Brasil
Covid-19: mais municípios adotam política do “fim de fila” para pessoas que querem escolher vacina
Em algumas cidades, autoridades de saúde afirmam que medida tem diminuído casos de pessoas que se recusam a receber vacina por causa do fabricante
É crescente o número de municípios brasileiros que decidem mandar para o fim da fila de imunização as pessoas que se recusam a tomar ou querem escolher o fabricante da vacina contra a Covid-19. A medida adotada por gestores de saúde é uma reação aos cidadãos conhecidos como “sommeliers de vacinas”, que desconfiam da eficácia e segurança de alguns imunizantes usados no País.
Em Itajubá, no sul de Minas Gerais, diante do aumento de casos em que algumas pessoas queriam escolher a vacina de acordo com a marca, a prefeitura publicou um decreto em que esses cidadãos são encaminhados para o fim da fila de imunização. Assim, apenas quando todos os maiores de 18 anos receberem a vacina, é que o grupo poderá receber o imunizante.
Nilo Baracho, vice-prefeito e secretário municipal de Saúde de Itajubá, explica como funciona o protocolo junto a essas pessoas. “Quando há a recusa em receber aquela vacina que está disponível, a [área] técnica pede para a pessoa assinar um documento [afirmando] que está recusando. Esse termo também é assinado por duas testemunhas e, aí, essa pessoa é retirada da fila do sistema online que temos e é colocada no final da fila”, detalha.
Segundo Nilo, o decreto está surtindo o efeito esperado. “Existem relatos dos nossos vacinadores que algumas pessoas tentaram escolher a vacina, mas quando foi falado que isso não era permitido e que, mediante essa situação deveriam assinar um termo em que eles falam que tem preferência pela vacina, foram demovidos dessa ideia e tomaram a vacina que estava disponível para eles”, confirma.
O Ministério da Saúde já distribuiu mais de 61,5 mil doses de imunizantes para Itajubá. Dessas, 46.634 foram aplicadas, das quais 34.546 referentes à primeira dose e 12.088 relativas à segunda. A população vacinável (acima dos 18 anos) do município é de 76.158 pessoas.
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Logística
Gestores de saúde que tomaram essa medida apontam que ela é necessária para evitar prejuízos ao processo de imunização da população local, uma vez que há uma ordem preestabelecida pelas autoridades de saúde. “A pessoa vai de um lugar para o outro para achar o imunizante que lhe convém. Além de criar a sensação de que todos podem escolher, se não for tomada uma medida séria pelo poder público, em pouco tempo fica impossível se fazer a gestão de uma vacinação tão complexa como é a vacinação contra a Covid-19”, pontua Baracho.
No município de Fama, que possui pouco mais de dois mil moradores, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o prefeito decretou o “fim de fila” para os “sommeliers de vacinas” de modo preventivo, relata Edson Prado Futemma, secretário municipal de Saúde.
“Não são muitos os casos de pessoas que estão querendo escolher a vacina, mas para evitar, como a cidade é pequena, se um fala, ‘ah, eu escolhi tal vacina, porque é melhor’, isso vai passando muito rápido e, no final, acaba que muita gente ia querer escolher. Se deixar isso acontecer, pode atrasar o cronograma”, conta.
Segundo ele, é necessário vacinar 92% de cada grupo para iniciar a vacinação dos grupos seguintes. “Se as pessoas começam a recusar a vacina, vai atrasar toda a programação”, avalia. Em Fama, quem se nega a tomar a vacina, também tem que assinar um termo de ciência em que assume estar “passando a vez” na fila.
A cidade já recebeu 2.100 doses de vacinas contra a Covid-19. Dessas, 1.683 foram aplicadas, das quais 1.214 referentes à primeira dose e 469 relativas à segunda. A população vacinável (acima dos 18 anos) do município é de 1.963 pessoas.
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Escolha justificada?
Atualmente, o Plano Nacional de Imunização (PNI) conta com imunizantes de quatro fabricantes. Por ordem de chegada ao País, são as vacinas CoronaVac, AstraZeneca/Oxford, Pfizer e Janssen. Além de diferir quanto à tecnologia empregada, há diferenças na quantidade de doses necessárias para a imunização — no caso da Janssen, é de apenas uma dose por pessoa — e nos efeitos colaterais.
Mesmo assim, o médico e especialista em infectologia, Leandro Machado, explica que não há motivo razoável para que as pessoas queiram escolher a “marca” da vacina. “Os efeitos colaterais em vacinas já são esperados e conhecidos. Quando vocês levavam seus filhos ou quando vocês iam tomar vacina quando eram crianças, a gente já espera os efeitos colaterais, como dor no braço, febre, falta de apetite. A grande maioria dos efeitos, [em] quase 100% das pessoas, são leves. É muito, mas muito raro ter um efeito grave”, diz.
