Geral
Delegados da Polícia Civil do Acre ministram disciplinas na 100ª edição do INC da Força Nacional
os delegados foram homenageados pelos participantes do curso, que reconheceram a contribuição dos profissionais da PCAC para a formação dos integrantes da Força Nacional

Delegados da PCAC compartilham conhecimento na 100ª edição do INC da Força Nacional. Foto: cedida.
A Polícia Civil do Acre (PCAC) teve uma participação de destaque na 100ª edição do Curso de Instrução de Nivelamento de Conhecimento (INC) da Força Nacional de Segurança Pública. Os delegados Marcílio Laurentino, Heverton Carvalho e o agente de polícia Elivalter Souza, que atuam em Cruzeiro do Sul, ministraram aulas no último sábado, 15, compartilhando conhecimento com os participantes da formação.
Entre as disciplinas ministradas pela PCAC estiveram investigação de crimes, homicídios, feminicídios, prisão em flagrante e abuso de autoridade, temas fundamentais para a atuação policial.
O delegado-geral da Polícia Civil do Acre, Dr. Henrique Maciel, destacou a importância do evento e a representatividade da PCAC em um momento histórico para as forças de segurança do Brasil.
“A realização da 100ª edição do INC no Acre é um marco para a segurança pública estadual e nacional. A presença da Polícia Civil do Acre como instrutora desse curso evidencia a excelência dos nossos profissionais e a capacidade de contribuir para o aprimoramento da segurança pública no país”, salientou.
O delegado Marcílio Laurentino, um dos instrutores do curso, ressaltou a relevância da troca de experiências no fortalecimento da atuação policial. “É uma honra compartilhar conhecimento com agentes de segurança de diversas partes do Brasil. A capacitação contínua é essencial para que possamos enfrentar os desafios da criminalidade com eficiência e técnica, sempre respeitando os princípios legais e os direitos fundamentais”, frisou.

Delegados do Acre ministram aulas para agentes da Força Nacional. Foto: cedida.
Já o delegado Heverton Carvalho enfatizou o impacto do curso na qualificação dos profissionais da segurança pública. “O INC é uma ferramenta fundamental para nivelar e padronizar procedimentos operacionais em todo o país. A Polícia Civil do Acre se sente privilegiada em contribuir com esse processo, trazendo experiências reais e técnicas que fazem a diferença na prática investigativa e no combate ao crime”, enalteceu.
Após a ministração das aulas, os delegados foram homenageados pelos participantes do curso, que reconheceram a contribuição dos profissionais da PCAC para a formação dos integrantes da Força Nacional.
O curso de Instrução de Nivelamento de Conhecimento conta com uma programação robusta, abordando direitos humanos, técnicas de abordagem policial e veicular, controle de distúrbios civis, patrulhamento, manejo de armamentos e equipamentos e Teste de Aptidão Física (TAF).
O encerramento do curso está marcado para o dia 27 de fevereiro, com a presença do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski.

Delegados da PCAC são homenageados por sua contribuição na formação da Força Nacional. Fotos: cedidas.
Comentários
Geral
Acusado de homicídio é condenado a 52 anos de prisão pelo Tribunal do Júri em Rio Branco
Conselho de Sentença absolve segundo réu por falta de provas; crime ocorreu em 2020 no Conjunto Jacarandá

Foto: Reprodução
Rogério Furtado dos Santos, conhecido como “Solução”, de 33 anos, foi condenado nesta terça-feira (10) a 52 anos de reclusão em regime fechado pelo crime de homicídio qualificado. A decisão foi proferida pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri, em julgamento realizado no Fórum Criminal de Rio Branco e presidido pelo juiz Fábio Farias.
No mesmo julgamento, o Conselho absolveu Vagner de Aguiar Moraes, conhecido como “Latrô”, por falta de provas.
Rogério foi acusado pela execução de Jair de Figueiredo Castelo Filho, de 23 anos, crime ocorrido em 2020. Ele já havia sido condenado, em outubro do ano passado, a 42 anos de prisão por outro homicídio.
O crime
O assassinato julgado ocorreu na madrugada de 28 de janeiro de 2020. Conforme a denúncia, dois homens em uma motocicleta invadiram uma residência no Conjunto Jacarandá, no Segundo Distrito de Rio Branco. Dentro do imóvel, efetuaram diversos disparos contra Jair de Figueiredo Castelo Filho, que morreu no local.
Após o crime, os suspeitos fugiram levando o celular da vítima, na tentativa de dificultar as investigações. Dias depois, investigadores da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) identificaram Rogério Furtado e Valber Aguiar como suspeitos. À época, ambos haviam fugido do presídio local poucos dias antes do homicídio.
Os dois foram recapturados, indiciados e denunciados à Justiça. No julgamento realizado nesta terça-feira, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação de Rogério Furtado e pela absolvição de Valber Aguiar por insuficiência de provas.
Com a nova condenação, Rogério soma 94 anos de reclusão, considerando também a pena de 42 anos imposta anteriormente pela morte de Wesley Santos Barbosa, de 19 anos, ocorrida em 2016, no Residencial Rosalinda.
Comentários
Geral
PCAC participa de operação da FICCO que mira esquema de tráfico interestadual e bloqueia até R$ 5 milhões em bens

