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Cotidiano

Corinthians vence o Flamengo, conquista a Supercopa e é o 1º campeão de 2026

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Decisão deste domingo (1º), no estádio Mané Garrincha, teve mais de 70 mil torcedores presentes

Corinthians comemora gol de Gabriel Paulista sobre o Flamengo na Supercopa
Adriano Machado/REUTERS – 01.02.2026

O Corinthians é o grande campeão da Supercopa. O Timão venceu o Flamengo por 2 a 0 neste domingo (1º), no Mané Garrincha, e é o primeiro time a soltar o grito de campeão na temporada 2026. Gabriel Paulista e Yuri Alberto marcaram os gols da vitória corintiana. O Rubro-Negro ainda teve Carrascal expulso na volta do intervalo.

O time paulista ainda vai faturar uma premiação valiosa. Além dos R$ 6,35 milhões apenas por participar do torneio, o campeão leva para casa mais 1 milhão de dólares (R$ 5,2 milhões, aproximadamente), verba enviada pela Conmebol.

Duelo equilibrado

O primeiro tempo foi de muito equilíbrio. A primeira chegada foi do Timão, que por pouco não estreou o marcador com Memphis, ainda no primeiro minuto de jogo. Depois, o Rubro-Negro tentou se impor e quase abriu o placar com Pedro, após cobrança de escanteio, mas Matheus Bidu tirou na linha.

Poucos minutos depois, o Corinthians chegou ao gol. Após levantamento, Gustavo Henrique desviou para dentro da área e Gabriel Paulista completou para as redes. Na sequência, o Timão quase ampliou. André puxou contra-ataque e acionou Breno Bidon, que serviu Memphis na ponta esquerda. O holandês tentou chute colocado, mas Rossi fez grande defesa.

Flamengo com um a menos

Na volta do intervalo, o VAR surpreendeu com uma revisão momentos antes do árbitro Rafael Klein dar início a segunda etapa. No lance em questão, o juiz analisou uma cotovelada de Carrascal em Bidon no fim do primeiro tempo. Após rever a jogada, Klein mostrou o cartão vermelho para o colombiano.

Com um homem a menos, o Flamengo chegou a ver o Corinthians ampliar o marcador, com Memphis. O holandês pegou o rebote após chute de Yuri Alberto e precisou de duas chances para vencer Rossi. O lance, porém, foi anulado por impedimento.

Depois, já nos acréscimos, Yuri fez o segundo gol, após lindo passe de calcanhar de Kaio César. O lance chegou a ser anulado em campo, mas foi validado após o VAR traçar as linhas de impedimento.

Paquetá apagado em estreia

Lucas Paquetá fez a sua reestreia com a camisa do Flamengo
Adriano Machado/REUTERS – 01.02.2026

Com 10 jogadores em campo e placar desfavorável, Filipe Luís promoveu a reestreia de Lucas Paquetá com a camisa do Flamengo. Apesar da injeção de ânimo para a torcida, o camisa 20 pouco produziu nos minutos que teve em campo. Para piorar, Paquetá teve a bola do empate nos minutos finais do jogo, de frente para o gol, mas isolou.

Após a decisão, ambas as equipes voltam a entrar em campo no meio de semana, por competições diferentes. O Flamengo recebe o Internacional, no Maracanã, na próxima quarta-feira (4), às 19h (de Brasília), pela segunda rodada do Brasileirão. No dia seguinte, o Timão recebe o Capivariano, na Neo Química Arena, às 20h30, em jogo atrasado da sexta rodada do Paulistão.

 

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Jader Machado e Clícia Gadelha disputam o Campeonato Brasileiro de Handebol

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As equipes das escolas Jader Machado, no feminino, e Clícia Gadelha, no masculino, começam a disputar a partir deste domingo, 22, em Aracajú, Sergipe, o Campeonato Brasileiro de Handebol Sub-18. A delegação acreana embarcou para a cidade sede do evento na madrugada deste sábado, 21. A Confederação Brasileira do Desporto Escolar(CBDE) vai promover campeonatos nacionais de handebol, vôlei, basquete e futebol.  “Esse é a primeira …

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Fonte: Conteúdo republicado de PHD ESPORTES - ESPORTES

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Fase de classificação da Copinha Arasuper terá sequência no Sesc

