Esses resultados refletem um compromisso coletivo em proteger o meio ambiente e garantir qualidade de vida à população. A integração entre instituições, tecnologia, reforço operacional e ações preventivas demonstra que o enfrentamento ao fogo exige estratégia, união e responsabilidade. Seguimos firmes nesse propósito, reduzindo os impactos das queimadas e construindo um futuro mais sustentável para todos.
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COP27: governadores da Amazônia Legal concedem entrevista coletiva à imprensa
Após debater o financiamento climático e o papel da cooperação internacional para o desenvolvimento de baixas emissões, os governadores que compõem o Consórcio da Amazônia Legal (CAL) concederam entrevista à imprensa nacional e internacional durante a COP27, na manhã desta segunda-feira, 14, em Sharm el-Sheikh, no Egito.

Governadores da Amazônia Legal concedem entrevista coletiva à imprensa durante a COP27. Foto: Pedro Devani/Secom
Ao ser perguntado sobre os planos do Estado para os próximos anos com foco na preservação ambiental, o governador do Acre, Gladson Cameli, foi enfático ao dizer que gerar emprego e renda, garantindo a sustentabilidade da região amazônica, é o principal objetivo do plano decenal de desenvolvimento sustentável, que está em fase de conclusão.

Gladson Cameli garante olhar voltado para as políticas ambientais no Acre. Foto: Pedro Devani/Secom
“O governo do Estado do Acre tem um olhar voltado para as políticas ambientais e todos os compromissos firmados serão cumpridos. Para nós, da Amazônia, o financiamento das políticas de sustentabilidade deve ser fortalecido e ampliado”, destacou.
Também participaram da coletiva o governador do Pará, Helder Barbalho, que está presidindo interinamente o Consórcio da Amazônia Legal (CAL); e os governadores de Rondônia, Marcos Rocha; de Mato Grosso, Mauro Mendes; e do Tocantins, Wanderlei Barbosa.
“Temos uma região que comporta mais de 50% do território nacional, que abriga quase 30 milhões de brasileiros. É preciso discutir com a próxima gestão uma proposta que possa representar o novo momento que o Brasil irá viver, mas que continue preservando a essência da sustentabilidade”, destacou o governador Helder Barbalho, presidente interino do Consórcio.
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Deu no Acremais: pelo menos dois dos oito candidatos que disputam o Governo de Pando, dois são do Agro
Por Wanglézio Braga
O Departamento de Pando, na Bolívia, que faz fronteira direta com o Brasil pelo Acre, entra no calendário eleitoral de 2026 com eleições marcadas para o dia 17 de março. O pleito vai escolher governador, representantes para o parlamento (Câmara e Assembleia Legislativa), além dos prefeitos municipais. O processo eleitoral em Pando desperta atenção estratégica no Acre, já que o departamento boliviano é um dos principais consumidores de produtos acreanos, especialmente da agricultura familiar, fortalecendo o intercâmbio econômico na fronteira Brasil–Bolívia.
Dos dois candidatos ao governo de Pando, dois possuem ligação direta com o setor do agronegócio. Entre eles está Ana Lúcia, do MTS, atual prefeita de Cobija, que trabalha com a exportação de frutas amazônicas e a industrialização do açaí. Também integra esse grupo Rodolfo Añez Domínguez, da FSUTCP, empresário com atuação na indústria e na exportação de café, atividade que dialoga diretamente com cadeias produtivas do Acre em especial do Alto Acre.
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Acre avança no enfrentamento ao fogo com redução de 77,75% dos focos de calor
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Rio Branco concentra quase 90% dos casos de aids do Acre e lidera taxa de detecção entre capitais
Dados do Ministério da Saúde apontam avanço da doença e aumento da mortalidade no estado na última década
Rio Branco concentrou a maior parte dos casos de aids registrados no Acre em 2024 e aparece entre as capitais brasileiras com as maiores taxas de detecção da doença. De acordo com dados do Ministério da Saúde, divulgados em dezembro de 2025, a capital acreana contabilizou 114 casos no período, com taxa de detecção de 29,4 casos por 100 mil habitantes, índice bem acima da média estadual.
No mesmo ano, o Acre registrou 129 notificações de aids, o que significa que quase 90% dos casos ocorreram em Rio Branco, evidenciando a centralização da epidemia na capital. Em 2025, o número total de registros no estado caiu para 83 casos, indicando uma redução no volume absoluto, embora os desafios no controle da doença permaneçam.
Os dados também revelam um cenário preocupante em relação à mortalidade. Entre 2014 e 2024, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 37% na taxa padronizada de mortalidade por aids, o Acre registrou aumento de 34,8%, figurando entre as quatro unidades da federação com crescimento desse indicador.
Outro ponto de alerta é o avanço da taxa de detecção no estado. Em uma década, o Acre teve aumento de 65,9%, um dos maiores do país. Em 2024, a taxa estadual foi de 14,6 casos por 100 mil habitantes, enquanto Rio Branco apresentou índice praticamente duas vezes maior, reforçando o papel da capital como principal foco da doença no estado.









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