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Acre

Cresce produção de cafés “especiais” no Acre; frutos selecionados fazem com que produto tenha mais valor de mercado

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A cultura do plantio de café no Acre começa a ganhar adeptos do que se chama de produção de cafés “especiais” entre os agricultores.

Na verdade, o que se chama de café “especial” é o produto que passa por etapas que determinam uma qualidade maior, desde a seleção dos grãos até o processo de secagem.

Graças ao seu maior valor de mercado, esse tipo de produção começa a crescer entre os produtores rurais acreanos.

“Os cafés especiais são aqueles colhidos com o máximo possível de frutos maduros, é feita uma lavagem desses produtos onde são selecionados os frutos perfeitos. O que muita gente não entende é que o café é um fruto, assim como a banana. Quando você come uma banana que não está totalmente madura, ela “trava”. O mesmo acontece com o café. O grão colhido no ponto certo determina uma qualidade muito maior no resultado”, diz Michelma Lima, agrônoma e especialista em café da Secretaria de Agricultura (Seagri).

Michelma também fala sobre o processamento e novas práticas na produção do café considerado especial. “Nós temos dois tipos de processamento, sendo o via úmida, que exige equipamentos como despolpador, lavador e separador e o via seca, sendo o mais utilizado aqui no Acre, que é quando os frutos vão para o secador rotativo de fogo ou terreiros suspensos”, afirma.

Outra novidade na produção de café especial no Acre é a fermentação dos grãos. “Estamos iniciando esse trabalho de fermentação do café no Acre com alguns produtores do Juruá e também da região de Acrelândia. Os grãos são acondicionados sem a presença de oxigênio, resultando em um café com maior acidez e maior percepção de doçura, o que faz com que seja mais aceito por conta de seu aroma e sabor”, diz Michelma.

Um dos produtores que tem investido na produção de café especial no Acre é Abílio de Brito, 60 anos, do Projeto de Assentamento Tocantins, na região de Porto Acre. “O fato de você está produzindo um café de mais qualidade gera uma expectativa muito grande para agregar valor à nossa produção. Nosso intuito é melhorar cada vez mais e conseguir produzir um café que agregue qualidade e que alcance ainda mais mercado”, conta.

Apesar do clima e solo propícios para o cultivo do café, a produção acreana, apesar de crescente, ainda é pequena. Conforme estimativas do IBGE, a produção do grão este ano deve ser de 2,7 toneladas este ano.

 

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Acre

Ajuda Humanitária – Prefeitura inicia entrega de cestas básicas para as famílias atingidas pela cheia em Epitaciolândia  

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Seguindo uma determinação do prefeito Sérgio Lopes, a Prefeitura de Epitaciolândia por meio da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social, iniciou na manhã deste domingo (3) a distribuição de cestas básicas para as famílias que foram afetadas pela cheia do rio Acre. Cerca de 1.700 pessoas foram atingidas na zona urbana e rural.

” Estamos fazendo esse trabalho que vai desde o cadastro, averiguação da real situação de cada família e levando toda a assistência necessária, os itens como Cestas básicas, kits de limpeza, colchões, kit dormitório, alimentação  e agua mineral foram adquiridos com recursos da ajuda humanitária emergência enviada pelo governo Federal, e estamos agindo rápido para que essas famílias possam ter o mínimo para retomar suas vidas após essa que foi a maior cheia já registrada em nossa região.” Destacou o prefeito Sérgio Lopes

É importante destacar que a Prefeitura Municipal também está distribuindo cestas básicas, kits de limpeza e agua para os ribeirinhos que residem às margens do rio Acre dentro do município de Epitaciolândia.

É importante salientar que: Os recursos destinados para a ajuda humanitária emergencial, só podem ser gastos com estes itens acima descrito conforme critério do governo federal.

 

 

 

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Acre

Ministros Waldez Góes e Marina Silva visitam Brasiléia em resposta à calamidade causada pela alagação

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Nesta segunda-feira, 04, o estado do Acre e o município de Brasiléia recebem a visita dos Ministros de Integração e Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e da Ministra de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Marina Silva.

A presença dos representantes do governo federal tem como objetivo prestar assistência e apoio emergencial à população do Acre e reafirmaram o compromisso do governo federal em fornecer todo o apoio necessário para a reconstrução e reabilitação das áreas e famílias afetadas pela alagação do Rio Acre.

Brasiléia enfrenta uma situação de calamidade após ser atingida por mais uma alagação de proporção histórica. Ruas se transformaram em rios, casas, praças, escolas foram destruídas pelas águas e pontes na zona rural desabaram, deixando um rastro de destruição que abalou a comunidade local.

