tiveram negado o direito de recorrer em liberdade.
O crime
De acordo com a denúncia do Ministério Público e as investigações da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o crime ocorreu em 6 de fevereiro de 2024, no bairro Taquari, em Rio Branco. André Oliveira invadiu a residência da tia da vítima, localizada na Rua Baguari, e efetuou diversos disparos contra Cauã Nascimento, que morreu no local.
As investigações apontaram que a vítima teria sido flagrada pichando muros de residências e postes de energia com a sigla de uma facção rival à que dominava o bairro à época. Conforme apurado, Cauã foi submetido a um chamado “tribunal do crime” e recebeu sentença de morte. A execução ocorreu dois dias após essa decisão.
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Objetos estranhos na rede elétrica causaram mais de 150 ocorrências no Acre em 2025
Mais de 61 mil clientes foram atingidos ano passado
Segundo levantamento realizado pela Energisa Acre, cerca de 150 ocorrências foram registradas no estado em 2025 por objetos estranhos na rede elétrica, afetando mais de 61 mil
Entre os materiais encontrados na rede estão tênis, correias metálicas, sacolas e outros objetos levados pelos ventos ou lançados intencionalmente, que se torna um ato criminoso, considerado dano ao patrimônio público, além de ser uma ação muito perigosa, que oferece risco à vida.
Quando entram em contato com a fiação, podem provocar curtos-circuitos, rompimento de cabos, danos a equipamentos do sistema elétrico, incêndios, choques fatais, além de comprometer o fornecimento de energia da região.
O Gerente de Operação da Energisa Acre, Loureman Azevedo, reforça que a tentativa de retirada desses materiais é extremamente perigosa.
“Quando um objeto entra em contato com a rede elétrica, ele pode ficar energizado e se transformar em um ponto de choque. O risco aumenta quando alguém tenta retirar esse material usando varas, escadas ou qualquer outro recurso improvisado. A orientação é clara: jamais tente remover objetos da rede elétrica. Ao identificar essa situação, mantenha distância e acione imediatamente a Energisa pelos canais de atendimento”, alerta o gerente.
A recomendação da Energisa é simples e pode evitar acidentes
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Não jogue objetos sob ou sobre a rede elétrica;
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Nunca tente retirar materiais presos à fiação;
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Não se aproxime de fios partidos ou cabos no chão;
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Não toque em pessoas ou objetos que estejam em contato com a rede;
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Não solte pipas, balões ou até mesmo fogos de artifício próximo a rede.
Em caso de ocorrência, registre pelos canais de atendimento:
WhatsApp Gisa: (68) 99233-0341
Aplicativo Energisa On
Telefone: 0800 647 7196


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