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Com bloqueio do Telegram, Bolsonaro reage contra Moraes no Acre: “Ele acha que é Deus?”
Durante a inauguração do complexo Amazônia, na tarde desta sexta-feira, 18, o presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), condenou a decisão da 44ª Vara Cível do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que condenou o deputado Otoni de Paula (PSC-RJ) a indenizar o Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes em R$ 70.000 por danos morais.
O motivo na condenação foi em razão do parlamentar ter feito publicações sobre o magistrado em suas redes sociais e chegou a chamar Moraes de “lixo” e “esgoto”.
Além disso, Bolsonaro reprovou a atitude do magistrado de ter mandado bloquear a conta de 70 milhões de pessoas no Telegram. “Eles usam para se comunicar. Ele acha que é Deus? Onde vai parar nosso país se continuarmos assim? Não pode uma pessoa achar que é dona do Brasil”, declarou.
O presidente disse que nas eleições presidenciais deste ano estará em jogo a liberdade de expressão. “O que está em jogo é nossa liberdade, a luta pelo que mais conta para nosso povo brasileiro”, comentou.
Em meio a solenidade, o militar lembrou a medida dos governantes – entre elas do governador Gladson Cameli – em fechar as igrejas em razão da pandemia da Covid-19. “Na pandemia pseudo ditadores mandando fechar igrejas. Vamos aprendendo na peia da pior maneira possível. Não tem preço viver em liberdade, posso dizer que a liberdade é mais importante que a vida, mas temos a fé”, ressaltou.
Ao fim da solenidade, o presidente Jair Bolsonaro foi homenageado pela Associação dos Ministros das Igrejas do Acre.
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Monitorado é preso com revólver calibre 38 e drogas após denúncia de “disciplina” em bairro da cidade
Suspeito tentou se livrar da arma com a chegada da Polícia Civil e foi autuado em flagrante por tráfico e posse ilegal 
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Tadeu Hassem defende contratação de especialistas e comemora suspensão da terceirização do Hospital Raimundo Chaar
Deputado afirma que decisão é resultado da mobilização conjunta e reforça apoio ao fortalecimento do SUS na região de fronteira
O deputado estadual Tadeu Hassem (Republicanos) defendeu a contratação de médicos especialistas para o Hospital Regional Raimundo Chaar, em Brasiléia, unidade que atende toda a regional do Alto Acre, composta por quatro municípios.
Durante reunião na Assembleia Legislativa, o parlamentar destacou a iniciativa do governo do Estado em abrir diálogo sobre o modelo de gestão da unidade, o que resultou na suspensão do processo de terceirização. Para ele, a decisão representa um avanço na busca por soluções que garantam melhor atendimento à população.
Após o encerramento da reunião, Tadeu Hassem falou à imprensa e classificou o momento como uma vitória para a população do Acre, especialmente da região de fronteira. Ele ressaltou sua ligação pessoal com o hospital e reafirmou posicionamento favorável ao fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS).
O deputado afirmou que esteve na unidade há cerca de 15 dias e que foi autor da proposta de levar o debate para a Assembleia, dando mais visibilidade ao tema. Segundo ele, a suspensão do processo foi resultado da união de esforços entre sindicato, vereadores e parlamentares estaduais.
Hassem defendeu a ampliação do quadro de médicos especialistas como prioridade, mas se posicionou contra a terceirização integral do hospital nos moldes inicialmente apresentados. Para o deputado, o mais importante é garantir melhorias no atendimento sem comprometer a gestão pública da unidade.
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Vereadores de Brasiléia acompanham servidores na Aleac contra terceirização de hospital
Parlamentares defendem vigilância mesmo após anúncio de suspensão do edital pelo governo
Os vereadores de Brasiléia, Lessandro Jorge, Isabele Araújo e Lucélia Santos, estiveram na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) acompanhando servidores da saúde que se posicionam contra a proposta de terceirização do Hospital Regional do Alto Acre, apresentada pelo governo do Estado.
Durante a reunião, a vereadora Isabele Araújo destacou que, apesar do anúncio de suspensão do edital, é necessário manter atenção ao andamento do processo. Segundo ela, existe uma ação civil pública relacionada ao caso, o que exige acompanhamento constante para verificar os próximos desdobramentos e eventuais decisões judiciais.
Já o vereador Lessandro Jorge afirmou que a mobilização dos servidores, com apoio da Câmara de Brasiléia e de deputados estaduais, foi fundamental para o recuo do governo. Ele declarou que, na avaliação do grupo, a terceirização não deverá mais avançar, atribuindo o resultado à união dos trabalhadores da saúde e das lideranças políticas envolvidas.
A discussão sobre o modelo de gestão do hospital tem mobilizado servidores e dividido opiniões na região, enquanto o governo estadual afirma que a suspensão do edital permitirá novos estudos e avaliações antes de qualquer decisão definitiva.







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