Durante a visita em Brasiléia, os Ministros percorreram áreas afetadas pela alagação, incluindo o centro da cidade, bairro Leonardo Barbosa e o Parque Centenário, que sofreram danos significativos.

Em seguida se reúnem com autoridades estaduais e municipais, para discutir ações para enfrentar os impactos da enchente e iniciar o processo de recuperação das famílias atingidas.

A prefeita Fernanda Hassem recebe em Brasileia os ministros reconhecendo a mão amiga do governo federal. “É com profunda gratidão que damos as boas-vindas aos Ministros Waldez Góes e Marina Silva em nosso município. Sua presença aqui é um sinal de esperança e solidariedade para nossa população que enfrenta desafios sem precedentes. Juntos, trabalharemos para reconstruir e fortalecer nossa cidade “, disse a gestora de Brasiléia.

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Acre

Prevenção: Tinta inseticida chega ao Acre e promete auxiliar no combate à dengue eliminando o mosquito em oito minutos L

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Jairo Carioca

Chegou ao Acre uma tinta que promete ajudar no combate à Dengue. Com inseticidas altamente eficientes, indicados pela Organização Mundial da Saúde, o produto mata o mosquito da dengue em até oito minutos após contato com os princípios ativos e ação no sistema nervoso do aedes aegypti.

A Corion Protect tem tecnologia italiana, passou por diversos testes de laboratórios de ponta na Itália e em toda a Europa. Segundo a representante no Brasil, Ana Ladeira Cristina, a tinta é aplicada em doses não toxicas e com duração de dois anos. “É uma tinta à base de água que agem contra o mosquito da dengue. O inseto é afetado pela liberação controlada de princípios ativos e inseticidas”, garantiu Cristina.

Outro ponto positivo garantido pela empresa é o fator risco. A tinta não oferece nenhum risco aos profissionais de pintura e nem aos usuários dos locais onde é aplicada. Em Rio Branco, a representação da Corion prepara um laboratório para demonstração dos testes de eficiência do produto. A tinta recebeu autorização para comercialização em 2021, pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).

“Embora os resultados já tenham reconhecimento internacional, vamos apresentá-los em Rio Branco para gestores públicos e empresários. Em todo o Brasil, com fácil aplicação, com apelo ecológico e anti-mofo, sem nenhum cheiro, a tinta vem sendo aplicada em salas de aulas e postos de saúde da rede pública com resultados comprovados no combate ao mosquito da dengue”, acrescentou a empresária.

Com mais de 10 anos de desenvolvimento de tintas funcionais de alta performance, a aplicação do produto no Brasil tem fins sociais, buscando o bem-estar e saúde das pessoas, além do papel fundamental na preservação do meio ambiente.

Cristina lembra que a dengue é uma preocupação que os brasileiros devem ter o ano todo, mas principalmente nos meses mais quentes do ano. De acordo com o Ministério da Saúde, foram registrados 1.530.940 casos prováveis de dengue no Brasil, com o coeficiente de incidência de 753,9 casos /100 mil habitantes.

“Eu sou acreana de coração, fiz questão de vim apresentar esse auxílio no combate ao mosquito que infeccionou mais de 2.900 acreanos esse ano. O Acre esteve entre os estados com maior incidência do mosquito. A prevenção é fundamental”, analisou a representante.

Sérgio Giorgetti Filho – inventor da fórmula – afirmou que embora a tecnologia seja italiana, o produto é100% brasileiro, com duas fábricas localizadas no estado de São Paulo. “Além de São Paulo nosso produto vem sendo utilizado no Rio de Janeiro, Espirito Santo, Paraíba e Maranhão e em breve no Acre. Ela pode ser encomendada em quaisquer cores e também incolor”, disse o cientista.

A Vacina não mata o mosquito

O Brasil é o primeiro país do mundo a oferecer o imunizante no sistema público universal. Durante a Comissão Intergestores Tripartite, no entanto, a ministra Nísia enfatizou que a vacina é uma esperança para o combate à doença, mas que não produz impactos imediatos devido à baixa disponibilidade de doses pelo laboratório fabricante.

“A vacina é nossa esperança para um futuro sem dengue, mas hoje não é o instrumento de maior impacto. Temos que, principalmente, prevenir e cuidar: fazer o controle dos focos do mosquito em nossas casas e cuidar de quem adoece. Contamos com todas e todos nessa campanha”, complementou a ministra da Saúde.

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