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Corpo de "Sicário", o espião de Vorcaro, é liberado pelo IML de BH

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Material cedido ao Metrópoles
Sicário

O corpo de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, 43 anos, conhecido como “Sicário”, chegou ao Instituto Médico-Legal Dr. André Roquette (IML), em Belo Horizonte, na tarde deste sábado (7/3). Ao Metrópoles, a Polícia Civil de Minas Gerais informou que o cadáver foi liberado após exames para a família dar prosseguimento ao velório e ao sepultamento. Ele morreu nessa sexta-feira (6/3) após dois dias internado em um hospital da capital mineira.

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, havia suspeita de morte cerebral. O óbito foi declarado às 18h55 após o encerramento do protocolo de morte encefálica, iniciado por volta das 10h15 do mesmo dia. A defesa disse que não há informação sobre o enterro de Sicário. 

A Polícia Federal relatou que Luiz Phillipi tentou suicídio na Superintendência Regional da PF depois de ser preso na terceira fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraude no Banco Master.

Luiz Phillipi é apontado como um dos contratados da “milícia pessoal” do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, também preso na força-tarefa. A investigação aponta que o Sicário exercia papel central na coordenação operacional de um grupo denominado “A Turma”. Eles atuavam na coleta de informações, monitoramento e intimidação de pessoas consideradas adversárias, como autoridades, ex-funcionários e jornalistas.

O homem tem uma extensa ficha criminal, com passagens por furto qualificado, ameaças e crimes de trânsito. Ele também já tinha sido investigado por estelionato e associação criminosa.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Waack questiona “missão divina” de Mendonça no STF em meio a avanço do caso Master e divide opiniões

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Jornalista contrasta convicções religiosas do ministro com exigência de imparcialidade na Corte; internautas resgatam profecia de 28 anos sobre trajetória do magistrado

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança. Foto: captada 

Uma análise feita pelo jornalista William Waack, durante a abertura do programa WW, na CNN Brasil, colocou sob holofotes a postura do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). O comentário ocorreu em meio ao avanço da investigação que culminou na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Fé e Justiça em debate

Waack questionou a associação frequente que Mendonça faz entre sua atuação na Corte e uma suposta “missão” recebida de Deus. Em artigo recente, o jornalista afirmou que o ministro, “homem de profunda convicção religiosa, teria imediatamente se recolhido em orações ao saber que fora sorteado como novo relator do caso Master”.

O jornalista, conhecido pelo tom ácido, destacou que o cenário jurídico atual é delicado, sugerindo que a busca pela verdade tornou-se um exercício coletivo de esperança, dado o peso das denúncias envolvendo figuras de alto escalão do mercado financeiro e a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Os pontos levantados pelo jornalista na abertura do programa incluem:

  • A gravidade das provas que sustentam a Operação Compliance Zero.

  • O contraste entre as convicções religiosas do ministro e a exigência de imparcialidade no STF.

  • As críticas direcionadas à lentidão ou omissão da Procuradoria-Geral da República.

Atuação no caso Master

Especialistas apontam que Mendonça, ao assumir a relatoria do caso Master, tem demonstrado postura diferente da do relator anterior, ministro Dias Toffoli. Em decisões recentes, Mendonça restabeleceu a autonomia da Polícia Federal nas investigações e permitiu que o Congresso Nacional exerça seu poder investigativo, contrastando com medidas anteriores adotadas por Toffoli. O caso já gerou mais de trinta procedimentos na Polícia Federal.

Analistas jurídicos consideram que Mendonça, por não integrar grupos políticos específicos dentro do STF, pode aproveitar a oportunidade para mostrar protagonismo na condução do processo.

Profecias e trajetória pública

Após a repercussão da fala de Waack, internautas resgataram o relato de André Mendonça sobre uma profecia recebida há 28 anos, na qual sua trajetória seria marcada por um propósito maior no serviço ao país. O ministro já declarou publicamente, durante pregações, ser “um instrumento de Deus no Supremo”.

O uso dessa narrativa por parte do magistrado tem sido alvo de debates intensos, dividindo opiniões entre aqueles que veem coerência com seus princípios e críticos que apontam risco à laicidade do Judiciário.

A tensão entre a narrativa religiosa do ministro e a condução de casos de corrupção bilionária coloca o STF em uma posição de constante vigilância pelo debate público. Até o momento, o gabinete de Mendonça não se manifestou sobre as críticas feitas durante a transmissão.

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Datafolha: Lula tem 46% de rejeição contra 45% de Flávio Bolsonaro

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Carla Sena/ Arte Metrópoles
Lula x Flávio Bolsonaro

A primeira pesquisa do Instituto Datafolha em 2026, divulgada neste sábado (7/3), mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 46% de rejeição, contra 45% do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A última pesquisa do instituto, realizada entre 2 e 4 de dezembro de 2025, foi divulgada um dia depois de o Metrópoles noticiar que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) escolheu Flávio como candidato do bolsonarismo nas eleições presidenciais de 2026. À época, foi mostrado que Lula era rejeitado por 44% e Flávio, por 38%.

Hoje, os rivais registram índices semelhantes de eleitores que afirmam não votar neles de forma alguma.

Depois deles, na lista de rejeição, aparecem Fernando Haddad com 27%; Ratinho Jr. com 19%; Tarcísio de Freitas, com 18%; Romeu Zema, com 17%; Eduardo Leite, com 15%; Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 14%; e Aldo Rebelo, com 12%.

