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Com gols no finalzinho, Rio Branco e São Raimundo/RR ficam no empate

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O empate diante do São Raimundo/RR, o Rio Branco perdeu a chance de entrar no G-4 da competição. O Estrelão chegou quinto ponto ganho e assume a quinta posição na tabela de classificação

O Rio Branco, do volante Júlio, segue em desvantagem nos confrontos contra o São Raimundo/RR, pela Série D. Foto/Manoel Façanha

MANOEL FAÇANHA

Com dois gols anotados no finalzinho de partida, o Rio Branco não passou de um empate neste sábado (18), no estádio Florestão, contra o São Raimundo-RR por 1 a 1. Nelson abriu o placar a favor dos visitantes, mas Tiago Dunha, cobrando pênalti, deixou tudo igual no placar.

Tabela

Com o empate diante do São Raimundo/RR, o Rio Branco perdeu a chance de entrar no G-4 da competição. O Estrelão chegou quinto ponto ganho e assume a quinta posição na tabela de classificação. Já o Mundão segue sua via sacra sem vitórias no torneio. No entanto, a equipe somou o primeiro ponto na competição, deixando a lanterna da chave para o Humaitá-AC, que nesta segunda-feira (20), às 20h15 (de Brasília), encara o Trem-AP.

Próximos jogos

Na busca de entrar no G-4 do grupo A1 do Campeonato Brasileiro da Série D 2024, o Rio Branco visita na próxima segunda-feira (27), a partir das 20h15 (de Brasília), o Trem-AP. O duelo será disputado no estádio Zerão, na cidade de Macapá. Por outro lado, o São Raimundo retorna ao Acre no próximo sábado (25), para encarar o Humaitá, às 15h, no estádio Florestão. Os dois jogos serão válidos pela quinta rodada da competição.

Outros resultados

Outros dois jogos pelo Grupo A1 foram realizados neste sábado (18). Na cidade de Manaus, o líder Manauara superou o Princesa do Solimões por 3 a 1. Na outra partida, ocorrida no estádio Aluízio Ferreira, na capital rondoniense, o Porto Velho superou o Manaus-AM por 2 a 0, assumindo a vice-liderança.

Resumo do jog

Com 134 torcedores (R$ 1.390,00) presentes nas arquibancadas do estádio Florestão, o Rio Branco, mesmo com a possiblidade de assumir uma vaga no G-4, quase não ameaçou o gol dos visitantes na primeira parte do jogo. Por outro lado, o Mundão era um time mais organizado em campo, tanto que acertou o travessão do time acreano logo nos primeiros minutos de partida, num chutaço de Kanté, que ainda contou com o desvio salvador do goleiro Evandro Gigante.

Na etapa complementar, o técnico estrelado Wemerson Rambinho fez algumas mudanças no Rio Branco, com as entradas dos jogadores Tiago Dunha, Joel e Marquinhos. O resultado foi um Rio Branco mais propositivo, mas ainda com dificuldades de furar a defensiva do Mundão.

Com o jogo igual e bastante brigado no meio-campo, as chances de gols eram quase raras. Numa delas, os visitantes quase abriram o placar numa finalização de Nelson, com a bola ficando na rede pelo lado de fora da equipe acreana. Ufa!

O time roraimense se animou e seguiu buscando o gol e, após jogada pelo lado direito, o atacante Nelson testou com eficiência para abrir o placar da partida, aos 44 minutos. No entanto, no minuto seguinte, a zaga do Mundão fez pênalti no ataque estrelado. O árbitro alagoano João Paulo dos Santos Nascimento apontou o dedo para a marca da cal. Tiago Dunha cobrou bem a penalidade e deixou tudo no placar: 1 a 1.

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Acre registra 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025, aponta encontro no TCE

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Reunião discutiu aplicação da Política Estadual de Proteção a Órfãos do Feminicídio; quatro famílias já solicitaram auxílio financeiro previsto em lei

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. Foto: cedida 

O Acre registrou 111 crianças e adolescentes órfãos de feminicídio entre 2021 e 2025. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (4), durante reunião no Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC), que reuniu representantes de órgãos públicos para discutir a aplicação da Política Estadual de Proteção e Atenção Integral às Órfãs e Órfãos de Feminicídio.

A política foi criada pela Lei nº 4.065/2022 e prevê assistência a filhos de mulheres vítimas de feminicídio. Também houve definições de critérios para concessão de auxílio financeiro e organização do atendimento especializado.

Durante o encontro, a presidente do TCE-AC, Dulce Benício, afirmou que o Estado precisa garantir proteção às crianças afetadas pela violência. “A dor causada pelo feminicídio não se encerra no ato criminoso. Ela se prolonga na vida dos filhos que permanecem e que precisam do amparo do Estado. Nosso compromisso é assegurar que essa política pública se traduza em proteção concreta”, disse.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. A juíza Evelin Campos Cerqueira Bueno destacou a necessidade de atenção aos processos de guarda das crianças que perderam suas mães.