Investigação identificou grupo estruturado responsável por movimentar grandes quantidades de drogas pelo país. Foto: Emerson Lima/ PCAC
A Polícia Civil do Acre (PCAC) participou, nesta quarta-feira, 11, de uma operação integrada deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre (FICCO/AC), com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de tráfico interestadual de drogas e lavagem de dinheiro.
A ação cumpre cinco mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Rio Branco, nas cidades de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, no Acre, e em Aracaju, no estado de Sergipe. Além disso, a Justiça autorizou o sequestro de bens e o bloqueio de valores até o limite de R$ 5 milhões, com o objetivo de descapitalizar o grupo investigado.
As investigações apontam que a organização criminosa atuava de forma estruturada e permanente, movimentando grandes quantidades de entorpecentes e utilizando mecanismos sofisticados para ocultar o patrimônio obtido de forma ilícita. Para dissimular a origem dos recursos, os investigados recorriam ao uso de pessoas interpostas e empresas de fachada.
Ao longo da apuração, foram identificados pelo menos cinco eventos principais relacionados ao tráfico de drogas, que resultaram na apreensão de aproximadamente 350 quilos de cocaína em diferentes estados do país, incluindo Pará, Goiás e Acre.
Segundo a investigação, um dos líderes do grupo, oriundo de uma conhecida família acreana, exercia papel central na coordenação das atividades criminosas, sendo responsável por articular negociações e a logística de transporte dos entorpecentes entre os estados.
Os suspeitos poderão responder pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro, além de outros delitos que venham a ser identificados no decorrer das investigações.
A FICCO/AC é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal do Estado do Acre. A operação reforça o compromisso das forças de segurança pública no enfrentamento ao tráfico de drogas e ao crime organizado, buscando atingir não apenas a atividade criminosa em si, mas também a estrutura financeira dos grupos investigados.
Comentários
Geral
Homem é condenado a mais de 7 anos por roubo de celular dentro de cemitério em Rio Branco
Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, já tinha outras condenações e praticou o crime usando tornozeleira eletrônica; juiz nega liberdade para recorrer

Lelândio Lopes e um comparsa, ainda não identificado, invadiram o cemitério, no início da tarde do dia 10 de novembro do ano passado. Foto: captada
Pela terceira vez, Lelândio Lopes Lima, de 44 anos, foi condenado pela Justiça do Acre — agora por roubar o celular de um funcionário do Cemitério São João Batista, em Rio Branco, em novembro do ano passado. O juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da capital julgou procedente a denúncia do Ministério Público e aplicou pena de 7 anos, 4 meses e 16 dias de reclusão em regime semiaberto.
O crime ocorreu no início da tarde do dia 10 de novembro, quando Lelândio e um comparsa ainda não identificado invadiram o cemitério, renderam um funcionário que trabalhava em uma obra e levaram o aparelho celular. As imagens de câmeras de segurança mostraram a ação e a fuga dos criminosos, perseguidos pela vítima.
Investigadores da Delegacia de Crimes de Roubo e Extorsão (DCORE) identificaram Lelândio por meio das gravações e constataram que ele usava tornozeleira eletrônica no momento do crime. Dados do Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) confirmaram sua presença no local, e a vítima o reconheceu na sede da polícia.
O réu não poderá recorrer em liberdade, pois cometeu o delito enquanto cumpria pena por outro crime.

Você precisa fazer login para comentar.