O levantamento foi realizada entre 3 e 5 de março e entrevistou 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, em 137 cidades brasileiras.

A margem de erro de dois pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral com o código BR-03715/2026.

2º turno

Sobre as intenções de voto, Lula aparece na frente em todas as possibilidades de primeiro turno. No entanto, a pesquisa mostra que Flávio teve um aumento na candidatura, e, no segundo turno, há uma disputa equilibrada entre os dois.

O filho “01” do ex-presidente Jair Bolsonaro marca 43%, e Lula, 46%.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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Datafolha: Lula lidera os cenários de 1º turno, mas vantagem diminui

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Arte/Metrópoles sobre fotos de Vinícius Schmidt/Metrópoles
lulaflavio

A primeira pesquisa de 2026 do Datafolha, divulgada neste sábado (7/3), mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liderando todos os cenários simulados para o 1º turno da eleição presidencial de 2026. Apesar da liderança, o levantamento aponta redução da vantagem do petista em relação às pesquisas anteriores, especialmente diante do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O instituto ouviu 2.004 eleitores em 137 municípios, entre terça-feira (3/3) e quinta-feira (5/3). A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-03715/2026.

Ao todo, o Datafolha simulou cinco cenários de 1º turno e sete possíveis disputas de 2º turno.

Lula lidera cenários de primeiro turno

Nas simulações de primeiro turno, Lula aparece sempre na primeira colocação, com índices entre 38% e 39% das intenções de voto. Já Flávio Bolsonaro varia entre 32% e 34%, consolidando-se como principal adversário do presidente nas projeções.


No cenário considerado hoje mais provável pelo instituto, os números são os seguintes:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 38%
  • Flávio Bolsonaro (PL): 32%
  • Ratinho Júnior (PSD): 7%
  • Romeu Zema (Novo): 4%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Aldo Rebelo (DC): 2%
  • Branco/nulo/nenhum: 11%
  • Não sabem: 3%

Outras simulações apresentam pequenas variações, mas mantêm o mesmo padrão de liderança do presidente.

Cenário com Tarcísio e Ratinho Jr.

Em uma das simulações, que inclui o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula aparece com 39% das intenções de voto. Vale ressaltar que Tarcísio já anunciou que pretende disputar a reeleição no estado.

Nesse cenário, os resultados são:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 39%
  • Tarcísio de Freitas (Republicanos): 21%
  • Ratinho Júnior (PSD): 11%
  • Romeu Zema (Novo): 5%
  • Renan Santos (Missão): 3%
  • Aldo Rebelo (DC): 2%
  • Branco/nulo/nenhum: 15%
  • Não sabem: 4%

Disputa com Caiado e Eduardo Leite

O levantamento também testou cenários com governadores do PSD.

Quando o candidato apresentado é o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, Lula registra 39% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 33%. Os demais resultados são:

  • Romeu Zema: 5%
  • Ronaldo Caiado: 4%
  • Renan Santos: 3%
  • Aldo Rebelo: 2%
  • Branco/nulo/nenhum: 12%
  • Não sabem: 3%

Já em um cenário com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o presidente aparece com 39%, contra 34% de Flávio Bolsonaro.

Os demais números são:

  • Romeu Zema: 4%
  • Eduardo Leite: 3%
  • Renan Santos: 3%
  • Aldo Rebelo: 2%
  • Branco/nulo/nenhum: 12%
  • Não sabem: 3%

Entre os possíveis candidatos do PSD, Ratinho Júnior apresenta o melhor desempenho nas simulações, superando Caiado e Leite quando incluído nos cenários.

Veja cenários:

Cenário sem Lula

O instituto também simulou uma disputa considerada improvável, sem Lula como candidato do PT. Nesse caso, o nome testado foi o do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Nesse cenário, Flávio Bolsonaro aparece na frente, com 33% das intenções de voto, enquanto Haddad registra 21%.

Os demais resultados são:

  • Ratinho Júnior: 11%
  • Romeu Zema: 5%
  • Renan Santos: 4%
  • Aldo Rebelo: 2%
  • Branco/nulo/nenhum: 20%
  • Não sabem: 4%

Vantagem menor em relação a pesquisas anteriores

Embora lidere todas as simulações de primeiro turno, o levantamento indica redução da vantagem do presidente em relação aos adversários.

Nas projeções de segundo turno, por exemplo, Lula aparece com 46% das intenções de voto contra 43% de Flávio Bolsonaro, configurando empate técnico dentro da margem de erro. No levantamento anterior, divulgado em dezembro, o petista tinha 51% contra 36% do senador. Já em julho de 2025, o presidente registrava 48%, enquanto o senador tinha 37%.

Mesmo com a redução da vantagem, Lula ainda venceria todos os adversários testados nas projeções de segundo turno.

Os cenários indicam os seguintes resultados:

  • Lula 46% x 43% Flávio Bolsonaro
  • Lula 45% x 41% Ratinho Jr.
  • Lula 46% x 34% Eduardo Leite
  • Lula 46% x 36% Ronaldo Caiado

Em uma simulação sem Lula, Flávio Bolsonaro venceria Fernando Haddad por 43% a 41%.

Já em um eventual segundo turno entre Haddad e Ratinho Jr., o levantamento aponta empate, com 40% das intenções de voto para cada candidato.

Fonte: Conteúdo republicado de METRPOLES - BRASIL

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