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Brasil

Datafolha mostra Dilma com 38%, Aécio com 20% e Campos com 9%

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Na pesquisa anterior, Dilma tinha 34%, Aécio, 19%, e Campos, 7%.
Instituto ouviu 2.857 eleitores; margem de erro é de dois pontos percentuais.

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Pesquisa Datafolha divulgada na noite desta quarta-feira (2) pelo jornal “Folha de S.Paulo” indica que a presidente Dilma Rousseff (PT) tem 38% das intenções de voto. O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece com 20% das intenções de voto e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), com 9%.

No levantamento anterior do Datafolha, realizado no início de junho, Dilma tinha 34% das intenções de voto, Aécio, 19%, e Campos, 7%.

O percentual de entrevistados que disseram não saber em quem votar ou que não responderam passou de 13% para 11% entre a pesquisa de junho e a deste mês. Brancos e nulos eram 17%; agora são 13%.

O quarto colocado, pastor Everaldo (PSC), se manteve com 4% das intenções de voto, mesmo índice da pesquisa de junho.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada:
Dilma Rousseff (PT): 38%
Aécio Neves (PSDB): 20%
Eduardo Campos (PSB): 9%
Pastor Everaldo (PSC): 4%
José Maria (PSTU): 2%
Eduardo Jorge (PV): 1%
Mauro Iasi (PCB): 1%
Luciana Genro (PSOL): 1%
Eymael (PSDC): 0%
Levy Fidelix (PRTB): 0%
– Brancos/nulos/nenhum: 13%
– Não sabe: 11%

A pesquisa do Datafolha foi realizada entre os dias 1 e 2 de julho. Foram entrevistados 2.857 eleitores em 177 cidades do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que o instituto tem 95% de certeza de que os resultados obtidos estão dentro da margem de erro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00194/2014.

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Quem trabalha mais? Levantamento revela os deputados do Acre mais atuantes em 2025

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Quando o assunto é o volume total de trabalho (incluindo indicações, requerimentos e projetos), Socorro Neri lidera com folga, acumulando 1.012 proposições desde o início do mandato

Um levantamento exclusivo solicitado pelo ContilNet revela o desempenho dos oito deputados federais do Acre ao longo da legislatura, com foco especial no ano de 2025. Os dados, atualizados até 16 de dezembro, cruzam índices de presença em plenário, produção legislativa e o uso de verbas públicas.

No quesito presença, a deputada Socorro Neri (PP) alcançou a marca histórica de 100% de assiduidade em 2025. Ela é seguida de perto pelo Coronel Ulysses (União), que registrou 99,15% de presença no mesmo período.

Ranking Deputado (a) Presença 2025 (%) Produção Total (2025) Produção (Recorte *)
Socorro Neri

100,00% 1

 

400 2

 

256 3

 

Coronel Ulysses

99,15% 4

 

143 5

 

61 6

 

Zé Adriano

95,76% 7

 

177 8

 

37 9

 

Roberto Duarte

96,61% 10

 

200 11

 

108 12

 

Zezinho Barbary

95,76% 13

 

82 14

 

49 15

 

Eduardo Velloso

94,92% 16

 

77 17

 

46 18

 

Meire Serafim

91,53% 19

 

163 20

 

121 21

 

Antônia Lúcia

91,53% 22

 

438 23

 

63 24

Produção legislativa

Quando o assunto é o volume total de trabalho (incluindo indicações, requerimentos e projetos), Socorro Neri lidera com folga, acumulando 1.012 proposições desde o início do mandato. Em 2025, ela bateu seu próprio recorde anual com 400 novos registros.

Socorro Neri/Foto: Reprodução

A deputada Antônia Lúcia (Republicanos) aparece na vice-liderança do total acumulado (769), impulsionada por uma forte atuação em 2025, onde registrou 438 proposições — o maior número individual de um parlamentar em um único ano.

Deputada Antônia Lúcia/Foto: Reprodução

Para detalhar a Produção Legislativa da bancada do Acre, os dados foram organizados em duas perspectivas: o volume total (que inclui todas as movimentações e indicações) e o recorte de proposituras específicas (focado em projetos, PECs e relatorias).

