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Acre

Construção de posto de saúde em Assis Brasil avança; unidade atenderá cerca de 3 mil moradores

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As obras do posto de saúde do Icuriã, que irá beneficiar cerca de 3 mil pessoas, estão previstas para serem concluídas em dezembro

Betinho diz que a obra é a demonstração do compromisso que a atual gestão tem com a população

Betinho diz que a obra é a demonstração do compromisso que a atual gestão tem com a população

A prefeitura de Assis Brasil segue avançando na construção do posto de saúde que beneficiará a comunidade rural do Icuriã, distante 75 quilômetros do município. Para o prefeito da Cidade, Humberto Filho, a obra é a demonstração do compromisso que a atual gestão tem com a população e a prova de que se pode realizar benefícios para a comunidade mesmo em ano de crise e em meio a dívidas herdadas de gestões passadas.

O prefeito diz ainda que a atual gestão tem se esforçar para garantir obras de larga envergadura social, como é o caso do posto do Icuriã, que atenderá cerca de três mil indígenas, produtores rurais e comunidade em geral que enfrentam dificuldades ao precisarem se deslocar até a parte urbana da cidade para buscar atendimento médico.

“Nós temos contado com recursos de emendas parlamentares de deputados e senadores, aos quais sou muito grato e temos feito tudo que é possível para que obra como o posto do Icuriã seja entregue a população que tanto precisa”, diz.

As obras do posto de saúde do Icuriã, que irá beneficiar cerca de 2 mil pessoas, estão previstas para serem concluídas em dezembro, mas ainda depende da liberação de recurso financeiros.” A crise financeira pode atrapalhar um pouco o cronograma do nosso trabalho, mas iremos arranjar uma solução”, diz.

A crise financeira não foi o único entrave que o prefeito Humberto Gonçalves encontrou desde que assumiu a prefeitura de Assis Brasil, em 2013. Ele diz que herdou dívidas de gestões anteriores, quando a cidade foi administrada pelo PT e que foi difícil administrar a cidade. “A gestão PSDB assumiu a prefeitura com uma herança de dívidas de mais de R$ 33 milhões, que vem sendo cobrado por meio de sequestros e retenções financeiras”, ressalta.

Além de obras como esta, o prefeito Humberto lembra que só este ano cerca de 700 quilômetros de ramais foram recuperados no município.

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Acre

Defesa Civil interdita rua Marechal Rondon após erosão provocada pela cheia do Rio Acre em Brasileia

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Na noite desta quinta-feira, 15, a Defesa Civil Municipal e a Prefeitura de Brasiléia emitiram um comunicado conjunto e realizam a interdição da rua Marechal Rondon, antiga Rua da Goiaba, após serem identificados sinais avançados de erosão no local.

De acordo com a Defesa Civil, o desbarrancamento foi causado pela força da água do rio, que permanece acima da cota de alerta.

No início da noite, o nível do Rio Acre em Brasileia estabilizou em 10,07 metros, ultrapassando a cota de alerta, que é de 9,80 metros, e se aproximando da cota de transbordamento.

O prefeito de Brasileia, Carlinhos do Pelado, e o coordenador da Defesa Civil Municipal, major Sandro, estiveram pessoalmente no local para acompanhar a situação e definir as medidas emergenciais.

Segundo o prefeito, a interdição foi necessária para garantir a segurança da população. “Estamos aqui na rua Marechal Rondon, e presenciamos mais cedo que, devido à enchente do Rio Acre, o solo está desbarrancando. Diante desse cenário, tomamos a decisão de interditar o trecho para evitar riscos maiores”, afirmou.

O gestor municipal reforçou o pedido para que motoristas evitem utilizar a via, que é uma das principais rotas de acesso à ponte e a rotatória. “Desde já agradecemos à população de Brasileia que utiliza essa via. Sabemos que é um caminho mais prático para chegar à ponte e acessar a rotatória mas pedimos que evitem o uso, pois pode causar um acidente, um transtorno e até algo fatal”, alertou o prefeito.

O coordenador da Defesa Civil Municipal, major Emerson Sandro, destacou que a interdição faz parte de um conjunto de medidas preventivas e que a prefeitura já iniciou ações paliativas no local. “Neste momento, a Defesa Civil está fazendo os devidos paliativos, com sinalização e interdição da avenida, para que a prefeitura possa executar os reparos necessários com segurança”, explicou ele.

A Prefeitura de Brasileia e a Defesa Civil seguem monitorando o nível do Rio Acre de forma contínua e informam que novas medidas poderão ser adotadas caso o volume de água volte a subir. A orientação é para que a população acompanhe os comunicados oficiais e evite áreas de risco durante o período de cheia.

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Acre

Empresário acreano morre ao salvar filhas de afogamento em praia de Fortaleza

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Márcio Neri morreu afogado em Fortaleza nesta quinta-feira (15) — Foto: Reprodução

Empresário acreano e ex-coordenador da AMAC conseguiu resgatar as crianças, mas foi arrastado pela correnteza e não resistiu

O empresário e ex-coordenador da Associação dos Municípios do Acre (AMAC), Marcio Neri, morreu nesta quinta-feira (15) após entrar no mar para salvar as duas filhas que estavam sendo arrastadas por uma forte correnteza em uma praia de Fortaleza, no Ceará.

De acordo com informações apuradas, Neri conseguiu, com grande esforço, levar as crianças em segurança até a areia. No entanto, exausto após o resgate, acabou sendo puxado novamente pelas ondas e desapareceu diante da família.

O Corpo de Bombeiros foi acionado imediatamente e iniciou as buscas. O corpo do empresário foi localizado já sem sinais vitais. Socorristas ainda tentaram reanimá-lo por vários minutos com manobras de ressuscitação cardiopulmonar, mas não houve sucesso. A morte foi constatada ainda no local, em meio à comoção de banhistas e familiares.

Natural do Acre, Marcio Neri era uma figura conhecida no estado, especialmente por sua atuação na AMAC, onde exerceu por anos a função de coordenador, participando da articulação de políticas públicas voltadas ao fortalecimento dos municípios acreanos.

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Acre

Revista nacional levanta suspeitas de que Jorge Viana faz tráfico de influência na presidência da Apex

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Publicação aponta que, ao levar investidores internacionais para conhecerem fazendas de café no Acre, o executivo acreano mostrou a “Colônia Floresta”, de sua propriedade, o que caracteriza lobby privado com recursos públicos

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