“O encaminhamento é priorizar os processos de guarda e fortalecer a rede de proteção para garantir acompanhamento dessas crianças”, afirmou.

 

Auxílio financeiro e dados estaduais

Segundo a Secretaria de Estado da Mulher, responsável pela execução da política pública, quatro solicitações de famílias já foram registradas para concessão do auxílio financeiro previsto na lei. Os pedidos estão em análise.

De acordo com dados apresentados na reunião, o Brasil registra em média quatro feminicídios por dia. No Acre, a média é de um caso por mês.

As instituições também discutiram a ampliação da articulação com prefeituras para fortalecer a rede de proteção nos municípios e garantir o acesso das crianças e adolescentes aos serviços previstos na política estadual.

A reunião contou com representantes do Tribunal de Justiça, Ministério Público, Assembleia Legislativa, Defensoria Pública e secretarias do governo estadual. Foto: captada 

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Ministro André Mendonça nega habeas corpus e mantém preso ex-presidente do PP Jovem no Acre

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Hélio do Nascimento Bezerra Júnior foi preso em abril de 2025 na Operação Renitência, que investiga tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro e associação criminosa

A prisão de Hélio Bezerra ganhou repercussão no meio político acreano por ele ter atuado como dirigente da juventude de um partido político no estado. Foto: arquivo

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu negar o pedido de habeas corpus apresentado pela defesa de Hélio do Nascimento Bezerra Júnior, ex-presidente do PP Jovem no Acre. A decisão foi divulgada nesta terça-feira (3) e mantém o investigado em prisão preventiva.

Hélio foi preso pela Polícia Federal em abril de 2025 durante o avanço das investigações da Operação Renitência, que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento em atividades criminosas no estado.

De acordo com as autoridades, o esquema investigado teria ligação com tráfico internacional de drogas e armas, além de associação criminosa e lavagem de dinheiro. Os investigadores também buscam esclarecer como os recursos obtidos de forma ilegal eram inseridos novamente na economia formal.

No pedido apresentado ao Supremo, a defesa pretendia derrubar uma decisão anterior do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que já havia determinado a manutenção da prisão do investigado.

Hélio do Nascimento Bezerra Júnior permanece detido à disposição da Justiça Federal. Foto: arquivo

Ao analisar o caso, o ministro André Mendonça entendeu que não há base jurídica para o STF rever a decisão monocrática de um ministro de tribunal superior, salvo em situações excepcionais em que fique comprovada ilegalidade evidente. Com esse entendimento, o magistrado decidiu não dar prosseguimento ao habeas corpus, mantendo válida a determinação de prisão preventiva.

A prisão de Hélio Bezerra ganhou repercussão no meio político acreano por ele ter atuado como dirigente da juventude de um partido político no estado.

Até o momento da publicação desta reportagem, a defesa de Hélio do Nascimento Bezerra Júnior não havia se manifestado publicamente sobre a decisão do STF. O espaço segue aberto caso a defesa deseje se manifestar.

Durante a vistoria em um dos carros na época, foi encontrado um carregador de fuzil com 27 munições calibre .222 Remington (5.56 mm) e mais 19 munições do mesmo tipo, armazenadas separadamente. Foto: arquivo

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PRF flagra caminhão sem silenciador e com ocupantes na carroceria durante fiscalização em Feijó

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Veículo trafegava na BR-364 com ruído acima do permitido e pessoas em partes externas, configurando infrações de trânsito e possível crime ambiental por poluição sonora

Os policiais verificaram que o caminhão estava sem o silenciador no sistema de escapamento. A ausência do equipamento impede o controle adequado dos níveis de ruído e da emissão de gases. Foto: captada

Durante patrulhamento de rotina no km 490 da BR-364, no município de Feijó, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) abordou um caminhão M.Benz/L 1313, de cor azul, que apresentava diversas irregularidades.

Segundo a corporação, o veículo trafegava com duas pessoas posicionadas em partes externas da carroceria, expondo os ocupantes a risco iminente de acidentes. Além disso, o caminhão emitia ruídos muito acima dos limites permitidos, o que chamou a atenção da equipe e motivou a interceptação para uma fiscalização mais detalhada.

Durante a inspeção, os policiais verificaram que o caminhão estava sem o silenciador no sistema de escapamento. A ausência do equipamento impede o controle adequado dos níveis de ruído e da emissão de gases, configurando infração de trânsito e possível crime ambiental por poluição sonora.

A conduta foi inicialmente enquadrada com base no artigo 54 da Lei nº 9.605/1998, que trata de causar poluição em níveis que possam resultar em danos à saúde humana.

A PRF reforçou que o uso do silenciador é obrigatório, conforme normas do Conselho Nacional de Trânsito, sendo essencial para reduzir impactos ambientais e riscos à saúde, como danos auditivos causados pela exposição prolongada a ruídos excessivos.

O caso será encaminhado ao Ministério Público Estadual e aos órgãos ambientais competentes para apuração das responsabilidades administrativas e criminais. Os dados pessoais dos envolvidos não foram divulgados.

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