Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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Delegado investigado por ligação com crime organizado é afastado do cargo de secretário
Decisão foi tomada pelo governo do Acre e comunicada à imprensa por meio de nota
Por meio de nota emitida à imprensa na manhã desta quarta-feira (30), o governo do Acre comunicou o afastamento do delegado Rêmulo Diniz, do cargo de secretário do estado de Polícia Civil, “até que as investigações que transcorrem no âmbito da Justiça estadual sejam devidamente esclarecidas”, diz comunicado.
A decisão do Estado, segundo o porta-voz, Rogério Venceslau, foi tomada após a repercussão da reportagem exclusiva do portal UOL, onde diz que o delegado é investigado pela justiça por trabalhar em ter envolvimento com o crime organizado, dando ênfase ao Comando Vermelho.
Ele pode ter cometido crimes enquanto era chefe do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), até o fim de 2018, segundo aponta investigação do Ministério Público do Estado.
Ministério Público (MP) e Polícia Civil, investigam se o secretário cometeu crimes de falsidade ideológica em boletins de ocorrência, prevaricação, violação de sigilo profissional, formação de quadrilha, abuso de autoridade e fraude processual.
veja abaixo a nota na íntegra.
NOTA DO GOVERNO DO ESTADO DO ACRE
O Governo do Estado do Acre comunica o afastamento do cargo de secretário do estado de Polícia Civil, do delegado Rêmulo Diniz, até que as investigações que transcorrem no âmbito da Justiça estadual sejam devidamente esclarecidas.
Consciente do dever de cumprir as leis e a ordem, o Governo do Estado do Acre, reafirma seu compromisso com a transparência, a justiça e o respeito à sociedade acreana.
Governo do Estado Acre
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.









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