Ranking Deputado/a 2023 2024 2025 Total Acumulado
Socorro Neri 379 233 400

1.012 3

 

Antônia Lúcia 268 63 438

769 4

 

Roberto Duarte 384 155 200

739 5

 

Coronel Ulysses 353 119 143

615 6

 

Meire Serafim 352 99 163

614 7

 

Eduardo Velloso 306 37 77

420 8

 

Zezinho Barbary 254 49 82

385 9

 

Zé Adriano 177

177 10

O que eles produzem?

Ao filtrar apenas por proposituras como Projetos de Lei (PL), PECs e Pareceres de Relator, o ranking ganha um novo contorno:

  • Socorro Neri: 734 proposições

  • Roberto Duarte: 516 proposições

  • Meire Serafim: 501 proposições

No detalhamento, Roberto Duarte e Socorro Neri empatam no número de Projetos de Lei (PL) apresentados no acumulado, com 48 e 40 projetos, respectivamente.

Gastos parlamentares

O levantamento também traz a transparência sobre o uso da Cota Parlamentar e Verba de Gabinete em 2025. O deputado Zezinho Barbary (PP) figura no topo dos gastos totais, somando R$ 1.972.443,14 entre cota e verba de gabinete.

Deputado Zezinho Barbary/Foto: Reprodução

No extremo oposto, a deputada Socorro Neri foi a parlamentar que menos custou aos cofres públicos no ano, com um gasto total de R$ 1.862.326,61.

Ranking de Gasto Deputado/a Cota Parlamentar (R$) Verba de Gabinete (R$) Total Geral (R$)
Zezinho Barbary

520.486,23 27

 

1.451.956,91 28

 

1.972.443,14 29

 

Coronel Ulysses

519.571,25 30

 

1.445.394,23 31

 

1.964.965,48 32

 

Meire Serafim

504.215,57 33

 

1.453.147,99 34

 

1.957.363,56 35

 

Eduardo Velloso

525.676,24 36

 

1.425.972,47 37

 

1.951.648,71 38

 

Antônia Lúcia

564.892,67 39

 

1.374.304,63 40

 

1.939.197,30 41

 

Zé Adriano

581.215,39 42

 

1.331.201,08 43

 

1.912.416,47 44

 

Roberto Duarte

566.808,74 45

 

1.339.199,68 46

 

1.906.008,42 47

 

Socorro Neri

448.369,90 48

 

1.413.956,71 49

 

1.862.326,61 50

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Moraes autoriza visitas de filhos e enteada a Bolsonaro

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Alexandre de Moraes em sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) • Antonio Augusto/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, permitiu, de forma permanente, que o ex-presidente Jair Bolsonaro receba visitas na prisão da Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, dos filhos dele que residem no Brasil: Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura. A enteada Letícia Firmo também poderá visita-lo.

Jair Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 três meses, em regime inicial fechado, por coordenar a trama de tentativa de golpe de Estado,  na Superintendênciada PF.

“Dessa forma, cumpridas as determinações legais, autorizo a visitação permanente de Carlos Nantes Bolsonaro, Flávio Nantes Bolsonaro, Jair Renan Valle Bolsonaro e [da filha menor idade], filhos do sentenciado e da enteada Leticia Marianna Firmo da Silva, independentemente de nova autorização, dentro dos horários estabelecidos nos termos da Portaria SR/PF/DF nº 1104, de 28 de março de 2024”, diz a decisão.

O ministro Moraes ressaltou que permanece válida a autorização de visitação permanente, dada em dezembro, à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Fica de fora da decisão o filho Eduardo Bolsonaro, que reside no Estados Unidos desde março de 2025. Em dezembro, Eduardo perdeu o mandato de deputado federal por não comparecer às sessões deliberativas da Câmara Federal.

Data e hora

De acordo com o magistrado, as visitas ocorrerão às terças e quintas-feiras, das 9 horas às 11 horas, com duração de 30 minutos, com limitação de dois familiares por dia. Cada familiar deverá  visitar o preso separadamente.

Alta hospitalar

As autorizações permanentes de visitação dos quatro filhos e da enteada foram concedidas um dia após o ex-presidente receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, para a realização de exames e procedimentos cirúrgicos.

Nesta quinta-feira (1°), o ministro Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa do ex-presidente para mudança para prisão domiciliar.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - NOTÍCIAS

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Bolívia: protestos desafiam governo após aumento de combustíveis

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© REUTERS/CLAUDIA MORALES/ARQUIVO/PROIBIDA REPRODUÇÃO

Menos de dois meses após o início do mandato, o novo governo da Bolívia já enfrenta a primeira onda de protestos e paralisações convocados por sindicatos e movimentos sociais.

