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Da Forbes para as livrarias. Nelson Wilians lança “Loucura, não. Coragem!

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Da Forbes para as livrarias. Nelson Wilians lança “Loucura, não. Coragem!
Rafael Badra

Da Forbes para as livrarias. Nelson Wilians lança “Loucura, não. Coragem!

Nelson Wilians , o advogado que recentemente estampou a capa da Forbes e fundou o maior escritório de advocacia da América Latina, está prestes a marcar sua presença nas livrarias com o lançamento de Loucura, não. Coragem! A pré-venda começa nesta quarta-feira (28), e o lançamento oficial será no dia 19 de setembro.

O livro é reflexo da mentalidade ousada de Wilians, que não pretende criar um manual técnico, mas, sim, oferecer aos jovens profissionais uma nova perspectiva sobre como a comunicação e o marketing podem ser aliados estratégicos em suas carreiras.

Wilians — que se inspirou no super-herói O Demolidor para escolher sua profissão — compartilha conhecimentos práticos que têm o potencial de transformar a forma como esses jovens se posicionam no mercado.

Com uma narrativa leve e acessível, Loucura, não. Coragem! explora o empreendedorismo e as dificuldades enfrentadas pelos jovens profissionais que, muitas vezes, não estão preparados para as exigências do mercado, ajudando-os a evitar que se tornem uma ‘geração de fracassados’.

No início de um dos capítulos, ele escreve: “ Certa vez, um estudante me perguntou se eu temia me envolver em um escândalo. Lógico que sim! Mas o que me assusta mesmo é o Google! É lá que posso ficar exposto a milhões de pessoas em uma busca rápida, para o bem ou para o mal. Da mesma forma, se não puder ser encontrado com uma ‘googada’ por potenciais clientes, não existo profissionalmente ”.

A obra também conta com a autoria de Hiram Baroli, professor de marketing na FGV, que explora o uso prático e conceitual das mídias sociais. O prefácio é assinado pelo mestre da publicidade brasileira, Nizan Guanaes, reforçando a combinação de prática e conceito que permeia todo o livro.

Quem é o Dr. Nelsinho?

De filho de roceiros a referência na advocacia, Nelson Wilians, com seu humor característico, também traz o personagem Dr. Nelsinho, uma versão espirituosa de si mesmo que aparece ao longo do livro para fazer reflexões divertidas e defender o autor de críticas.

A combinação de prática e conceito oferece um conhecimento aplicável e transforma ideias em resultados concretos”, afirma Nelson Wilians. “Estou muito satisfeito com o resultado da obra. O Dr. Nelsinho diria que escrevi só meio livro e já estou me achando o máximo, imagina se tivesse escrito o livro inteiro?!

Com 344 páginas e publicado pela Literare Books International, Loucura, não. Coragem! será apresentado na 27ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 6 a 15 de setembro, no Distrito Anhembi. O lançamento oficial na capital paulista será no dia 19, na Livraria da Travessa, no Shopping Iguatemi, a partir das 19h. Em seguida, Nelson Wilians dará início a uma turnê de lançamento pelo país.

Pré-venda. Acesse: https://www.livrariadavila.com.br/9786559229062

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Fonte: Nacional

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Mega-Sena 2971 acumula e prêmio chega a R$ 55 milhões. Veja números

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BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Mega-Sena

Após o sorteio do concurso 2971 da Mega-Sena, na noite desta terça-feira (10/2), a Caixa Econômica Federal informou que o sorteio acumulou e que a estimativa do prêmio principal subiu para R$ 55 milhões.

Nenhuma aposta acertou as seis dezenas. Apesar disso, 33 jogos completaram cinco acertos, levando cada um o prêmio de R$ 65.041,25, e 2.294 apostas chegaram a quatro acertos, com um prêmio de R$ 1.542,26, cada.

Além da Mega, os concursos 6950 da Quina e 2354 da Timemania também acumularam. Os valores sorteados subiram para R$ 16,5 milhões e R$ 6,2 milhões, respectivamente.

Os próximos sorteios ocorrerão nesta quinta-feira (12/2).

  • Mega-Sena:

01 – 27 – 39 – 40 – 46 – 56;

  • Lotofácil:

03 – 05 – 01 – 10 – 22 – 24 – 08 – 13 – 14 – 17 – 20 – 23 – 07 – 25 – 21;

Quina:

01 – 24 – 47 – 06 – 60;

  • Timemania:

07 – 36 – 16 – 73 – 06 – 29 – 51;

Time do coração: 70 – São José/RS .