Para Machado, além de atrasar o PNI, a escolha por vacinas pode, sem o devido controle, impedir que alguns grupos tenham acesso a imunizantes que lhes sejam mais adequados. “Os pacientes renais crônicos, por exemplo, têm vacinas específicas que são voltadas para esse público. Se a gente acaba usando em um público que poderia estar usando qualquer vacina, nós deixamos de vacinar uma parte importante da população. Então, qual é a melhor vacina? É a vacina que entrar no seu braço. Simples. Essa é a melhor vacina”, orienta.
Medida se amplia
O fim de fila para quem escolhe vacina já ocorre em diversas cidades do País. No estado de São Paulo, municípios como Campinas, São Caetano do Sul e São Bernardo do Campo já adotam a medida. Em outros locais, autoridades se movimentam para adotar a prática. É o caso de Curitiba, onde um vereador propôs um projeto de lei para a causa.
Em Alagoas, o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Hugo Wanderley, está recomendando que prefeitos e secretários de saúde municipais também apliquem a regra do fim de fila. Segundo ele, as recusas têm ocorrido em diversas cidades do estado, o que seria “injustificável”. Wanderley deve se reunir com os gestores e representantes do Conselho de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) nesta segunda-feira (12) para debater a medida.
“Essa medida é importante e necessária para que nós possamos manter a eficiência e celeridade do plano de imunização. Não há justificativa para que as pessoas recusem uma vacina em detrimento de outra. Todas as vacinas ofertadas em nosso País têm eficiência e eficácia comprovadas e têm salvado milhões de vidas”, afirma.
Vacinação
Até o início da tarde de sábado (10), o Ministério da Saúde distribuiu quase 144 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19. Dessas, cerca de 110 milhões foram aplicadas na população, sendo 81,1 milhões referentes à primeira dose e 28,9 milhões à dose de reforço.
Até o momento, 531.688 pessoas morreram por causa da doença. O País registra pouco mais de 19 milhões de casos confirmados e cerca de 17,4 milhões de recuperados. Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município em brasil61.com/painelcovid.
Fonte: Brasil 61
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Vírus Oropouche se espalhou por todos os estados brasileiros e já infectou 5,5 milhões, estima estudo
Na capital do Amazonas, a porcentagem de habitantes com anticorpos contra o vírus, o que é indicativo de infecção passada, aumentou de 11,4% para 25,7% de 2023 a 2024
Um estudo publicado pela revista Nature Medicine estima que o vírus Oropouche se espalhou para todos os estados brasileiros e já infectou 5,5 milhões de pessoas no país.
A projeção, que considera o período entre 1960 e 2025, indica também que a doença tem avançado pela América Latina e Caribe, principalmente após 2023.
Segundo a pesquisa, a estimativa é de que cerca de 9,4 milhões de infecções por Oropouche tenham ocorrido nessa região do planeta em 65 anos.
O trabalho foi conduzido por uma equipe de pesquisadores do Instituto de Biologia (IB) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade de Kentucky (EUA) e Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).
O grupo investigou a dinâmica de transmissão em Manaus (AM), e mensurou o número de infecções em países da América. Na capital do Amazonas, a porcentagem de habitantes com anticorpos contra o vírus, o que é indicativo de infecção passada, aumentou de 11,4% para 25,7% de 2023 a 2024.
Endêmica da região Norte e conhecida desde a década de 50, a febre oropouche é transmitida pela picada dos mosquitos maruins. A proliferação da doença ocorre, principalmente, em áreas de solo úmido, que podem ir da Floresta Amazônica até a Mata Atlântica
Mosquito Maruim é estudado por pesquisadores para entender transmissão da febre oropouche
O que explica o avanço da doença?
O estudo destaca Manaus como o primeiro grande centro urbano impactado durante a reemergência da doença entre 2023 e 2024. Por sua alta densidade populacional e intensa mobilidade humana, incluindo a presença do principal aeroporto da região amazônica, a cidade pode ter funcionado como um “hub” de disseminação do vírus para outras áreas.
Entre os fatores que teriam impulsionado o avanço da doença estão:
- mudanças no uso do solo e a mobilidade humana, o que pode estar diretamente ligado ao desmatamento;
- a ampla distribuição do mosquito transmissor, presente em diferentes regiões das Américas;
- a existência de uma população grande e sem exposição prévia ao vírus fora da Amazônia, considerada imunologicamente vulnerável.
Outro fator destacado pelos pesquisadores é que, em Manaus, o aumento dos casos coincidiu com a estação chuvosa, entre dezembro e maio. Esse período apresenta condições mais favoráveis para a reprodução do mosquito transmissor, o que ajuda a explicar a variação sazonal da doença.
