Dezenas de trabalhadores ligados à Cooperativa de Trabalho Autônomos em Serviços Gerais (Coopserge) estiveram reunidos na manhã de terça-feira (30) no Teatrão para discutirem uma possível paralisação de atividades em diversas secretarias do Estado por conta do atraso de 3 meses no pagamento dos salários dos terceirizados.

Além de discutir a paralisação, os servidores também marcaram um protesto para ser realizado em frente ao Gabinete Civil, às 9 horas da manhã da próxima segunda-feira (5).

De acordo com os cooperados que prestam serviços em diversos órgãos públicos, o governo do Estado não pagou os salários dos meses de novembro, dezembro e janeiro, causando um grande transtorno na vida dos trabalhadores.

José Roberto Araújo, um dos diretores da Coopserge, afirma que os trabalhadores não aguentam mais esperar, que estão com contas acumuladas, sem crédito para comprar alimentos e que necessitam de uma posicionamento urgente do governo.

“Esses pais e mães de famílias não tem mais como como esperar, precisamos de um posicionamento, que o pagamento seja efetuado, caso contrário haverá paralisação”, diz.

Em caso de paralisação, as atividades diversos órgãos e secretárias seram afetadas, entre elas a Polícia Civi, da capital e do interior, Polícia Militar, Secretaria de Segurança Pública, Instituto Socio Educativo (ISE), Agência de Negócios do Acre (Ageac), Fundação Elias Mansour, Instuto Dom Moacir, entre outros.

Dezenas de trabalhadores ligados à Cooperativa de Trabalho Autônomos em Serviços Gerais (Coopserge) estiveram reunidos na manhã de terça-feira (30) no Teatrão para discutirem uma possível paralisação de atividades em diversas secretarias do Estado por conta do atraso de 3 meses no pagamento dos salários dos terceirizados.

Além de discutir a paralisação, os servidores também marcaram um protesto para ser realizado em frente ao Gabinete Civil, às 9 horas da manhã da próxima segunda-feira (5).

De acordo com os cooperados que prestam serviços em diversos órgãos públicos, o governo do Estado não pagou os salários dos meses de novembro, dezembro e janeiro, causando um grande transtorno na vida dos trabalhadores.

José Roberto Araújo, um dos diretores da Coopserge, afirma que os trabalhadores não aguentam mais esperar, que estão com contas acumuladas, sem crédito para comprar alimentos e que necessitam de uma posicionamento urgente do governo.

“Esses pais e mães de famílias não tem mais como como esperar, precisamos de um posicionamento, que o pagamento seja efetuado, caso contrário haverá paralisação”, diz.

Em caso de paralisação, as atividades diversos órgãos e secretárias seram afetadas, entre elas a Polícia Civi, da capital e do interior, Polícia Militar, Secretaria de Segurança Pública, Instituto Socio Educativo (ISE), Agência de Negócios do Acre (Ageac), Fundação Elias Mansour, Instuto Dom Moacir, entre outros.

Da Folhadoacre

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