As organizações que lideram as manifestações estão desde o dia 22 de dezembro nas ruas pedindo a anulação do decreto presidencial que acabou com o subsídio dos combustíveis, que já durava cerca de 20 anos, provocando aumentos de até 160% no diesel e cerca de 86% na gasolina.

Para amenizar o aumento dos preços dos combustíveis, o mesmo decreto aumentou o salário mínimo em 20%.

Uma nova marcha foi convocada para este sábado (3), que deve partir de Calamarca até a cidade de La Paz, onde os sindicatos tem uma reunião marcada com o governo na próxima segunda-feira (5) para discutir o decreto presidencial 5503.

O novo decreto tem 121 artigos e foi publicado em caráter “excepcional” e “temporário”. Ele estabelece um novo arcabouço jurídico, tributário e administrativo que, segundo o governo, facilita o investimento privado, reequilibra as contas públicas e favorece as exportações.

Para justificar as medidas, o governo decretou emergência econômica, energética e social “diante o processo inflacionário que vive o país, da escassez de dólares e de combustíveis”.

Crise

Protestos de rua, bloqueios de estradas, marchas e até greve de fome foram registrados nos últimos dias no país andino. A Central Operária da Bolívia (COB) – principal central sindical do país – afirma que o decreto 5503 é um amplo “pacote neoliberal” que coloca a conta da crise nas costas da população.

O secretário-executivo da COB, Mario Argollo, disse que o decreto vende o país e passa por cima do Legislativo, que não analisou as mudanças.

“Este decreto rifa e vende o nosso país a corporações transnacionais, empresas privadas e agronegócios que, infelizmente, se beneficiaram da posição deste governo”, lamentou o líder sindical em entrevista à Telesur.

A COB convocou uma “greve geral” por tempo indeterminado, tendo conseguido apoio de outros sindicatos, como o dos professores e dos mineiros.

Ao publicar a normativa no dia 18 de dezembro, o novo presidente Rodrigo Paz destacou que a medida foi uma “decisão difícil”, mas necessária para garantir o abastecimento de combustíveis e reduzir a “sangria” das reservas financeiras do país.

“Derrotaremos o ‘Estado obstrucionista’ implementando o silêncio administrativo positivo, para que nenhum procedimento impeça o trabalho do nosso povo, e abriremos as portas ao investimento com 0% de impostos para aqueles que repatriarem seu capital para produzir em nossa terra”, informou Paz.

As novas regras ainda criam um procedimento de aprovação rápida de projetos considerados estratégicos pelo governo. Chamado de Fast Track, o procedimento prevê tramitação de até 30 dias após apresentação do projeto.

Rearranjo político

O antropólogo Salvador Schavelzon, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e especialista em política latino-americana, destaca que a nova normativa do governo de Rodrigo Paz é um “decreto de chegada ao Poder” e que o país passa por um “rearranjo político” após quase 20 anos de governos de esquerda.

“Inicialmente, parecia que ia ter protestos mais fortes. No primeiro dia saíram para bloquear estradas, mas eu sinto que perdeu força, que a negociação do governo com os setores do transporte fez com que a situação não estoure, como foi em outros momentos”, avaliou o especialista.

Para Schavelzon, o novo ato deste sábado e as negociações com o governo a partir de segunda-feira vão definir o futuro do movimento. As paralisações contam com apoio do vice-presidente do país, Edman Lara, que rompeu com Paz e foi para oposição.

Em meio a disputas com o vice, Rodrigo Paz editou novo decreto nesta sexta-feira (2) autorizando a si mesmo a governar do exterior, como forma de evitar passar o cargo ao vice enquanto está em viagens internacionais.

Outras mudanças do decreto

O decreto boliviano ainda proíbe novas contratações no serviço público, limita os reajustes do funcionalismo e estabelece uma “livre negociação” entre patrões e trabalhadores, sejam acordos individuais ou coletivos.

Para atrair investimentos, o decreto cria um novo regime “extraordinário” para investimentos nacionais e estrangeiros que gozariam de estabilidade jurídica e tributária por até 15 anos.

O decreto assinado pelo presidente Rodrigo Paz também elimina restrições às importações e exportações “a fim de agilizar o comércio exterior”.

Fonte: Conteúdo republicado de AGENCIA BRASIL - NOTÍCIAS

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