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Como sobreviver ao carnaval: veja dicas para curtir a folia sem prejudicar a saúde

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Pular o carnaval pode gerar dores no corpo e nos pés. Invista em palmilhas de silicone, que absorvem o impacto, minimizando lesões.

1 – Álcool

Uma das principais causas da ressaca é a desidratação que o álcool provoca. Para evitar o problema, a nutricionista Mariana Froes, do Centro Multidisciplinar da Dor recomenda: “Tenha sempre uma garrafinha de água e alterne com a ingestão de cerveja, caipirinha e qualquer outra bebida alcoólica.

Se, mesmo assim, a ressaca surgir, continue investindo no consumo de líquidos, evite refrigerante e produtos industrializados, preferindo frutas, vegetais, carnes magras e peixes. Beba isotônicos, para repor os sais minerais perdidos, e abuse da água de coco, rica em potássio”.

2 – Dieta

A endocrinologista Carolina Mantelli Borges dá algumas dicas para não sabotar sua dieta: “Se for viajar, faça escolhas inteligentes. No café da manhã você pode optar por frutas, iogurte desnatado, granola sem açúcar, aveia e pão integral com geleia sem açúcar. No almoço, escolha arroz integral, alguns vegetais, uma carne magra ou peixe.

O atum enlatado pode ser a base para um sanduiche ou salada. No lanche da tarde, coma frutas, amêndoas, castanha de caju ou nozes. O conselho mais importante é não ficar mais de 3 horas sem se alimentar. Se isso acontecer, tudo que você desejará será um prato bem gorduroso e calórico”.

3 – Pele

Para pular nos blocos ou aproveitar a praia sem o risco de virar um camarão, siga as orientações da dermatologista Luciana Macedo de Oliveira: “O filtro solar deve ser aplicado antes de sair de casa. Quem tem pele oleosa deve optar por uma versão oil free. Reaplique o protetor cada 2 horas, após mergulhar ou transpirar excessivamente. Aposte em chapéus e bonés para proteger os cabelos e o couro cabeludo da exposição solar.

É preciso ingerir 2 litros de água por dia para hidratar o corpo, todos os tipos de pele precisam de um bom produto hidratante. Para o rosto, recomendo investir em duas versões, uma específica para o dia e outra para a noite”.

4 – Corpo dolorido

Pular o carnaval pode gerar dores no corpo e nos pés. “Quem vai passar horas em pé deve usar sapatos confortáveis. Invista em palmilhas de silicone, que absorvem o impacto, minimizando lesões.

Se você já estiver com bolhas ou calos, prefira sapatos que deixam o pé respirar, mas tome cuidado com garrafas e cacos de vidro no chão. Evite abafar o local, que pode provocar atrito, agravando o machucado”, diz a endocrinologista Carolina Mantelli Borges. Para aguentar a maratona, a naturóloga Raquel Oliva recomenda dormir, pelo menos, 6 horas por noite. Se não for possível, procure tirar um cochilo no meio da tarde para recarregar as baterias.

5 – Petiscos

Durante o carnaval, é comum improvisar as refeições na rua, mas tenha cuidado com o que você escolhe. “O ideal é sair de casa bem alimentada. Se não for possível, carregue um pacote de amêndoas ou castanhas de caju.

Na praia, prefira comprar milho verde, picolé de frutas sem leite e açaí batido sem xarope de guaraná. A pipoca salgada também pode ser uma fonte de energia menos calórica, mas evite acrescentar manteiga”, orienta a nutricionista Mariana Froes.

Para quem pretende desfilar, curtir blocos ou trios elétricos, a endocrinologista Carolina Mantelli Borges recomenda evitar frituras, ovos, carnes vermelhas, derivados de leite e alimentos. “As gorduras presentes nestes alimentos podem comprometer o processo digestivo, causando azia e sensação de estômago pesado”.

6 – Pós-folia

Para quem exagerou no álcool e na ingestão de gorduras durante o carnaval, a endocrinologista Carolina Mantelli Borges recomenda desintoxicar o organismo com uma dieta rica em líquidos e alimentos naturais.

“Durante 3 dias faça uma dieta detox. Consuma muitos líquidos, como água de coco, chá verde, sucos naturais, sopas, alimentos ricos em fibras e pobres em gorduras e carboidratos refinados”, diz a médica.

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Policiais Civis e Bolivianos participam de curso integrado de Investigação Tecnológica

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O governo do Acre, por meio da Polícia Civil realizou nesta quinta-feira, 27, mais uma edição do Curso de Introdução à Investigação Tecnológica, capacitando 10 policiais civis e quatro operadores de segurança da Polícia Boliviana. A iniciativa reforça o compromisso da instituição em aprimorar as técnicas de investigação para o enfrentamento aos crimes cibernéticos.