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Depois da parada para o Carnaval, a fase de classificação da Copinha Arasuper volta a ser disputada neste domingo, 21, a partir das 8 horas, no ginásio do Sesc. A 5ª rodada do torneio nas categorias Sub-10, 12 e 14 deve definir os primeiros classificados para a segunda fase. “Vamos ter jogos decisivos. Isso valoriza ainda mais a rodada deste domingo”, declarou o coordenador da …

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Semulher do Acre repudia decisão do TJMG que absolveu homem acusado de estuprar criança de 12 anos

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Secretária Márdhia El Shawwa afirma que entendimento da Corte mineira “fragiliza o sistema de proteção às vítimas” e contraria legislação brasileira

Secretária Márdhia El Shawwa se manifestou após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos. Foto: captada 

A Secretaria de Estado da Mulher (Semulher) se manifestou publicamente neste sábado (21) após decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) que absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos .

Em nota assinada pela secretária Márdhia El Shawwa, a pasta lamentou o entendimento da Corte mineira e afirmou que decisões dessa natureza fragilizam o sistema de proteção às vítimas e podem desestimular denúncias .

Fundamentação jurídica e reação

Segundo a secretaria, a legislação brasileira é clara ao estabelecer que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais, sendo essa uma proteção considerada absoluta . O artigo 217-A do Código Penal tipifica como estupro de vulnerável a conjunção carnal ou ato libidinoso com menor de 14 anos, independentemente de consentimento, experiência sexual anterior ou existência de relacionamento amoroso.

A decisão do TJMG, proferida pela 9ª Câmara Criminal Especializada, aplicou a técnica do distinguishing para afastar a aplicação da Súmula 593 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que estabelece a presunção absoluta de violência nesses casos. O relator, desembargador Magid Nauef Láuar, argumentou que o relacionamento entre o acusado e a vítima teria sido “consensual” e contaria com “aquiescência dos genitores”.

Para a Semulher, qualquer interpretação que relativize essa regra coloca em risco a garantia de direitos de crianças e adolescentes.

Impactos e repercussão nacional

A manifestação também destaca preocupação com os impactos sociais da decisão, apontando que ela pode gerar insegurança jurídica e transmitir uma mensagem de permissividade a possíveis agressores .

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) já informou que vai recorrer da decisão, sustentando que a vulnerabilidade de menores de 14 anos é absoluta e que a dignidade sexual é bem jurídico indisponível. O caso também gerou reações de parlamentares de diferentes espectros políticos e do Ministério dos Direitos Humanos, que repudiaram a relativização do crime.

A secretaria declarou solidariedade à vítima e à família e reafirmou compromisso com a defesa dos direitos de meninas e mulheres.

Confira a nota na íntegra:

Nota pública sobre decisão proferida pelo TJMG

A Secretaria de Estado da Mulher, no cumprimento de sua missão institucional de zelar pela integridade, lamenta a decisão proferida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que absolveu um homem de 35 anos do crime de estupro de vulnerável contra uma criança de 12 anos.

Decisões desta natureza ignoram o trauma sofrido, invalidam a voz da vítima e, principalmente, adulteram a infância de nossas crianças. E para além disso, abre-se um precedente perigoso, criando brechas jurídicas que fragilizam o Sistema de Garantia de Direitos. Adicionalmente, a referida decisão gera insegurança jurídica, visto que desestimula a denúncia e passa uma mensagem de permissividade a potenciais agressores em todo o país.

A legislação brasileira é muito clara ao afirmar que menores de 14 anos não podem consentir relações sexuais. É uma proteção que deve ser absoluta, impedindo a transferência de responsabilidade para as vítimas, uma vez que crianças e adolescentes não possuem maturidade psicológica para tal.

Como instituição pública, não podemos aceitar que o Judiciário, guardião da Constituição e das leis, caminhe em sentido contrário à proteção integral de meninas e mulheres, especialmente na fase da infância e juventude. A justiça deve servir para amparar os vulneráveis, e não para validar abusos sob justificativas subjetivas que ignoram o texto legal.

Manifestamos nossa solidariedade à vítima e sua família e reafirmamos, mais uma vez, o nosso compromisso público na luta pela proteção e garantia de direitos de meninas e mulheres.

Márdhia El Shawwa
Secretária de Estado da Mulher

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