Além disso, a reemergência da doença estaria associada a uma nova variante, que poderia apresentar maior capacidade de adaptação e virulência em relação às cepas anteriores, além de potencial habilidade para escapar de anticorpos gerados por infecções passadas.
Subnotificação e impacto subestimado
O estudo também chama atenção para a subnotificação dos casos. Segundo os pesquisadores, o número real de infecções provavelmente é muito maior do que o registrado oficialmente, devido a limitações na vigilância epidemiológica e ao acesso restrito aos serviços de saúde em áreas endêmicas da Amazônia.
Além do território brasileiro, a transmissão autóctone, ou seja, ocorrida dentro dos próprios países, é relatada na Bolívia, Colômbia, Cuba, Equador, Peru e Venezuela entre 2024 e 2025. O trabalho aponta também a detecção de casos relacionados a viagens em países fora da região endêmica, como Canadá, Estados Unidos, além de nações europeias como Itália, Espanha e Alemanha.
Estratégias de controle específicas
Um segundo estudo, publicado na Nature Health, que analisou a dinâmica do vírus Oropouche no Brasil entre 2014 e 2025, aponta que a infecção já foi confirmada em 894 municípios de todos os estados brasileiros, com mais de 30 mil casos laboratoriais registrados no período.
A pesquisa destaca ainda que a doença apresenta um padrão de transmissão fortemente associado a áreas rurais, onde a incidência foi mais de 11 vezes maior do que em áreas urbanas, diferentemente de arboviroses como dengue, chikungunya e zika, que predominam em ambientes urbanos. Isso reforça a necessidade de estratégias de controle específicas para a doença.
Os dados também indicam que o vírus pode gerar surtos rápidos e intensos, com elevada capacidade de disseminação em determinados períodos, além de uma distribuição desigual no território brasileiro influenciada por fatores climáticos, ambientais e demográficos.
Como a febre é transmitida?
A Febre Oropouche é transmitida principalmente por mosquitos. Depois de picarem uma pessoa ou animal infectado, os mosquitos mantêm o vírus em seu sangue por alguns dias. Quando esses mosquitos picam outra pessoa saudável, podem passar o vírus para ela.
Segundo o Ministério da Saúde, a doença tem dois ciclos de transmissão:
- Ciclo Silvestre: neste ciclo, os animais, como bichos-preguiça e macacos, são os portadores do vírus. Alguns tipos de mosquitos, como o Coquilletti diavenezuelensis e o Aedes serratus, também podem ser portadores do vírus, mas o mosquito Culicoides paraenses, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora, é considerado o principal transmissor nesse ciclo.
- Ciclo Urbano: aqui, os humanos são os principais portadores do vírus. O maruim também é o vetor principal. Além disso, o mosquito Culex quinquefasciatus (o famoso pernilongo ou muriçoca), comum em ambientes urbanos, também pode ocasionalmente transmitir o vírus.
Quais são os sintomas?
Ainda segundo o Ministério da Saúde, os sintomas da doença são parecidos com os da dengue e da chikungunya:
- dor de cabeça
- dor muscular
- dor nas articulações
- náusea
- e diarreia
Existe tratamento?
A Febre Oropuche não possui tratamento específico, assim como a dengue. O Ministério da Saúde recomenda que os pacientes descansem, recebam tratamento para os sintomas e sejam acompanhados por médicos.
Para prevenir a doença, são aconselháveis as mesmas medidas de prevenção à dengue:
- Evitar áreas com muitos mosquitos, se possível.
- Usar roupas que cubram o corpo e aplicar repelente nas áreas expostas da pele.
- Manter a casa limpa, eliminando possíveis locais de reprodução de mosquitos, como água parada e folhas acumuladas.
O diagnóstico da doença é difícil porque clinicamente os sintomas se parecem com os da dengue, por exemplo. Por isso, é importante que ao ter os indícios, procure um médico para o acompanhamento.
Embora a Febre do Oropouche (FO) possa causar complicações sérias, como meningite ou encefalite, que afetam o sistema nervoso central, esses casos são raros.
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Acre conquista 4º lugar no Ranking de Competitividade dos Estados em serviços públicos digitais
Estado fica atrás apenas de Piauí, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro na oferta de serviços digitalizados à população
O Acre conquistou a 4ª posição no Ranking de Competitividade dos Estados no quesito oferta de serviços públicos digitais, alcançando 174 pontos no levantamento mais recente. O resultado coloca o estado entre os cinco melhores do país em modernização e digitalização da máquina pública.
À frente do Acre aparecem Piauí, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, que lideram o ranking nacional. Já nas últimas posições estão Alagoas, Roraima e Rio Grande do Norte.