Capacitação reforça o uso de ferramentas tecnológicas para investigações digitais. Foto: assessoria/ PCAC

Durante a capacitação, os participantes tiveram acesso a conceitos fundamentais da investigação tecnológica, além de aprenderem a utilizar sites e fontes abertas de pesquisa que facilitam o trabalho policial no combate a crimes virtuais. O curso alia teoria e prática, fornecendo ferramentas que auxiliam na identificação e rastreamento de atividades criminosas no ambiente digital.

O Delegado de Polícia e diretor do Departamento de Inteligência da PCAC, Dr. Nilton Boscaro, que ministra a capacitação, destacou a importância da especialização dos profissionais para o fortalecimento das investigações.

“O avanço da tecnologia trouxe novas formas de criminalidade, exigindo que os policiais estejam preparados para lidar com esses desafios. Nossa missão é equipar os profissionais com ferramentas eficazes para aprimorar as investigações e garantir a segurança da sociedade”, ressaltou o delegado.

A participação de membros da Polícia Boliviana no curso reforça a cooperação internacional entre as forças de segurança do Brasil e da Bolívia, promovendo o intercâmbio de conhecimento e fortalecendo o combate ao crime transnacional.

A Polícia Civil do Acre segue investindo na capacitação dos seus agentes, garantindo que estejam sempre atualizados e preparados para enfrentar os desafios impostos pelo avanço da criminalidade digital.

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Moraes nega novo pedido da defesa de Bolsonaro em ação sobre golpe

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou novo recurso da defesa de Jair Bolsonaro (PL) para suspender prazo de resposta à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente. O ministro já havia negado o pedido de 83 dias da defesa para a resposta, mas foi feito recurso com o argumento de que não houve “acesso à íntegra dos autos”.

Moraes enfatizou na decisão, publicada nesta quinta-feira (27/2), que todos os documentos mencionados pelos advogados “estão juntados nos autos da Pet 12.100”. Por isso, ele considera que “não assiste razão à defesa de Jair Messias Bolsonaro”.

O ministro ainda completou dizendo que foi “garantido amplo acesso aos elementos de prova, inclusive a mesma prova analisada pela PGR, sendo pacífico o entendimento do STF de que o denunciado se defende dos fatos que lhe são imputados na denúncia, com todos os elementos de prova apontados pelo Ministério Público juntados aos autos e à disposição da defesa”.

Os advogados do general Walter Braga Netto e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foram, na tarde desta quarta-feira (26/2), ao Supremo Tribunal Federal (STF) para reuniões com ministros da Corte.

O advogado de Braga Netto, José Luís de Oliveira, recorreu ao ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma, que vai julgar a denúncia de tentativa de golpe contra o general, Bolsonaro e mais 32 pessoas.

Aos jornalistas, na saída do STF, ele foi enfático: “Não tivemos acesso a todas as provas referenciadas pelo MP na denúncia. Um julgamento dessa magnitude precisa garantir o amplo acesso à defesa”.

E prosseguiu: “A audiência com o ministro Zanin foi para ratificar a importância que um julgamento desta magnitude, envolvendo um ex-presidente e um general 4 estrelas, o direito de defesa tem que ser sagrado. Uma mácula neste julgamento, com a violação do direito de defesa, e esse julgamento está manchado”.

O advogado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Celso Vilardi, também esteve no STF. Ele teve reunião com o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso na Corte, mas optou por não falar sobre o encontro.

Por: METRÓPOLES

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OMS mantém alerta máximo para epidemia de mpox devido ao aumento de casos e disseminação global

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Diretor da organização, Tedros Adhanom, reforça preocupação com a falta de financiamento e a dificuldade de resposta em áreas de conflito, como a República Democrática do Congo

Números de casos e de países afetados continuam aumentando e preocupam autoridades sanitária. Foto: iStockphoto

A Organização Mundial da Saúde (OMS) manteve, nesta quinta-feira (27), seu nível de alerta máximo para a epidemia de mpox, doença causada por um vírus da mesma família da varíola. A decisão foi tomada após um comitê de especialistas avaliar que o aumento contínuo de casos e a disseminação geográfica justificam a manutenção do alerta. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, destacou ainda os desafios enfrentados em regiões como a República Democrática do Congo, onde a violência dificulta a resposta à doença, além da falta de financiamento para ações de controle.

A mpox, detectada pela primeira vez em humanos em 1970, é transmitida por animais infectados ou por contato físico próximo entre pessoas. A doença causa febre, dores musculares e lesões na pele semelhantes a furúnculos, podendo ser fatal em alguns casos. Desde maio de 2022, quando o subtipo clade 2 do vírus se espalhou globalmente, quase 128 mil casos foram confirmados em 130 países, com 281 mortes registradas, segundo dados da OMS.

O diretor-geral da OMS, Tedros declarou a mpox como uma emergência de saúde pública internacional em agosto de 2022, após a rápida disseminação da doença, especialmente na República Democrática do Congo. A OMS reforça a necessidade de ações coordenadas e recursos para conter a epidemia, que continua a representar um risco significativo para a saúde global.

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