  • Dia de Sorte:

29 – 13 – 21 – 22 – 28 – 12 – 08;

Mês da sorte: 10 – Outubro.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Ré por injúria racial, advogada argentina diz que não teve intenção

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Reprodução/El Treze
Imagem colorida, Ré por injúria racial, advogada argentina diz que "não teve intenção" - Metrópoles

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez, de 29 anos, ré por injúria racial contra funcionários de um bar em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, voltou a se pronunciar sobre o caso. Em entrevista ao programa El Trece TV, da Argentina, ela afirmou que não teve intenção de cometer racismo e disse que não imaginava a repercussão do episódio.

Segundo Páez, a situação ocorreu em um “momento emocional”. “Nunca tive a intenção de discriminar, muito menos de ser racista. Nunca. Foi uma reação emocional. Jamais imaginei a gravidade de tudo aquilo e do que veio depois — o medo de sair na rua, de que algo pudesse me acontecer”, declarou.


Entenda o caso

  • O episódio aconteceu em 14 de janeiro, após uma discussão entre a turista e o gerente do estabelecimento, motivada, segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ), por um suposto erro no pagamento da conta.
  • Imagens registradas no local mostram Agostina Páez dirigindo ofensas a um funcionário do bar, utilizando o termo “mono” (macaco, em espanhol), além de gestos que simulam um primata.
  • Em depoimento à polícia, a argentina alegou que se tratava apenas de “uma brincadeira” com amigas e afirmou não saber que os gestos e as palavras configuravam crime no Brasil. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a influenciadora fazendo os gestos enquanto é repreendida por pessoas que a acompanham.
  • Na última sexta-feira (6/2), a Justiça do Rio de Janeiro determinou a soltura da advogada, que havia sido presa horas antes, em Vargem Pequena, na zona oeste da capital fluminense, após o cumprimento de mandado judicial.
  • A decisão foi da 37ª Vara Criminal, a mesma que havia decretado a prisão preventiva. Apesar da soltura, Agostina Páez segue em prisão domiciliar, com tornozeleira eletrônica, está proibida de deixar o Brasil e deve cumprir medidas cautelares enquanto responde ao processo.

Críticas à polícia e pedido para voltar à Argentina

Durante a entrevista, Páez criticou a atuação de um policial brasileiro envolvido no caso. Segundo ela, um dos agentes teria dificultado o andamento do processo.

“Há um em particular que me fez sofrer durante todo esse tempo. Ele coloca obstáculos, faz coisas que não deveria fazer”, afirmou.

A advogada disse ainda que deseja retornar à Argentina e acompanhar o processo à distância. Segundo ela, a defesa solicitou as imagens completas das câmeras de segurança do bar, mas recebeu apenas parte do material inicialmente.

Páez também afirmou que está sendo alvo de um julgamento público antecipado, antes de qualquer decisão judicial, e que novas denúncias surgidas após o episódio fariam parte de uma tentativa de construção de uma imagem negativa.

O caso segue sob investigação da PCERJ e tramita na Justiça fluminense. A defesa sustenta que não houve intenção discriminatória, enquanto o Ministério Público (MPRJ) mantém a acusação de injúria racial, com base nas imagens e nos relatos das vítimas.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Médico que cobrava por cirurgias do SUS é condenado a 10 anos

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O médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200
Médico conversando na sala de atendimento e entregando uma receita ao paciente. - receita médica - atestado médico

Um médico ortopedista foi condenado a dez anos de prisão por cobrar de pacientes procedimentos realizados exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), em Toledo, no oeste do Paraná. A decisão foi proferida pela Justiça nesta terça-feira (10/2), após denúncia do Ministério Público do Paraná (MPPR).

Segundo o MP, o médico exigiu e recebeu pagamentos de pacientes e familiares para fazer cirurgias pelo SUS. As cobranças ocorreram entre 2015 e 2017 e variavam de R$ 50 a R$ 200. Ao todo, 11 episódios foram enquadrados como crime de corrupção passiva.

De acordo com as investigações, os valores eram solicitados durante consultas ou no próprio ambiente hospitalar. O profissional alegava que o dinheiro seria destinado ao pagamento de anestesista ou de serviços supostamente não cobertos pelo SUS.

O Ministério Público afirma que muitos pacientes não tinham condições financeiras de arcar com as cobranças e chegaram a contrair dívidas para conseguir realizar os procedimentos médicos.

Além da pena de dez anos de reclusão em regime inicial fechado, o homem foi condenado a pagar 250 dias-multa. Cada dia-multa corresponde a meio salário mínimo vigente à época dos fatos apurados, podendo ultrapassar R$ 100 mil.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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