Metodologia
Os dados do Ranking de Competitividade dos Estados utilizam como base o Índice da Associação Brasileira de Entidades Estaduais e Públicas de Tecnologia da Informação e Comunicação (ABEP-TIC) . O estudo avaliou 35 critérios distribuídos em três dimensões principais:
| Dimensão | Avaliação |
|---|---|
| Capacidades para a Oferta Digital de Serviços | Acesso aos serviços públicos, mecanismos de identificação do cidadão e simplificação de processos |
| Oferta de Serviços Digitais | Áreas essenciais como saúde, educação, segurança pública e garantia de direitos |
| Normatização sobre Modernização da Oferta de Serviços Públicos | Legislações sobre defesa do usuário, desburocratização, assinaturas eletrônicas e políticas de governo digital |
Desenvolvimento do índice
O índice foi desenvolvido para compor o Pilar de Eficiência da Máquina Pública do Ranking de Competitividade dos Estados, coordenado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). A metodologia contou com a participação de especialistas em governo digital, integrantes da diretoria e entidades afiliadas à ABEP-TIC, além de representantes da academia e pesquisadores da área de tecnologia, responsáveis pela definição dos objetivos, métricas e indicadores utilizados na pesquisa.

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Justiça condena Morada da Paz a indenizar família por remoção de restos mortais sem comunicação prévia
Empresa foi condenada a pagar R$ 10 mil por danos morais e deverá informar localização dos ossos; cliente descobriu ausência no Dia de Finados
A 5ª Vara Cível do Foro de Rio Branco condenou, na terça-feira (24), a empresa Morada da Paz ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais a A. P. B. após a remoção dos restos mortais de sua mãe, sem qualquer comunicação prévia à família.
A autora descobriu que os restos mortais da mãe não se encontravam mais no local onde acreditava estarem sepultados ao visitar o cemitério em 2 de novembro de 2024, data de alto valor simbólico para o luto familiar. A empresa não havia comunicado a exumação nem indicado o novo destino dos ossos.
A mulher havia adquirido um jazigo particular junto à Morada da Paz em 26 de dezembro de 2019, com a intenção de garantir um local permanente para a genitora. Mesmo após a contratação, a empresa não prestou orientação clara sobre a necessidade de formalizar a transferência, tampouco informou sobre a retirada dos restos mortais.
A Defensoria Pública do Acre, por meio do Núcleo de Promoção e Defesa do Consumidor, representou a autora. Os defensores públicos Rodrigo Almeida Chaves e Gerson Boaventura de Souza atuaram em favor da consumidora.
A juíza rejeitou a preliminar de ilegitimidade passiva levantada pela empresa e reconheceu violação ao dever de informação previsto no Código de Defesa do Consumidor. O entendimento foi o de que, mesmo havendo publicação oficial, a empresa tinha a obrigação de comunicar diretamente a consumidora, em razão da natureza sensível do serviço.

O entendimento foi o de que, mesmo havendo publicação oficial, a empresa tinha a obrigação de comunicar diretamente a consumidora, em razão da natureza sensível do serviço. Foto: captada
Determinações judiciais
A sentença determinou que a Morada da Paz tem 15 dias, contados da intimação, para:
-
Informar por escrito e de forma documentada a localização exata dos restos mortais, com identificação do ossário, gaveta, quadra, setor ou qualquer outro elemento de individualização
Caso a autora manifeste interesse, a empresa terá 30 dias para realizar a transferência dos restos mortais ao jazigo particular contratado, sem cobrança de taxa adicional ou despesa correlata.
A indenização de R$ 10 mil será corrigida monetariamente a partir da data da sentença e acrescida de juros de mora de 1% ao mês desde 2 de novembro de 2024, quando a autora constatou a ausência dos restos mortais.
A ré foi condenada também ao pagamento das custas processuais e de honorários advocatícios fixados em 10% sobre o valor total da condenação.
Decisão parcial
A decisão rejeitou o pedido de declaração de nulidade contratual e o pedido de retorno automático dos restos mortais nos moldes exatos apresentados na petição inicial, substituídos pela tutela específica definida na sentença. A juíza reconheceu sucumbência substancial da empresa, uma vez que a autora decaiu apenas de parte mínima de sua pretensão.
A Defensoria Pública do Acre presta atendimento gratuito a pessoas em situação de vulnerabilidade e pode ser procurada em casos semelhantes para orientação jurídica e acesso à Justiça.

A Defensoria Pública do Acre, por meio do Núcleo de Promoção e Defesa do Consumidor, representou A.N.B. Os defensores públicos Rodrigo Almeida Chaves e Gerson Boaventura de Souza atuaram em favor da autora. Foto: captada


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